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    <title>UGREEN Brasil</title>
    <description>Newsletter sobre sustentabilidade na construção</description>
    
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    <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:30:35 +0000</pubDate>
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  <title>ONU aprova nova resolução sobre obrigações climáticas dos Países</title>
  <description>AGNU adotou em 20 de maio a resolução que endossa e busca dar efeito prático ao parecer da CIJ de julho de 2025.</description>
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  <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:30:35 +0000</pubDate>
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    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
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</style><div class='beehiiv__body'><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="green-building-day-xp"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Notícia</b></span></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">No dia 20 de maio de 2026, a Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU) adotou a resolução A/80/L.65, que endossa o parecer consultivo do Tribunal Internacional de Justiça (CIJ) sobre as obrigações dos Estados em relação às mudanças climáticas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O texto foi proposto por Vanuatu, o mesmo pequeno Estado insular que liderou diplomaticamente a campanha para levar o tema ao tribunal, e reuniu 90 coparticipadores de todas as regiões do mundo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Esta resolução finalmente desdobra um processo que levou três anos para chegar até aqui.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Março 2023 -</b> A AGNU adota por consenso resolução solicitando ao TIJ um parecer sobre obrigações climáticas dos Estados.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Dezembro 2024 -</b> O TIJ realiza audiências públicas. O processo reuniu o maior volume de submissões escritas da história do tribunal.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>23 de julho de 2025 -</b> O TIJ emite o parecer de forma unânime, apenas a quinta decisão unânime do tribunal em quase 88 anos de operação.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Fevereiro 2026 -</b> Vanuatu introduz rascunho de resolução na AGNU para transformar o parecer em ação concreta.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>20 de maio de 2026 -</b> A AGNU adota a resolução A/80/L.65. Resultado:141 a favor, 8 contra, 28 abstenções.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="resultado-da-votao">Resultado da votação</h3><table width="100%" class="bh__column_wrapper"><tr><td width="50%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;">A favor</p><h4 class="heading" style="text-align:center;"><span style="color:rgb(80, 148, 110);">141</span></h4><p class="paragraph" style="text-align:center;">países</p></td><td width="50%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;">Contra</p><h4 class="heading" style="text-align:center;"><span style="color:#ef0000;">8</span></h4><p class="paragraph" style="text-align:center;">países</p></td></tr></table><table width="100%" class="bh__column_wrapper"><tr><td width="50%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;">Abstenções</p><h4 class="heading" style="text-align:center;"><b>28</b></h4><p class="paragraph" style="text-align:center;">países</p></td><td width="50%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;">Copatrocinadores</p><h4 class="heading" style="text-align:center;"><b>90</b></h4><p class="paragraph" style="text-align:center;">Estados</p></td></tr></table><div class="blockquote"><blockquote class="blockquote__quote"></blockquote></div><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-estabelecido-pelo-parecer-da-">O que é estabelecido pelo parecer da CIJ</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O parecer consultivo de julho de 2025, emitido de forma unânime pelos 15 juízes do TIJ, respondeu a duas perguntas centrais feitas pela AGNU:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Quais são as obrigações dos Estados em relação às mudanças climáticas;</b></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Quais são as consequências jurídicas quando essas obrigações são violadas.</b></p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">A resposta à primeira pergunta reposicionou o Acordo de Paris. O tribunal interpretou o tratado não como declaração política, mas como instrumento jurídico com obrigações exigíveis. Reduzir emissões com base na meta de 1,5°C passou a ser enquadrado como dever legal, não como escolha de política pública.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Já em relação à segunda pergunta, foi aberto o caminho para responsabilização. O tribunal estabeleceu que Estados que violem obrigações climáticas são internacionalmente responsáveis, podendo ser obrigados a cessar a conduta, oferecer garantias de não repetição e fazer reparação integral pelos danos causados.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O parecer não é juridicamente vinculante por si só. Mas carrega peso legal e moral considerável: é a interpretação mais autorizada do direito internacional sobre o tema e serve como base para litígios em tribunais domésticos e regionais ao redor do mundo.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-isso-significa">O que isso significa</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O parecer da CIJ e a resolução da AGNU não criam, por si sós, novas leis nacionais. O efeito direto é diferente: eles constroem o fundamento jurídico que alimenta litígios climáticos domésticos e pressionam governos a regulamentar emissores privados com mais rigor.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O setor da construção civil emite cerca de 37% das emissões globais de CO₂, segundo a UNEP. É um dos maiores alvos de qualquer agenda de descarbonização compulsória. Quando tribunais nacionais começam a reconhecer o parecer da CIJ como referência jurídica, o nível de exigência sobre quem projeta, constrói e opera edificações sobe junto.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Já há precedente:</b> um tribunal alemão reconheceu, no início de 2026, que grandes emissores podem ser responsabilizados sob o direito civil alemão pelas consequências das mudanças climáticas. O parecer da CIJ fornece o embasamento teórico para decisões como essa em qualquer jurisdição.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O ciclo que se abre é conhecido em outros setores: parecer internacional, litígio doméstico, pressão regulatória, novo padrão de exigência. Para o setor da construção, o sinal não é novo. Mas agora tem respaldo do órgão judicial máximo das Nações Unidas.</p><h6 class="heading" style="text-align:left;" id="fontes-un-news-newsunorg-ejil-talk-">Fontes: UN News (news.un.org); EJIL:Talk!; Al Jazeera; Center for International Environmental Law (CIEL); Carbon Brief; IPS News; Climate Rights International; US Mission to the UN.</h6><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="ugreen-pass"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>UGREEN Pass</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="a-semana-do-meio-ambiente-chegou-co">A Semana do Meio Ambiente chegou com uma oferta especial no UGREEN</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">A <b>Semana do Meio Ambiente</b> existe desde 1972, e todo ano, em junho, governos, empresas e organizações aproveitam o período para anunciar compromissos e reforçar discurso sobre o futuro do planeta.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Pensando nisso, decidimos abrir uma condição especial no <b>UGREEN Pass</b> válida durante esta semana!</p><h4 class="heading" style="text-align:left;" id="acesso-vitalcio-pelo-valor-de-r-897"><b>Acesso vitalício pelo valor de R$ 897.</b></h4><p class="paragraph" style="text-align:left;">O <b>UGREEN Pass</b> reúne mais de 25 cursos em sustentabilidade aplicada, com certificado em todos eles, para quem quer aprofundar o conhecimento e aplicar na prática, seja em projetos, em decisões de negócio ou no dia a dia.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Se você acompanha a UGREEN e ainda não entrou na plataforma, essa é a sua oportunidade perfeita!</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:rgb(72, 148, 76);" href="https://pay.zouti.com.br/checkout?poi=prod_offer_cbgpxixeswneldfgy5bnvm&utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=onu-aprova-nova-resolucao-sobre-obrigacoes-climaticas-dos-paises"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Aproveite essa oferta especial! </span></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Dúvidas sobre o Pass?! Fale com nossa equipe pelo WhatsApp: (41) 98896-6656</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Conteúdo Técnico</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Brock Commons Tallwood House: o que um edifício de madeira de 18 andares ensina sobre carbono embutido</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/dfddf148-909e-42d7-8ab9-c129fb826ca4/mass_timber_finalizado.gif?t=1780316996"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em Vancouver, no ano de 2017, a Universidade de British Columbia entregou uma residência estudantil de 18 andares e 53 metros de altura, com capacidade para 404 estudantes e uma estrutura quase inteiramente de madeira laminada.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Do lado de fora, o prédio parece ordinário, mas do lado de dentro a madeira está encoberta por drywall, devido à exigência do código de incêndio. Quem entra no Brock Commons não percebe que está dentro de um edifício de madeira.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-a-estrutura-armazena">O que a estrutura armazena</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Acton Ostry Architects escolheu um sistema híbrido: 17 andares de painéis CLT de cinco camadas apoiados em colunas de glulam, sobre um podium de concreto de um andar e dois núcleos verticais de concreto para circulação vertical e instalações.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O Athena Sustainable Materials Institute conduziu uma LCA completa no edifício, seguindo o padrão EN 15978, com escopo cradle-to-grave de 100 anos. Os números do relatório final:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">1.753 toneladas de CO₂ armazenadas na estrutura de madeira;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">679 toneladas de CO₂e em emissões evitadas em comparação ao equivalente em concreto.</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">Estes valores vêm de um estudo comparativo direto: a UBC encomendou a LCA de dois edifícios de mesma altura no mesmo campus, um em madeira híbrida e outro em concreto convencional.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-o-cdigo-de-obras-quase-impedi">O que o código de obras quase impediu</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O código local limitava edificações de madeira a seis andares. Construir 18 exigiu aprovação regulatória específica, duas revisões estruturais independentes e a criação de uma norma exclusiva para o terreno, aprovada em setembro de 2015.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A equipe montou o processo regulatório em paralelo ao projeto de arquitetura. Quem deixa essa etapa para depois sai com cronograma errado e orçamento fora do controle.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-custou-mais-o-que-custou-meno">O que custou mais, o que custou menos</h3><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/c342b2a4-9df6-4813-94ac-573d55db6412/mass_timber_construcao_sem_distorcao.gif?t=1780316973"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em 2017, o custo de referência para um edifício comparável em concreto em Vancouver era de CAD 215/pé quadrado. O Brock Commons saiu por CAD 230/pé quadrado.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Diferença de cerca de 7%, atribuída ao prêmio de inovação de ser o primeiro projeto desse tipo no Canadá: aprovações inéditas, revisões adicionais, processo sem precedente local.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A montagem da superestrutura completa, incluindo painéis de fachada pré-fabricados, foi concluída em cerca de 70 dias por nove instaladores, dois meses mais rápido que o planejado, além do desperdício de materiais no canteiro ter caído cerca de dois terços em relação ao padrão convencional.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Há ainda um ponto que costuma ficar fora da comparação: cobrir a madeira com drywall permitiu usar madeira de qualidade comercial padrão e reduzir as seções estruturais, porque não era necessário calcular a camada de carbonização para proteção ao fogo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A decisão regulatória que parecia limitação virou fonte de eficiência de custo.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-esse-projeto-prova">O que esse projeto prova</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O Brock Commons prova que, em condições específicas, madeira estrutural entrega menos carbono embutido, menor prazo de montagem e menor desperdício, com custo total próximo ao do concreto convencional.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Essas condições incluem: fornecedores com capacidade de pré-fabricação, código de obras viável ou aprovação regulatória possível, equipe com experiência em madeira estrutural e análise de ciclo de vida integrada ao projeto, não adicionada depois.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quando uma dessas condições falha, o resultado muda. A decisão de material começa no diagnóstico do contexto, não na escolha do catálogo!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Vídeo da Semana</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">O problema das casas modernas!</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">85% das edificações brasileiras têm algum grau de anomalia ligada a mofo, umidade ou infiltração.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Esse número vem do Instituto Brasileiro de Impermeabilização e, além de ser uma estatística de habitação precária, é também o padrão do mercado imobiliário convencional.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O problema começa antes da obra mal executada, ele tem início em decisões de projeto, de especificação e de custo que foram tomadas sem considerar o que acontece com o ar dentro do edifício depois que a porta fecha.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Compostos orgânicos voláteis liberados por materiais de acabamento. Fungos que crescem dentro da parede antes de aparecer na superfície. Ventilação subdimensionada que transfere o problema para o morador sem que ninguém coloque isso na planilha.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O custo não desaparece … ele muda de lugar</p><h2 class="heading" style="text-align:left;" id="quer-se-aprofundar-no-tema">Quer se aprofundar no tema?</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo e entenda como a construção civil chegou até aqui e o que os dados mostram sobre o custo real dessas decisões!</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/zVWw3Va0D-c" width="100%"></iframe><div class="section" style="background-color:transparent;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=677001a8-4746-422d-a889-9e142c8a8070&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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  <title>LEED v4 encerra em junho e torna o v5 obrigatório para novos projetos</title>
  <description>A partir de 1o de julho, o LEED v5 passa a ser o único caminho disponível para novos registros comerciais.</description>
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  <pubDate>Thu, 28 May 2026 12:12:39 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-05-28T12:12:39Z</atom:published>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
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</style><div class='beehiiv__body'><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="green-building-day-xp"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Notícia</b></span></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">No fim do mês de março de 2025, o USGBC (U.S. Green Building Council) ratificou o LEED v5 por voto de seus membros, abrindo o registro de projetos em abril do mesmo ano. A transição entre versões segue um processo gradual, mas o prazo final de coexistência está se encerrando.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em 30 de junho de 2026, o registro para as versões LEED v4 e v4.1 fecha definitivamente para os sistemas comerciais BD+C, ID+C e O+M. A partir de 1º de julho, todos os novos projetos que buscarem certificação LEED precisarão se registrar obrigatoriamente sob a versão 5.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Projetos já registrados sob v4 e v4.1 antes da data-limite mantêm o direito de certificar, mas com prazo até 30 de junho de 2032. Após isso, essas versões ficam encerradas para qualquer novo processo.</p><table width="100%" class="bh__column_wrapper"><tr><td width="50%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;">Registro v4 e v4.1 encerra</p><h1 class="heading" style="text-align:center;">30 jun 2026</h1></td><td width="50%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;">v5 obrigatório a partir de</p><h1 class="heading" style="text-align:center;">1 jun 2026</h1></td></tr></table><table width="100%" class="bh__column_wrapper"><tr><td width="50%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;">Prazo para certificar sob v4</p><h1 class="heading" style="text-align:center;">até jun 2032</h1></td><td width="50%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;">Projetos LEED no mundo</p><h1 class="heading" style="text-align:center;">+195 mil</h1><p class="paragraph" style="text-align:center;">em 186 países</p></td></tr></table><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-muda-no-v-5">O que muda no v5</h3><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Carbono embutido vira pré-requisito.</b> Pela primeira vez no LEED, todo projeto precisa quantificar e identificar as emissões de A1 a A3 de estrutura, fechamento e pavimentação antes de acumular qualquer ponto. A mensuração é obrigatória; a redução entra como critério separado.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>50% do sistema focado em descarbonização.</b> O v5 reorganiza a estrutura de créditos em três pilares: descarbonização (50%), qualidade de vida (25%) e resiliência ecológica (25%). A descarbonização passa a incluir carbono operacional, carbono embutido, refrigerantes e transporte.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Platinum ganha requisitos mínimos de performance.</b> Para atingir Platinum, projetos de nova construção precisam demonstrar ao menos 20% de redução de carbono embutido, além de 100% de energia renovável e metas mínimas de eficiência energética e eletrificação.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Novos pré-requisitos de avaliação de contexto.</b> Todo projeto precisa realizar uma avaliação de risco climático, uma avaliação de impacto humano e uma projeção operacional de carbono até 2050 ainda na fase de projeto.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>EPDs passam a ser exigência funcional.</b> O crédito de materiais consolida cinco créditos anteriores em um único sistema de pontuação por atributo, em que produtos com EPD tipo III verificada acumulam multiplicadores progressivos. Sem EPD, o projeto perde acesso à maior parte da pontuação de materiais.</p></li></ul><div class="blockquote"><blockquote class="blockquote__quote"></blockquote></div><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-isso-significa">O que isso significa</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A transição para o LEED v5 não é uma atualização de formulário. É uma mudança na forma como o sistema define o que conta como desempenho. No v4, a análise de ciclo de vida era opcional, uma forma de acumular créditos adicionais. No v5, ela é pré-condição. Sem ela, o projeto não avança.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O efeito mais direto aparece na especificação de materiais. Estruturas, fechamentos e pavimentações precisarão de EPDs verificadas desde o início do projeto, não como diferencial de comunicação, mas como documento técnico de rastreabilidade de carbono exigido pelo processo de certificação.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para times que trabalham com projetos de ciclo longo, a data de 30 de junho é uma bifurcação. Registrar antes significa avançar com as regras do v4. Registrar depois ou não registrar a tempo significa entrar obrigatoriamente no v5, com todos os novos pré-requisitos e a necessidade de adaptação de processo e escopo técnico.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O USGBC confirmou ciclo de atualização quinquenal: o LEED v6 está previsto para abrir registros em 2030. Ou seja, o v5 deverá ser o sistema vigente pelos próximos quatro anos ao menos.</p><h6 class="heading" style="text-align:left;" id="fontes-usgbc-usgbcorgleedv-5-suppor">Fontes: USGBC (usgbc.org/leed/v5, support.usgbc.org); One Click LCA; Ayers Saint Gross; Green Badger; AIA.</h6><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="ugreen-pass"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>UGREEN Pass</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="o-leed-v-5-vai-mudar-o-que-se-exige">O LEED v5 vai mudar o que se exige de uma equipe técnica. O seu repertório precisa acompanhar!</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">O LEED v5 torna obrigatório o que até ontem era opcional: análise de ciclo de vida, quantificação de carbono embutido e rastreabilidade de materiais.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Qualquer equipe que for registrar projetos a partir de julho precisa saber operar dentro dessa lógica.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Esse repertório não aparece do nada. Ele precisa ser construído antes do projeto chegar à mesa!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O UGREEN Pass reúne cursos sobre certificações ambientais, análise de carbono, ciclo de vida e desempenho de edificações</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">São mais de 30 cursos, com acesso imediato, desenvolvidos para arquitetos, engenheiros e equipes técnicas que trabalham com projetos de construção e precisam tomar decisões com critério técnico e dado verificável.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Garanta agora mesmo o repertório técnico para trabalhar com LEED v5.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Desbloqueie seu acesso ao UGREEN Pass e saia na frente!</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:rgb(72, 148, 76);" href="https://www.ugreen.com.br/pass/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=leed-v4-encerra-em-junho-e-torna-o-v5-obrigatorio-para-novos-projetos"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Acesso ao UGREEN Pass </span></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Dúvidas sobre o Pass?! Fale com nossa equipe pelo WhatsApp: (41) 98896-6656</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Case UGREEN</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">O hotel projetado para o calor mais intenso do Brasil</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">Os escritórios de arquitetura Khoury e Laura Ducca possuem um projeto em andamento no Piauí, próximo à linha do Equador.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um hotel com boa arquitetura e intenção clara de qualidade, mas com uma condição climática que não perdoa quem a ignora: fachadas principais voltadas para oeste, numa região onde o sol bate forte das 14h às 18h, com pico entre agosto e outubro.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Este tipo de problema acaba não aparecendo no render, na verdade, aparece na conta de energia, no sistema de ar-condicionado sobredimensionado e no hóspede que passa a tarde inteira no quarto com o termostato no limite.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-a-anlise-revelou">O que a análise revelou</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A UGREEN entrou com a simulação bioclimática para entender o que aconteceria com a edificação naquele clima e orientação.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O resultado apontou duas situações distintas: <b>(i)</b> os quartos precisavam de controle solar preciso para não acumular calor no fim da tarde. <b>(ii)</b> As áreas de convivência tinham um desafio diferente: bloquear o sol sem eliminar a iluminação natural e sem transformar o restaurante em um ambiente fechado e artificial.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para cada ambiente, a análise chegou a uma solução específica, dimensionada por dados, não por intuição.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="quartos-geometria-no-detalhe">Quartos: geometria no detalhe</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A resposta para os quartos foi um sistema de venezianas verticais externas feitas em madeira. Ripas de 2 cm de espessura, espaçamento de 6 cm entre elas e inclinação de 30°. Cada uma dessas configurações foi testada em simulação antes de virar especificação.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Essa combinação resultou na redução de 14% no consumo de resfriamento, aumento de 7% nas horas de conforto térmico e capacidade do sistema de climatização reduzida de 34.000 para 29.000 BTU.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">São diferenciais que impactam de forma concreta a conta de energia e a experiência de quem dorme no quarto.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="reas-de-convivncia-o-sol-muda-de-ng">Áreas de convivência: o sol muda de ângulo ao longo do ano</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para os espaços coletivos, a solução foi brises verticais externos móveis, com inclinação ajustável entre 15° e 45° conforme a estação e espaçamento entre painéis variando de 85 cm até 1,2 m.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A análise definiu a configuração ideal para cada período do ano, considerando as diferentes posições do sol ao longo das estações.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O que demonstrou impacto foi a redução de 8% no consumo de resfriamento e eliminação do ofuscamento direto, sem comprometer a entrada de luz natural. O restaurante recebe luz sem que o sol do fim de tarde fique no rosto dos hóspedes.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Na operação de um hotel, esse tipo de detalhe aparece na avaliação ou na reclamação de quem utiliza o espaço.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="quando-tudo-combinado">Quando tudo é combinado</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Além do controle solar, o estudo incluiu isolamento térmico na cobertura e especificação de vidro com fator solar reduzido.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Com todas as estratégias aplicadas em conjunto, o impacto chegou a 37% de redução no consumo de resfriamento nos quartos e 20% nas áreas de convivência.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Isso muda o dimensionamento dos equipamentos, o custo de instalação e a conta mensal de energia que o hotel vai carregar pelos próximos anos.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-esse-tipo-de-anlise-entrega">O que esse tipo de análise entrega</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Boa arquitetura não garante bom desempenho térmico. Clima, orientação, abertura, material e proteção solar precisam ser avaliados juntos, com dados, antes que a especificação vire obra.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">É esse tipo de análise que UGREEN realiza: simulação bioclimática aplicada ao projeto real, com resultado em número e em decisão de projeto.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Esse projeto chamou a atenção e/ou você está buscando algo do gênero?! Entre em contato conosco!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Vídeo da Semana</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">A planta baixa foi feita para você comprar, não para morar</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">A planta baixa era um documento técnico, mostrava parede, medida, pilar, espessura da estrutura e limites reais da construção. Sua função primária era orientar a obra.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Hoje ela orienta outra coisa … o desejo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">As versões que você vê em folders possuem mobiliário reduzido, sem as cotas que mostram o que não cabe, sem os elementos construtivos que encurtam o espaço real.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Enquanto o decorado remove portas para o olhar atravessar o ambiente com mais facilidade, o render usa uma lente que o olho humano não tem. Tudo isso são ações legais perante a justiça e mudam o que você percebe antes de assinar o contrato.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O problema não é a imagem em si, é a dívida de 20 ou 30 anos que a pessoa está assumindo que se baseia nessa “foto”.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quando a planta não é feita para funcionar, mas para vender, o comprador acaba descobrindo o impacto dessa diferença tarde demais.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="quer-se-aprofundar-no-tema">Quer se aprofundar no tema?</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo no YouTube e entenda o que a planta humanizada esconde de você.</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/vEA2o1kf500" width="100%"></iframe><div class="section" style="background-color:transparent;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=707465d5-375d-4ef6-b91f-9aff5b6a5bf6&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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      <item>
  <title>O preço pelo setor construir mais rápido do que descarbonizar</title>
  <description>A ONU publicou o diagnóstico mais completo sobre edifícios e clima que conclui que o progresso, embora exista, não acompanha o ritmo da construção. O “gap” entre os dois irá determinar o custo do setor durante as próximas décadas.</description>
  <link>https://news.ugreen.com.br/p/o-prec-o-pelo-setor-construir-mais-ra-pido-do-que-descarbonizar</link>
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  <pubDate>Mon, 25 May 2026 12:02:46 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-05-25T12:02:46Z</atom:published>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
  <content:encoded><![CDATA[
    <div class='beehiiv'><style>
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</style><div class='beehiiv__body'><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="green-building-day-xp"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Notícia</b></span></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">No dia 19 de maio deste ano (2026), o UNEP (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) e a GlobalABC lançaram a décima edição do <i>Global Status Report for Buildings and Construction 2025-2026,</i> no Fórum Urbano Mundial, em Nairóbi.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Só o título do documento já diz o essencial: <i>Building Fast. Falling Short.</i> (&quot;fazer rápido, mas fazer malfeito”)</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O relatório avalia anualmente se o setor de edificações está alinhado com o Acordo de Paris. Em 2026 a resposta foi não. É importante destacar que a descarbonização vem perdendo velocidade desde 2020.</p><table width="100%" class="bh__column_wrapper"><tr><td width="50%" class="bh__column"><h1 class="heading" style="text-align:center;"><b>37%</b></h1><p class="paragraph" style="text-align:center;">das emissões globais de CO₂ vêm do setor de edificações</p></td><td width="50%" class="bh__column"><h1 class="heading" style="text-align:center;"><b>~50%</b></h1><p class="paragraph" style="text-align:center;">de toda a extração de materiais do planeta é consumida pelo setor</p></td></tr></table><table width="100%" class="bh__column_wrapper"><tr><td width="50%" class="bh__column"><h1 class="heading" style="text-align:center;"><b>9,9 GtCO₂</b></h1><p class="paragraph" style="text-align:center;">emissões operacionais dos edifícios em 2024, alta de 6,5% na década</p></td><td width="50%" class="bh__column"><h1 class="heading" style="text-align:center;"><b>273 bi m²</b></h1><p class="paragraph" style="text-align:center;">área total construída no mundo em 2024, crescimento de 1,7% em um ano</p></td></tr></table><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-paradoxo-central">O paradoxo central</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Nos últimos dez anos, os edifícios ficaram objetivamente mais eficientes. A área construída cresceu 20%, mas a demanda de energia subiu apenas 11%. Códigos mais rígidos e investimento em eficiência funcionaram. Desde 2015, o setor acumulou US$ 2,3 trilhões em investimentos nessa direção.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Ainda assim, as emissões operacionais aumentaram 6,5% no mesmo período. O problema não está no edifício individual, mas no volume e no ritmo da construção global.</p><div class="section" style="background-color:#0045ff;border-radius:20px;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;">O que melhorou</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Intensidade energética por m² caiu 8,5% desde 2015</p></div><div class="section" style="background-color:#d9b100;border-radius:20px;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;">O que não acompanhou</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Emissões totais do setor ainda sobem todo ano</p></div><div class="blockquote"><blockquote class="blockquote__quote"></blockquote></div><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="por-que-isso-acontece">Por que isso acontece</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O crescimento da construção está concentrado em economias emergentes, especialmente Índia e Sudeste Asiático, onde a demanda por moradia e infraestrutura é real e urgente. Códigos de eficiência energética ainda não cobrem a maior parte dessas obras.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Renováveis forneceram apenas 17,3% da demanda energética dos edifícios em 2024, longe do necessário para uma trajetória net-zero.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O relatório aponta um segundo problema estrutural: a maioria das análises ainda separa emissões operacionais de emissões incorporadas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O carbono emitido para fabricar, transportar e instalar os materiais da obra fica fora da conta em grande parte das regulações globais.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-o-relatrio-aponta-como-caminh">O que o relatório aponta como caminho</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para alinhar o setor com as metas climáticas, o relatório estima que o investimento em eficiência energética precisa mais que dobrar, chegando a US$ 5,9 trilhões até 2030, ou US$ 592 bilhões por ano.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Hoje o setor investe US$ 275 bilhões anuais nessa direção.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">No lado positivo: a União Europeia avançou com políticas que cobrem também o carbono incorporado nos materiais. Califórnia, Quênia, Japão e Singapura atualizaram seus códigos de eficiência. E certificações verdes quase triplicaram em dez anos, mesmo que o relatório reconheça que isso não basta sozinho.</p><div class="blockquote"><blockquote class="blockquote__quote"></blockquote></div><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-isso-significa">O que isso significa</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O relatório, além de abordar o clima, foca no risco de ativo e custo de operação.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Edifícios construídos hoje com baixo critério de eficiência vão operar com conta de energia mais alta, manutenção mais cara e crescente dificuldade de atender exigências regulatórias que só tendem a ficar mais rígidas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Ele também sinaliza uma pressão que chega ao mercado de crédito: investimento em eficiência é cada vez mais critério de acesso a financiamento, não só argumento de venda. E o carbono incorporado nos materiais está entrando nos marcos regulatórios de países que lideram a agenda, como a União Europeia.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para o mercado brasileiro, o dado mais relevante é o da janela: com metade do estoque de 2050 ainda por construir, as decisões de projeto tomadas agora têm impacto de décadas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quem antecipar os critérios de desempenho não só reduz risco regulatório, como melhora o custo de operação do produto entregue ao cliente final.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="ugreen-pass"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>UGREEN Pass</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="mais-de-28-mil-pessoas-j-usam-suste">Mais de 28 mil pessoas já usam sustentabilidade para tomar decisões melhores. Você ainda não.</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">A <b>UGREEN</b> existe desde 2016!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Nesse tempo, trabalhamos com ArcelorMittal, Roca, Rain Bird e Saint-Gobain. Reduzimos 33% das emissões de carbono de uma indústria cerâmica. Certificamos escolas, hotéis e lojas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Capacitamos equipes de empresas que estavam perdendo contratos por não saber responder uma pergunta simples: <i>o que torna isso sustentável?</i></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O <b>UGREEN Pass</b> é onde esse conhecimento está reunido. São mais de 400 horas de conteúdo aplicado, 8 escolas temáticas e ferramentas práticas para quem precisa tomar decisões reais sobre clima, energia, água, materiais, carbono e certificações.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Não é curso de conscientização. É método para quem trabalha com isso ou busca aprender.</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:rgb(72, 148, 76);" href="https://www.ugreen.com.br/pass/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=o-preco-pelo-setor-construir-mais-rapido-do-que-descarbonizar"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Acesso ao UGREEN Pass </span></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Dúvidas sobre o Pass?! Fale com nossa equipe pelo WhatsApp: (41) 98896-6656</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>GBDXP</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Confira tudo o que ocorreu no Green Building Day XP em Curitiba!</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">No dia 15 de maio, arquitetos, engenheiros, designers e representantes de empresas do setor da construção civil se reuniram no Centro de Eventos da FIEP, em Curitiba, para a primeira edição do Green Building Day XP. Formato criado pela UGREEN para ser menor, mais denso e mais próximo do que o Green Building Day principal.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/ccc6cd87-7b54-4913-995d-aaf1789e6411/photo_2026-05-18_15-51-38.jpg.jpg?t=1779710303"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Filipe Boni e Sami Meira abriram a tarde com uma questão direta: por que edificações brasileiras continuam repetindo os mesmos problemas de desempenho? Calor excessivo, contas de energia elevadas e desconforto térmico têm causa conhecida.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">São consequência de decisões de orientação, especificação e sistema construtivo tomadas sem critério bioclimático, e que se repetem há décadas.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/9a03326f-5ba2-4bc9-a973-34ab8b18b885/photo_2026-05-18_15-52-07.jpg.jpg?t=1779710338"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Cada mesa recebeu um desafio: definir estratégias para tornar uma edificação mais sustentável em Manaus, Brasília e Curitiba, três climas com lógicas completamente distintas. Enquanto o público debatia, Filipe rodou as simulações ao vivo na tela. Surgiram trocas entre mesas, perguntas em cima da hora e discussão técnica que costuma ficar só para o corredor.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">&quot;Nem vi o tempo passar&quot;, registrou um participante na avaliação.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/55f0291b-f2cf-40dc-8df2-45bda0496cb0/photo_2026-05-18_15-53-25.jpg.jpg?t=1779710374"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">No segundo bloco, Ana Julia Kfouri percorreu as principais certificações ambientais para edifícios, LEED, EDGE, AQUA-HQE, WELL e Selo Casa Azul, ancorando a discussão em uma pergunta prática: quando vale certificar e quando não vale?</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Na sequência, Sami Meira trouxe a Taxonomia Sustentável Brasileira. Estabelecida pelo Decreto 12.705/2025, ela vincula acesso a crédito verde a critérios de desempenho ambiental verificável a partir de 2027.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quem não tiver dados auditáveis vai pagar mais caro para financiar ou perder acesso às linhas.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/5a94e78f-5877-4b58-845f-dc265514a903/photo_2026-05-18_15-51-02.jpg?t=1779366251"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Grande parte dos presentes ficou até as 21h, duas horas e meia depois do encerramento oficial. Nas avaliações, participantes descreveram o conteúdo como &quot;instrutivo e acessível&quot; e destacaram a proximidade com os apresentadores: &quot;networking muito bom, principalmente pelos palestrantes serem tão acessíveis.&quot;</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Curitiba foi a primeira cidade. A UGREEN avalia levar o formato XP para outras praças do Brasil em 2026. Nada confirmado ainda, mas quem quiser ser avisado antes sabe onde nos encontrar.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Participação UGREEN</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">A água virou critério de crédito</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">A construção civil corresponde a 15% do uso global da água.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">No Brasil, o setor compete pelo mesmo recurso com a agropecuária, em regiões onde a disponibilidade hídrica já é limitada.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Esse dado não é algo novo, o que mudou é o que o mercado financeiro passou a fazer com ele.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Taxonomia Sustentável Brasileira, regulamentada pelo Decreto 12.705/2025, incluiu eficiência hídrica entre os requisitos técnicos para acesso a linhas de crédito verde.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Na prática:</b> empreendimentos que não conseguem documentar consumo de água, ações de redução e pegada hídrica ao longo do ciclo de vida ficam fora de determinados financiamentos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Caixa Econômica Federal já está desenvolvendo uma linha habitacional específica para construções certificadas, com recursos do governo federal e do Banco Mundial.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">No dia 13 de maio, no Salão Nobre da Fiesp em São Paulo, o SindusCon-SP lançou a CEHídrica: uma calculadora de pegada hídrica para edificações, integrada à CECarbon, que o setor já usa para emissões de carbono.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A CDHU, que já utilizava a CECarbon em suas obras, anunciou que passará a adotar a CEHídrica em toda a cadeia de suas construções.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O evento reuniu mais de 160 participantes, com presença da ANA, Caixa e GBC Brasil.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Nossa cofundadora Sami Meira participou como palestrante com o tema “Comunicação e conscientização da indústria nas ações relacionadas à sua pegada hídrica”.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>O foco foi direto:</b> o que a Taxonomia exige de quem quer acessar crédito verde, e como comunicar dados de sustentabilidade de forma auditável, não apenas declarada.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A CEHídrica e a CECarbon já estão integradas, o que permite às construtoras gerenciar carbono e água dentro do mesmo sistema de monitoramento.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Construtoras que ainda não têm esse processo implantado chegam a essas negociações sem histórico de dados, sem base para redução progressiva e sem o que os financiadores estão começando a exigir como documentação mínima.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Vídeo da Semana</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">O inverno chega e o mofo vem junto</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">Todo inverno o mofo aparece no mesmo lugar, no canto das paredes, perto do teto e/ou atrás dos armários. Mesmo que você limpe, pinte e ventile o ambiente, no inverno seguinte, lá está ele de volta.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A explicação mais “comum” é que o morador está fazendo algo errado, que falta ventilação ou o apartamento é úmido por natureza.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Só que em boa parte dos casos, o problema não tem nada a ver com o comportamento de quem mora. Ele foi instaurado antes mesmo da obra terminar, em uma etapa do projeto onde ninguém estava pensando no inverno.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O que acontece é que a parede não se comporta de forma uniforme no frio. Há pontos onde o calor sai muito mais rápido do que em outros. Nesses pontos, a superfície interna esfria primeiro, e quando o ar úmido de dentro do ambiente encosta nessa área fria, a umidade se condensa.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A parede molha → o fundo cresce a cada temporada no exato mesmo lugar.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="se-interessou-pelo-tema">Se interessou pelo tema?</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo no YouTube e entenda por que o mofo volta, de onde ele realmente vem e o que pode ser feito para evitá-lo!</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/R6MFafFj2jo" width="100%"></iframe><div class="section" style="background-color:transparent;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=957f099b-68b3-4920-8da7-6492d040fa13&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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      <item>
  <title>Green Building Day XP aconteceu, e foi um sucesso!</title>
  <description>Nosso evento na FIEP reuniu profissionais da construção numa tarde de simulações ao vivo, certificações ambientais e debate sobre a Taxonomia Sustentável Brasileira.</description>
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  <pubDate>Thu, 21 May 2026 12:26:19 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-05-21T12:26:19Z</atom:published>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
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</style><div class='beehiiv__body'><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="green-building-day-xp"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Green Building Day XP</b></span></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">No dia 15 de maio, o Centro de Eventos da FIEP, em Curitiba, recebeu a primeira edição do Green Building Day XP, formato criado pela UGREEN para levar o conteúdo do GBD a um encontro menor, mais denso e próximo entre quem apresenta e participa.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Arquitetos, engenheiros, designers e representantes de empresas do setor da construção civil estiveram presentes. O evento contou com dois blocos de conteúdo e uma pausa para networking.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Grande parte dos participantes permaneceu no espaço até as 21h, muito além do encerramento oficial às 18h30.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-estava-em-jogo-na-tarde">O que estava em jogo na tarde</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Abrimos o bloco de maneira direta: por que edificações brasileiras continuam repetindo os mesmos problemas de desempenho?</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Filipe Boni e Sami Meira conduziram a discussão a partir de dados concretos, mostrando que calor excessivo, contas de energia elevadas e desconforto térmico não são coincidência, mas na verdade consequências de decisões de projeto tomadas sem critério bioclimático.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Após isso, cada mesa recebeu um desafio: <b>pensar estratégias para tornar uma edificação mais sustentável em três contextos climáticos distintos,</b> Manaus, Brasília e Curitiba.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Enquanto cada mesa realizava seu debate diante da dinâmica, Filipe Boni realizou simulações ao vivo, demonstrando a todos como as estratégias discutidas se comportam computacionalmente.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Houve trocas entre participantes, perguntas e muitos diálogos técnicos sobre o assunto.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="certificaes-cases-e-o-que-os-nmeros">Certificações, cases e o que os números mostram</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Ana Julia Kfouri abriu o segundo bloco com as principais certificações ambientais para edifícios: LEED, EDGE, AQUA-HQE, WELL e Selo Casa Azul, entre outras. Além de explicar os requisitos necessários, a discussão girou em torno de uma pergunta pertinente: <b>quando vale a pena certificar e quando não vale?</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Na sequência, um case real de consultoria da UGREEN reafirmou o argumento aplicado.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em uma escola pública em Gravataí/RS, decisões de projeto reduziram o consumo energético de 455 MWh para 279 MWh anuais, queda de 38,7%. Com geração fotovoltaica de 38 kWp, a redução chegou a 51%, somando 21 pontos na certificação LEED.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="taxonomia-sustentvel-e-o-que-muda-n">Taxonomia Sustentável e o que muda no financiamento</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Sami Meira fechou o conteúdo técnico com a Taxonomia Sustentável Brasileira.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Estabelecida pelo Decreto 12.705/2025, ela define o que conta como investimento sustentável no Brasil e vincula esse critério ao acesso a crédito verde a partir de 2027.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quem não conseguir comprovar desempenho com dados auditáveis vai pagar mais caro para financiar ou perder acesso às linhas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para mostrar que este caminho já conta com praticantes no mercado, a UGREEN apresentou o trabalho realizado junto à Roca Brasil Cerâmica. Com substituição de coque por biomassa e gestão contínua de KPIs, a empresa fechou o ano de 2024 com 4,55 kgCO₂e/m² produzido, abaixo da média italiana (5,0) e espanhola (5,5), com redução de 33% na intensidade de emissões desde 2020 e 10.531 tCO₂ evitadas no período.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="patrocinadores-e-estandes">Patrocinadores e estandes</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Rain Bird, Breton e Mão Colorida participaram como patrocinadores do GBDXP.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Além de se apresentarem no palco durante o primeiro bloco, as três marcas mantiveram estandes ativos durante todo o período do evento, com profissionais e representantes disponíveis para conversa direta.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-fica">O que fica</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Um formato menor, mais interativo e com menos distância entre palco e plateia:</b> essa foi a proposta do <b>Green Building Day XP</b> desde o início!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Nas avaliações coletadas após o evento, participantes descreveram o conteúdo como <i>“instrutivo e acessível”</i> e destacaram a proximidade dos apresentadores como diferencial: <i>“networking muito bom, principalmente pelos palestrantes serem tão acessíveis.”</i></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Curitiba foi a primeira cidade, mas já estamos avaliando a possibilidade de levar o formato XP para outros lugares do Brasil!</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="ugreen-pass"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>UGREEN Pass</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="estudar-com-um-mtodo-confuso-no-vir">Estudar com um método confuso não vira critério técnico</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">Sem uma sequência lógica e contínua, o aprendizado vira acúmulo de conteúdo que não muda decisão nenhuma.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O <b>UGREEN Pass</b> organiza isso em trilhas estruturadas: você escolhe a área, direciona seu foco e acessa os cursos certos para o seu objetivo.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/c7d09670-a59c-41d9-93c2-7701dbf90ff1/trilhas.jpeg?t=1779366103"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um profissional que busca melhorar o desempenho térmico em seus projetos segue um caminho diferente de um profissional que necessita compreender certificações.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Cada trilha conta com cursos específicos, partindo do básico ao avançado, sem pular etapas que fazem diferença na prática!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Garanta seu acesso ao <b>UGREEN Pass</b> e receba mais de 400 horas de conteúdo aplicado e organizado para que você possa atingir seu objetivo!</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:rgb(72, 148, 76);" href="https://www.ugreen.com.br/evento2026/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=green-building-day-xp-aconteceu-e-foi-um-sucesso"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Desbloqueie seu acesso </span></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Dúvidas sobre o Pass?! Fale com nossa equipe pelo WhatsApp: (41) 98896-6656</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Notícia</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">A nova lei de licenciamento ambiental já está em vigor. Seu projeto pode estar em risco sem que você saiba.</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/cb222348-1154-45e7-b3f5-afd119a6c38a/2a71c82b1928dcc845c626806d73d80a.png?t=1779366313"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;"><i>O Brasil unificou as regras ambientais para a construção. A velocidade prometida tem um custo oculto que a maioria dos escritórios ainda não calculou.</i></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Lei 15.190/2025 entrou em vigor em fevereiro de 2026. Ela substituiu décadas de normas fragmentadas entre resoluções do CONAMA e regulamentações estaduais e municipais sem padrão único.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>A promessa:</b> um processo de licenciamento mais rápido, claro e previsível para construtoras, incorporadoras e projetistas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Embora a promessa seja real e concreta, o risco também é.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-mudou-de-fato">O que mudou de fato</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A lei criou três modalidades de licença. A mais relevante para o setor é a Licença por Adesão e Compromisso, a LAC. Ela funciona da seguinte maneira:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">O empreendedor declara que sua atividade se enquadra em critérios de baixo impacto;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">A licença é concebida com base nessa declaração;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">O órgão ambiental realiza vistorias por amostragem depois, não antes.</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">Não há análise técnica prévia obrigatória de um órgão ambiental. A responsabilidade técnica, civil e administrativa recai sobre quem assinou a autodeclaração.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-isso-significa-na-prtica">O que isso significa na prática</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A agilidade é existente, mesmo não eliminando o risco, muda quem o carrega.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Antes, um licenciamento lento significava esperar o órgão ambiental, agora, um licenciamento rápido pode significar um projeto que avança sem análise adequada, com o empreendedor e seus técnicos como únicos responsáveis saco algo saia errado.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Três Ações Diretas de Incostitucionalidade foram protocoladas no STF entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, por partidos e organizações sociais.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O Greenpeace afirmou que a lei aumenta a insegurança jurídica no licenciamento brasileiro.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A lei está em vigor, mas sua estabilidade jurídica ainda está sendo testada.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-escritrios-e-construtoras-pre">O que escritórios e construtoras precisam fazer agora</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para quem projeta ou constrói com critérios ambientais, três pontos são prioritários:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Documentar mais, não menos.</b> A autodeclaração exige que a evidência esteja em mãos antes de assinar. Laudos técnicos, análises de impacto e registros de decisão de projeto não são opcionais.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Entender qual modalidade se aplica ao seu caso.</b> A LAC não é universal. Projetos com maior potencial de impacto seguem fluxos diferentes, e confundir as categorias gera risco jurídico direto.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Tratar sustentabilidade como critério técnico registrado.</b> Projetos que já trabalham com simulações de desempenho, análise de materiais e rastreabilidade de decisões estão melhor posicionados para cumprir exigências autodeclaratórias com segurança.</p></li></ul><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="por-que-isso-uma-oportunidade-para-">Por que isso é uma oportunidade para quem já trabalha com método</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A lei não é favorável a quem usa agilidade como atalho. Ela é vantajosa a quem tem processo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Escritórios e construtoras com documentação técnica sólida vão usar a LAC com segurança.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quem não tem irá assumir uma responsabilidade que não consegue sustentar.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O licenciamento ficou mais rápido no papel, e a exigência técnica sobre quem projeta ficou maior na prática.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="vdeo-da-semana"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Vídeo da Semana</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="por-que-a-sustentabilidade-some-ant">Por que a sustentabilidade some antes mesmo de chegar à obra?</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">Certos projetos começam com placa solar, madeira engenheirada e sistema de reuso de água. Quando chega ao canteiro, a madeira virou concreto, foi reduzida ao mínimo da norma e o sistema hídrico sumiu do escopo. A justificativa é sempre custo ou risco de fornecimento.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A solução para estes problemas existe, já foi testada e possui dados de desempenho, porém, o que trava é a forma como o setor decide, aprova e compra.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Uma burocracia mais longa significa capital parado, comprometendo o retorno, e quando o incorporador faz essa conta, a solução sustentável desaparece da planilha antes de entrar na obra.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O que poderia ser critério de decisão fica como item cortável no orçamento. Entender por que isso acontece é o primeiro passo para mudanças.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="quer-entender-mais-sobre-o-tema">Quer entender mais sobre o tema?</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo no YouTube e entenda por que soluções sustentáveis não saem do nicho no Brasil.</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/Fi7AFIgYulw" width="100%"></iframe><div class="section" style="background-color:transparent;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=df8f8b8d-5522-46b6-9274-f2f50b85fcf2&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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      <item>
  <title>Gerenciar carbono embutido reduz emissões e custo segundo análise europeia</title>
  <description>Relatório europeu com 72 estudos de caso mostra que projetos que tratam o carbono embutido como critério de projeto reduzem as emissões em 41% e o custo em 9%.</description>
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  <pubDate>Thu, 14 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-05-14T12:00:00Z</atom:published>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
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</style><div class='beehiiv__body'><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="green-building-day-xp"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Notícia</b></span></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Existe um argumento que surge em quase toda conversa sobre sustentabilidade na construção.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>“Sustentável custa mais.”</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Ele fecha reuniões antes que qualquer dado seja apresentado. Aparece em briefings de projeto, em apresentações de produto, em decisões de incorporadora. E, na maioria das vezes, não é acompanhado de nenhuma conta.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um relatório publicado pela consultoria holandesa Shifting Paradigms, com financiamento da European Climate Foundation, foi atrás dessa conta.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="reduo-de-emisses-e-corte-de-custo-n">Redução de emissões e corte de custo no mesmo movimento</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O estudo analisou 72 projetos reais, entre edifícios residenciais, comerciais e infraestrutura, construídos principalmente entre 2017 e 2022 na União Europeia e no Reino Unido. A pergunta que surgiu foi: reduzir carbono embutido aumenta o custo de obra?</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Nos projetos que utilizaram otimização de projeto como estratégia principal, os números foram:</p><div class="blockquote"><blockquote class="blockquote__quote"></blockquote></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Essas não foram obras de nicho, mas projetos com tecnologias disponíveis no mercado da época.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="por-que-isso-acontece">Por que isso acontece</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O mecanismo é direto</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quando o carbono embutido entra como critério de projeto desde o início, a equipe passa a avaliar combinações de materiais e sistemas estruturais que normalmente ficam fora da análise convencional.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Uma estrutura de concreto pós-tensionado pode substituir uma laje convencional e reduzir o volume de material e as emissões associadas à sua produção ao mesmo tempo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Uma especificação de aço com menor intensidade de carbono, feita no detalhamento estrutural, pode reduzir o volume total especificado sem aumento de custo. O mesmo raciocínio vale para painéis de vedação, sistemas de fundação e uso de agregados reciclados em concreto.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O ganho vem de uma melhor utilização dos materiais, além da própria quantidade reduzida.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="a-janela-que-fecha-cedo">A janela que fecha cedo</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Esses ganhos têm uma condição: a decisão precisa acontecer na fase de projeto.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Depois que a estrutura está definida e os materiais especificados, a alavancagem desaparece. O relatório é explícito: o maior potencial de redução de carbono embutido está nas fases de planejamento e concepção, não na execução, não na seleção de fornecedor no canteiro, não na gestão de resíduos depois da obra pronta.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Entrar tarde nessa discussão pode significar abrir mão de uma margem que existia e não vai voltar.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="outros-estudos-chegaram-ao-mesmo-re">Outros estudos chegaram ao mesmo resultado</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O resultado da Shifting Paradigms não é único.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Uma pesquisa do Rocky Mountain Institute com a Skanska, publicada em 2021 a partir de projetos nos EUA, mostrou que reduções de 19% a 46% no carbono embutido são alcançáveis com aumento de custo inferior a 1%, usando soluções já disponíveis.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um estudo australiano publicado no periódico <i>Building and Environment</i> registrou que a adoção de uma estrutura de concreto pós-tensionado reduziu o carbono embutido em 8% e gerou economia de capital de 10%.</p><div class="blockquote"><blockquote class="blockquote__quote"></blockquote></div><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-vale-para-o-brasil">O que vale para o Brasil</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Os dados do relatório refletem o contexto europeu e britânico, com preços de materiais e energia daquele período. Os valores absolutos não se transferem diretamente ao mercado brasileiro.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A lógica, sim.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A relação entre carbono embutido e custo de construção não é de conflito, mas de alinhamento desde que as decisões aconteçam no momento certo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">No Brasil, o tema ainda está na fase de conscientização. A Taxonomia Sustentável Brasileira, publicada pelo Decreto 13.705/2025, começa a criar o vocabulário regulatório para avaliações de ciclo de vida em edifícios.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O GRESB, principal benchmark de sustentabilidade do mercado imobiliário global, passou a pontuar carbono embutido em portfólios de desenvolvimento a partir deste ano.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Incorporadoras com investidores institucionais ou acesso a linhas de financiamento verde já estão sendo perguntadas sobre isso.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-isso-significa">O que isso significa</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O argumento de que sustentável custa mais não desapareceu. Mas os dados da última década mostram onde ele não se sustenta: quando o critério de carbono entra no projeto desde o início, ele compete em paridade com os critérios de custo, não contra eles.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A pergunta operacional, para quem projeta, constrói ou especifica, já não é se carbono embutido vai virar exigência. No mercado europeu já é. No Brasil, o movimento regulatório e financeiro aponta na mesma direção.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A pergunta é outra: em que fase do projeto essa discussão está acontecendo?</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Se a resposta for “quando o cliente pedir”, o dado de 9% de redução de custo não vai estar mais disponível. Ele pertence à fase de concepção, após isso, o que sobra é conformidade.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="green-building-day-xp"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Green Building Day XP</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="o-green-building-day-xp-amanh">O Green Building Day XP é amanhã!</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/c6712244-0a74-4b5e-9b7d-fe4988c8c781/Quem_Vai_Construir_o_Brasil_Diferente__1_.jpg?t=1776369993"/></div><h4 class="heading" style="text-align:left;" id="a-partir-das-13-h-no-fiep-event-cen">A partir das 13h no FIEP Event Center!</h4><p class="paragraph" style="text-align:left;">Serão dois blocos de conteúdos com Filipe Boni e Sami Meira, coffee break com networking e happy hour após o encerramento.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O evento será 100% presencial, menor do que as edições anteriores e sem transmissão online.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Ainda dá para garantir sua vaga!</b></p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:rgb(72, 148, 76);" href="https://www.ugreen.com.br/evento2026/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=gerenciar-carbono-embutido-reduz-emissoes-e-custo-segundo-analise-europeia"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Garanta seu ingresso </span></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Dúvidas sobre o evento?! Fale com nossa equipe pelo WhatsApp: (41) 98896-6656</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Conteúdo técnico</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Biofilia não é só colocar algumas plantas no projeto</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/70e27817-5d7b-4977-b22b-83104bf6280c/thumb-325-casacor-sp-claric3a7a-lima-e-debeus-tv-casacor.webp?t=1778758957"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagem: divulgação</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">É ótimo quando o projeto chega cheio de referências; paredes verdes, jardins internos, madeira aparente em todo o teto. O cliente mostrou a pasta de imagens e disse que queria “aquele clima de natureza”.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Porém, ninguém perguntou quanto sol ia entrar ou se a temperatura do ambiente em janeiro foi simulada, muito menos calculou a carga de manutenção de uma parede viva sem sistema de irrigação projetado junto à estrutura.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Resultando em algo previsível: um espaço que apenas parece conectado à natureza, mas, na prática, esquenta, cansa e custa caro para manter.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="a-cincia"><span style="color:rgb(72, 148, 76);">A ciência</span></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O conceito de biofilia tem fundamento científico sólido; o termo foi cunhado pelo psicanalista Erich Fromm em 1964. Em 1984, o biólogo Edward O. Wilson publicou o livro <i>Biophilia</i> e tornou o conceito central no campo da arquitetura e do comportamento humano. Wilson argumentou que os seres humanos possuem uma tendência inata de buscar conexão com outros sistemas vivos, com base em processos evolutivos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quando aplicada ao projeto com critério técnico, essa conexão tem efeitos mensuráveis. Estudos publicados em periódicos como <i>Journal of Environmental Psychology</i> e <i>Environment and Behavior</i> mostram redução de cortisol, melhora na concentração e maior desempenho cognitivo em ambientes com luz natural e vegetação.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em 1984, o pesquisador Roger Ulrich publicou um estudo seminal na revista <i>Science:</i> pacientes cirúrgicos com vista para árvores usaram menos analgésicos e tiveram internação mais curta do que pacientes com vista para uma parede de tijolos.</p><h4 class="heading" style="text-align:left;" id="biofilia-se-tornou-uma-esttica-e-se">Biofilia se tornou uma estética, e sem desempenho é apenas custo de obra para uma foto bonita</h4><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="onde-o-projeto-falha"><span style="color:rgb(72, 148, 76);">Onde o projeto falha</span></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Uma parede de plantas sem sistema de irrigação projetado vai exigir manutenção cara, vai morrer por partes e vai ser removida em poucos anos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Uma entrada de luz natural sem estudo de orientação solar vai criar ofuscamento pela manhã e sobreaquecimento à tarde.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Madeira aparente sem especificação de origem e tratamento vai trabalhar com a umidade e criar problemas acústicos que ninguém previu.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Cada uma dessas decisões tem consequência operacional … e nenhuma é detalhe.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="como-deveria-funcionar"><span style="color:rgb(72, 148, 76);">Como deveria funcionar</span></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Biofilia aplicada com critério técnico começa antes do projeto. Inicia na leitura do lugar, na orientação da edificação e no entendimento do microclima local.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Luz natural não é janela grande, é janela no lugar certo, com proteção solar dimensionada para a latitude e para o horário de uso do ambiente.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Ventilação cruzada não é duas janelas em lados opostos, é entender a direção dos ventos e criar o caminho que o ar vai percorrer dentro do espaço.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Vegetação não é decoração, é decisão sobre espécie, porte, localização e sistema de suporte. Significa calcular onde vai haver sombra, onde vai haver umidade e onde o usuário vai interagir com o verde de forma real.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quando essas decisões são tomadas com método, o espaço não só parece natural, mas também funciona como se fosse natural, e a diferença entre os dois é grande.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-argumento-que-no-sustenta"><span style="color:rgb(72, 148, 76);">O argumento que não sustenta</span></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O mercado de alto padrão aprendeu a usar biofilia como argumento de venda. “Projeto biofílico” virou item de portfólio.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O problema é que poucos conseguem explicar o que isso significa além da imagem.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O cliente paga pela experiência que o espaço entrega, só que, um projeto que não garante conforto térmico, possui manutenção cara e perde a vegetação em dois anos é lembrado e destacado pelos seus problemas, não por sua estética.</p><div class="section" style="background-color:rgb(72, 148, 76);border-radius:20px;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><p class="paragraph" style="text-align:left;">O que muda quando a biofilia é decisão técnica: o projeto fica mais eficiente, mais confortável e mais barato para operar. A foto pode parecer igual, mas o que o usuário sente dentro do espaço, não.</p></div><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="vdeo-da-semana"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Vídeo da Semana</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="do-que-adianta-construir-rpido-se-o">Do que adianta construir rápido, se o prédio fica todo errado?!</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">O prédio foi entregue semana passada. Tudo ocorreu bem, projeto aprovado rápido, fachada de vidro, renderização impecável. Por fora, tudo certo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Mas por dentro: persianas fechadas às 10h da manhã, ar-condicionado no limite e equipe trabalhando no escuro porque o sol atravessa o vidro direto para as telas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A conta de energia veio cara … como sempre vem.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Embora o ar-condicionado pareça o problema, o que causa este fenômeno é a forma como o prédio foi concebido, um erro que não possui conserto após a obra: não foi analisado o clima antes de fechar o projeto, e isso é bem mais comum do que parece.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;" id="se-interessou-pelo-tema">Se interessou pelo tema?</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo no YouTube e entenda como a análise climática muda o resultado do projeto antes mesmo da obra começar!</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/3B93pKKnqqE" width="100%"></iframe><div class="section" style="background-color:transparent;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=6e98768f-bcd2-4536-aa2d-ae4a68efec5b&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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      <item>
  <title>Fazenda realizou o comitê da taxonomia sustentável</title>
  <description>A primeira edição do Comitê da Taxonomia Sustentável foi concluída e já está em fase de implementação.  A construção civil já necessita dos dados para atendê-la.</description>
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  <pubDate>Mon, 11 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-05-11T12:00:00Z</atom:published>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
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    <div class='beehiiv'><style>
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</style><div class='beehiiv__body'><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="green-building-day-xp"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Notícia</b></span></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">No mês de abril deste ano, o Ministério da Fazenda realizou o evento “Implementando a Taxonomia Sustentável Brasileira”, marcando a conclusão da primeira edição da TSB e o início de sua fase de implementação.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O sistema foi instituído pelo Decreto 12.705, de outubro de 2025, como parte do Plano de Transformação Ecológica do governo federal.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A TSB classifica quais atividades econômicas e investimentos podem ser considerados sustentáveis para fins de financiamento público e privado no Brasil. A construção civil foi incluída como setor prioritário.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O Banco Central anunciou que, ao longo de 2026, vai avaliar como integrar a TSB ao seu arcabouço regulatório. Quando isso acontecer, os critérios de elegibilidade para crédito verde no setor imobiliário serão diretamente afetados.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-isso-significa">O que isso significa</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A TSB não é uma política ambiental, mas uma ferramenta financeira. Essa distinção muda o que está em jogo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O que o sistema faz, na prática, é definir quais projetos e atividades têm acesso a linhas de crédito rotuladas como verdes: Fundo Clima, Eco Invest, debêntures de infraestrutura. Quem não se enquadra nos critérios não fica necessariamente sem crédito, mas não acessa essas linhas, que tendem a ter condições melhores.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Com o Banco Central avaliando a integração da TSB às suas normas, esse filtro vai se tornar mais presente nas decisões de financiamento do setor.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O problema central do critério é ser comprovado, pois a TSB opera com um sistema de Monitoramento, Relato e Verificação, o <b>MRV,</b> que requer que as organizações demonstrem, com informações estruturadas, que suas atividades atendem ao que o sistema estabelece</p><div class="blockquote"><blockquote class="blockquote__quote"></blockquote></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para construtoras e incorporadoras, a Onda 1 do MRV começa pelas companhias abertas, já as fechadas entram em fase posterior. Mas o dado que o sistema vai exigir “amanhã” precisa começar a ser construído “hoje”.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Certificações como EDGE e LEED, quando acompanhadas de documentação técnica consistente, já funcionam como instrumentos de comprovação compatíveis com a lógica da TSB</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para fabricantes de materiais, o ponto é diferente, a TSB classifica atividades por setor econômico. Isso significa que os critérios que definem um produto como sustentável para especificação em projetos elegíveis a crédito verde estão sendo escritos agora, dentro dos grupos técnicos do sistema.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quem já tem ACV, EPD e inventário GHG estruturados fala a língua do sistema, enquanto quem não tem, depende de uma corrida contra o tempo onde as horas já estão correndo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A régua acaba de ser oficializada, e o mercado que não possui dados para atendê-la irá começar a sentir, não quando a obrigação chegar, mas na primeira vez que um projeto precisar de uma linha de crédito que exija comprovação.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="green-building-day-xp"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Green Building Day XP</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="o-green-building-day-xp-em-4-dias">O Green Building Day XP é em 4 dias</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/c6712244-0a74-4b5e-9b7d-fe4988c8c781/Quem_Vai_Construir_o_Brasil_Diferente__1_.jpg?t=1776369993"/></div><h4 class="heading" style="text-align:left;" id="quatro-dias-para-estar-junto-ao-fil">Quatro dias para estar junto ao Filipe Boni, Sami Meira e profissionais que estão tentando fazer o mesmo que você: trabalhar com mais critério, mais clareza e mais sustentabilidade aplicada de verdade.</h4><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">📅 15 de maio</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">🕐 13h às 18h</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">📍FIEP Event Center</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">👥 100% presencial, sem transmissão online</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">📜 Certificado de participação incluso</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">Serão dois blocos de conteúdos com um coffee break durante o intervalo, além do próprio networking entre todos presentes!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Bônus:</b> 3 meses de acesso ao UGREEN Pass (sem custo adicional) com mais de 30 cursos, <b>a partir do dia do evento.</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Vagas limitadas!</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:rgb(72, 148, 76);" href="https://www.ugreen.com.br/evento2026/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=fazenda-realizou-o-comite-da-taxonomia-sustentavel"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Link para o seu ingresso </span></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Dúvidas sobre o evento?! Fale com nossa equipe pelo WhatsApp: (41) 98896-6656</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Desempenho e ciclo de vida</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Materialidade circular na construção: madeira engenheirada e concreto autocurativo</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/86a81441-004c-44fa-ab64-cc38b6172676/chris-palomar-RmVJAEmkg-M-unsplash.jpg?t=1778500685"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">A construção civil é, tecnicamente, uma indústria de transformação. Pega recurso natural, converte em edificação e descarta o que sobra.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O problema não é a sequência, mas sim o que ocorre após, quando a edificação chega ao fim da vida útil: quase nada volta ao ciclo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Segundo a Ellen MacArthur Foundation, entre <b>20 e 30%</b> dos resíduos gerados por obras são reciclados. O que vem de demolições é ainda pior: apenas <b>1%</b> dos materiais é reutilizado.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Esse é o modelo linear: extrair, usar e descartar. Seu custo já aparece nas contas: o cimento sozinho responde por cerca de 8% das emissões globais de CO₂ - isso não é um dado novo - é algo que o setor conhece e, na maior parte das vezes, ainda não sabe como endereçar dentro do projeto.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A chamada materialidade circular é uma escolha de especificação com implicações diretas em custo de manutenção, pegada de carbono e tempo de vida da estrutura. Dois materiais ilustram bem o que esse conceito significa na prática.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="madeira-engenheirada-carbono-que-fi">Madeira engenheirada: carbono que fica dentro da estrutura</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Esse material, especialmente o CLT (madeira laminada cruzada), não é algo novo tanto no mercado europeu quanto no norte-americano, porém no Brasil, ainda “está chegando”.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O mercado global de CLT foi estimado em USD 1,84 bilhão em 2025 e deve crescer a uma taxa de 15,15% ao ano até 2033. Esse dado mostra como é o segmento de maior expansão dentro da construção em madeira.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A madeira engenheirada pode substituir concreto e aço em lages, vigas, pilares e paredes em edifícios de até 40 andares. Revisões sistemáticas de ACV (Avaliação do Ciclo de Vida) indicam que a substituição de estruturas de concreto armado por mass timber reduz, em média, 40% a 43% das emissões de gases de efeito estufa. Em comparação com o aço, a redução pode chegar até 50%.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A razão técnica é o fato de a madeira ser composta por cerca de 50% de carbono em peso, e quando ela vira uma estrutura, esse carbono fica imobilizado pelo tempo de vida do edifício. Já o concreto e o aço não fazem isso, eles só emitem na produção.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">No Brasil, o primeiro prédio residencial de madeira engenheirada está sendo erguido na Vila Madalena em São Paulo. São 6 andares, com unidades a partir de R$ 5 milhões. A entrada pelo alto padrão é uma estratégia de mercado conhecida, pois serve para criar cultura antes de escalar</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O Grupo Tenda já investiu R$ 75 milhões em uma fábrica com capacidade para abastecer 10 mil casas por ano em Santa Bárbara do Oeste (SP). Esses dois movimentos apontam para direções diferentes do mercado, mas validam o mesmo material.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um ponto que exige atenção na especificação: madeira só funciona como argumento de sustentabilidade quando há rastreabilidade de origem. Produtos com selos FSC ou PEFC deixaram de ser diferenciais e viraram requisito em contratos públicos e obras que buscam certificações como EDGE e LEED. Sem origem comprovada, o argumento não se sustenta.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="concreto-autocurativo-vida-til-como">Concreto autocurativo: vida útil como estratégia</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O segundo material opera numa lógica diferente: em vez de substituir o concreto, aprimora o que ele pode fazer.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O bioconcreto foi desenvolvido pelo microbiologista holandês Henk Jonkers, na Universidade de Tecnologia de Delft. O princípio é simples de entender e complexo de executar: incorporar colônias da bactéria <i>Bacillus pseudofirmus</i> ao concreto. Quando a água penetra em uma fissura, as bactérias ativam e produzem cristais de calcário, que fecham a rachadura antes que ela avance.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A bactéria é capaz de sobreviver por mais de 200 anos dentro da estrutura. A primeira aplicação em escala real foi uma estação de salva-vidas na Holanda, em 2011. O material ainda está em fase de transição entre laboratório e mercado, mas aplicações comerciais iniciais já existem.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O argumento financeiro é o que abre portas nesse caso. O bioconcreto custa em média 40% mais que o concreto convencional. Pode parecer desvantagem, mas estudos de ciclo de vida mostram que, em ambientes marinhos, uma laje de concreto armado convencional com fissuras tem vida útil de cerca de 7 anos, enquanto a mesma laje em bioconcreto dura entre 60 e 94 anos, com benefícios ambientais adicionais de 56% e 75% em múltiplos indicadores de impacto.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A matemática muda completamente quando o cálculo inclui custo de manutenção ao longo da vida útil da estrutura.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Esse é um argumento que funciona em obras de infraestrutura, construções em zonas costeiras, hospitais e qualquer edifício onde a interrupção para manutenção estrutural tem custo operacional alto.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-conecta-os-dois">O que conecta os dois</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Madeira engenheirada e concreto autocurativo parecem muito diferentes. São origens distintas, lógicas de projeto e estágios de adoção diferentes no Brasil.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Mas atacam o mesmo ponto fraco do modelo linear: a demanda contínua por material novo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um reduz a quantidade de material virgem necessária na estrutura, ao usar origem renovável e rastreável, enquanto o outro estende a vida da estrutura existente, reduzindo a frequência com que ela precisa ser refeita.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O mercado de materiais de economia circular aplicados à construção nos EUA superou USD 9,1 bilhões em 2024 e deve crescer 11,7% ao ano até 2034. Parte relevante desse crescimento está sendo puxada por metas ESG de incorporadoras e construtoras que precisam documentar a pegada de carbono dos seus projetos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">No Brasil, esse processo está no início, mas a lógica que impulsiona o mercado global é a mesma que chega aqui: quem especifica material precisa, cada vez mais, provar o que o material faz ao longo do tempo, não só na inauguração.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="vdeo-da-semana"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Vídeo da Semana</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="o-problema-da-sustentabilidade-no-b">O problema da sustentabilidade no Brasil não é de consciência. É de estrutura</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">71% das empresas brasileiras dizem adotar práticas sustentáveis, porém, só 20% publicam dados verificáveis. Isso não condiz com uma “má fé” das empresas, na verdade, a própria infraestrutura não sustenta o que o discurso promete.</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Embalagem reciclável que vai parar o lixão porque a coleta seletiva não existe.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Energia limpa contratada que não chega porque a rede de transmissão não aguenta.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Frota com rota otimizada que perde toda a eficiência numa rodovia interditada.</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">A meta não é o problema, mas sim o sistema que deveria executá-la.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Copiar o modelo europeu de sustentabilidade num país sem a infraestrutura que esse modelo exige se torna um risco operacional.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;" id="quer-se-aprofundar-no-tema">Quer se aprofundar no tema?</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo no YouTube e entenda por que grande parte das estratégias de sustentabilidade quebra antes de sair do papel e o que as empresas podem controlar mesmo dentro desse cenário.</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/s7W9VV7R2n0" width="100%"></iframe><div class="section" style="background-color:transparent;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=07c9f3df-647a-4fc1-a2f6-11bfe3dc779d&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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      <item>
  <title>Setor da construção reconhece sustentabilidade, mas não sabe como comprovar</title>
  <description>O Barômetro da Construção Sustentável 2026 mapeou 30 países, e o padrão que aparece é o mesmo em todos os países.</description>
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  <pubDate>Thu, 07 May 2026 12:34:29 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-05-07T12:34:29Z</atom:published>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
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    <div class='beehiiv'><style>
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</style><div class='beehiiv__body'><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/dd4b5c2c-a4d8-4ece-b8fa-3770150f018a/ey-site-eyp-14a-barometro.jpg?t=1778156844"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">No final do mês passado (abril), a Saint-Gobain publicou a quarta edição do seu Barômetro da Construção Sustentável. Um estudo que reuniu 4.800 profissionais do setor e 30.000 cidadãos de 30 países.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Os dados são de escopo global. O Brasil não foi especificado neste ano, porém foi incluído com recorte nacional específico na edição do ano anterior - e os números brasileiros possuem uma leitura própria.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">No plano global, a consciência sobre o tema é alta, mas o que o estudo encontrou não foi engajamento, mas sim uma separação clara entre o que os profissionais dizem entender e o que de fato praticam.</p><table width="100%" class="bh__column_wrapper"><tr><td width="33%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;"><b>67%</b></p><p class="paragraph" style="text-align:center;">dos profissionais dizem entender exatamente o que é construção sustentável</p></td><td width="33%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;"><b>32%</b></p><p class="paragraph" style="text-align:center;">avaliam rotineiramente a pegada de carbono dos seus projetos</p></td><td width="33%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;"><b>30%</b></p><p class="paragraph" style="text-align:center;">já executam projetos sustentáveis de forma sistemática</p></td></tr></table><div class="blockquote"><blockquote class="blockquote__quote"></blockquote></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Há ainda um dado sobre percepção de valor: 47% dos profissionais acreditam que construção sustentável gera mais valor do que a convencional. Entre representantes do poder público, esse número cai para 34%.</p><div class="section" style="background-color:rgb(72, 148, 76);border-radius:20px;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:#222222;">Brasil - edição 2025</span></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;"><span style="color:#222222;">O recorte nacional da edição anterior mostrou um padrão mais extremo, com a consciência sendo acima da média global, onde 69% dos profissionais brasileiros afirmaram dominar o conceito. Mas o preparo para aplicar na prática era o mais baixo entre todos os países pesquisados: apenas 9% se sentiam capacitados para agir, contra uma média global de 28%.</span></p></div><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-isso-significa">O que isso significa</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A distância entre reconhecer o tema e ter condições técnicas de agir sobre ele é um problema que o barômetro identifica, e esta distância tem consequências concretas.</p><table width="100%" class="bh__column_wrapper"><tr><td width="50%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Para projetos</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quem não consegue documentar desempenho ambiental perde especificação em obras que exigem certificação.</p></td><td width="50%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Para fabricantes</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Sem dados verificados, o produto fica fora de cadeias de fornecimento que já exigem evidência técnica.</p></td></tr></table><table width="100%" class="bh__column_wrapper"><tr><td width="50%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Para construtoras</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Sem medição de emissões, não se responde a investidores e compradores que incluem sustentabilidade na avaliação de risco.</p></td><td width="50%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Para o mercado</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O barômetro aponta o principal obstáculo: dificuldade de tornar o desempenho sustentável visível, mensurável e integrado às decisões de custo e prazo.</p></td></tr></table><div class="blockquote"><blockquote class="blockquote__quote"></blockquote></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O desafio não é mais convencer o mercado de que a sustentabilidade importa, é construir os instrumentos para provar o que já se sabe que precisa ser feito.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="green-building-day-xp"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Green Building Day XP</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="8-dias-depois-disso-o-green-buildin">8 dias. Depois disso, o Green Building Day XP acontece com ou sem você!</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/c6712244-0a74-4b5e-9b7d-fe4988c8c781/Quem_Vai_Construir_o_Brasil_Diferente__1_.jpg?t=1776369993"/></div><h4 class="heading" style="text-align:left;" id="o-evento-dia-15-de-maio-no-fiep-eve">O evento é dia 15 de maio, no FIEP Event Center, em Curitiba.</h4><p class="paragraph" style="text-align:left;">Será uma tarde presencial com Filipe Boni e Sami Meira em formato menor, mais denso e próximo do que qualquer edição anterior do GBD!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Dois blocos de conteúdo, coffee break com espaço estruturado para networking e happy hour após o encerramento. <b>Certificado incluso.</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quem garantir a vaga ainda recebe <b>3 meses de acesso ao UGREEN Pass</b> - sem custo adicional - com mais de 30 cursos completos sobre sustentabilidade na construção, <b>disponível a partir do dia do evento!</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O aprendizado da tarde continua na plataforma!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">As vagas são limitadas e esta edição não contará com transmissão online.</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:rgb(72, 148, 76);" href="https://www.ugreen.com.br/evento2026/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=setor-da-construcao-reconhece-sustentabilidade-mas-nao-sabe-como-comprovar"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Garanta sua vaga </span></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Dúvidas sobre o evento?! Fale com nossa equipe pelo WhatsApp: (41) 98896-6656</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Conteúdo Técnico</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">As fachadas que respiram</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/2b8dfc70-1511-4f3b-92c7-02d75e2fa463/domestic_car_park.jpg?t=1778157156"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Existe um problema pouco perceptível em muitos dos edifícios projetados nas últimas décadas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Suas fachadas foram desenhadas para um dia em específico. Um ângulo de sol médio, uma temperatura de referência são condições que na prática existem apenas por algumas semanas do ano, além de serem a principal causa do desconforto interno, consumo excessivo de energia e do retrabalho do sistema de climatização no restante do tempo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">É passivo de se imaginar que o problema esteja no vidro, no brise ou até mesmo no material escolhido, porém, não está. O real “culpado” é a fachada estática.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-muda-com-uma-fachada-que-reag">O que muda com uma fachada que reage</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Fachadas cinéticas são sistemas que alteram sua geometria em resposta a condições externas: incidência solar, temperatura, vento.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Le Corbusier desenvolveu os primeiros brises-soleils fixos a partir de 1929, com aplicações construídas a partir de 1935. O que “evoluiu” foi a escala, a precisão e a viabilidade de sistemas que fazem isso de forma automatizada e contínua.</p><div class="section" style="background-color:rgb(72, 148, 76);border-radius:20px;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><p class="paragraph" style="text-align:left;">O mecanismo funciona em três etapas: <b>(i)</b> sensores captam as condições externas, <b>(ii)</b> um sistema de controle processa os dados e determina a configuração ideal, <b>(iii) </b>atuadores executam o movimento físico dos painéis.</p></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Resultando em uma fachada que opera de forma diferente às 8h e às 15h, no inverno e no verão, em orientação nordeste e oeste. A redução de até 50% no ganho de calor solar e diminuição proporcional da carga sobre o sistema de climatização, sem depender de intervenção manual, é o impacto direto desta aplicação.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Existe também uma versão passiva deste princípio, sem motores ou algoritmos. A garagem do Aeroporto Doméstico de Brisbane, por exemplo, projetada pelo artista Ned Kahn em colaboração com o escritório Hassell e o estúdio UAP, utiliza cerca de 117 mil painéis de alumínio suspensos que oscilam livremente com o vento sem utilizar nenhum sensor ou motor. A fachada se move por conta do vento, além de fornecer sombreamento e ventilação cruzada como subproduto de uma força que já estava lá.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um dos principais obstáculos à adoção dessas tecnologias é a dependência de sistemas elétricos e mecânicos que precisam de manutenção, falham e carregam seu próprio carbono embutido de fabricação.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O Institut du Monde Arabe, em Paris, concluído em 1987 e projetado por Jean Nouvel em colaboração com o Architecture-Studio, precisou de uma reforma completa do sistema de diafragmas motorizados 30 anos após sua inauguração. Os motores foram falhando progressivamente e a sofisticação gerou um custo de operação que o projeto original não havia dimensionado.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="as-decises-de-projeto-no-brasil">As decisões de projeto no Brasil</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A discussão sobre fachadas cinéticas costuma ficar restrita ao registro de projetos icônicos internacionais: Abu Dhabi, Paris, Brisbane. Edifícios que existem em contextos orçamentários, regulatórios e climáticos bastante específicos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Mas o princípio que está por trás deles é exatamente o que está em jogo em qualquer decisão de envoltória no Brasil: como uma fachada desempenha ao longo do tempo, em condições variáveis, sem depender de climatização para compensar o que o projeto não resolveu.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Isso exige sistema automatizado e tratar a fachada como um sistema de desempenho, com a mesma atenção que se dedica a um memorial de cálculo estrutural.</p><div class="blockquote"><blockquote class="blockquote__quote"></blockquote></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Além de não serem conceitos novos, seu processo de projeto frequentemente trata com menos rigor do que trataria uma especificação de estrutura ou instalações.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="exigncias-do-mercado">Exigências do mercado</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Fachadas cinéticas automatizadas ainda possuem custo de implementação e manutenção que restringe sua adoção no Brasil. Porém, o movimento que as originou está chegando de outras formas: normativas de desempenho, exigências de certificação e critérios de financiamento que tratam eficiência energética como condição de acesso, não como atributo opcional.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um projeto que entrega consumo energético acima do esperado, ou que depende de climatização mecânica para compensar uma fachada mal dimensionada, responde a isso em custo operacional, em valor de locação e em satisfação dos usuários ao longo da vida útil do edifício.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A fachada estática, desenhada para uma condição média que raramente existe, vai continuar sendo especificada. Mas vai ser progressivamente mais difícil justificá-la quando há alternativas mensuráveis, com impacto direto nos dados de desempenho que o mercado começa a exigir como evidência.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="vdeo-da-semana"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Vídeo da Semana</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="seu-escritrio-est-consumindo-a-prod">Seu escritório está consumindo a produtividade da sua equipe</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">Muitas pessoas já trabalharam em um escritório onde metade do espaço congela e a outra metade ferve. O sono bate às 14h sem motivo e/ou a concentração simplesmente some antes mesmo do almoço.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A explicação mais comum é falta de motivação, estresse ou até mesmo problema de gestão, mas e se eu te disser que esse diagnóstico está errado!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O corpo humano gasta muita energia para se manter estável dentro de um ambiente que não o faz bem. Temperatura desregulada, ar com CO₂ acumulado, iluminação artificial fixa e ruído sem barreira acústica, cada um desses fatores consome parte da sua energia que deveria ser destinada ao trabalho.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Isso resulta em sintomas que aparecem como: cansaço, erro, retrabalho e reuniões que não chegam a lugar algum.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="quer-se-aprofundar-no-tema">Quer se aprofundar no tema?</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo no YouTube e entenda como o ambiente físico do escritório afeta diretamente a produtividade da equipe e o que uma decisão de projeto pode mudar nessa conta.</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/mNsyeUbJHRE" width="100%"></iframe><div class="section" style="background-color:transparent;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=5891e42b-c67a-46c5-8929-78ff5a5d845a&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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      <item>
  <title>Roca Brasil Cerâmica reduz intensidade de emissões utilizando biomassa</title>
  <description>A marca brasileira realizou a substituição total do coque por biomassa em 2022, reduzindo 33% da intensidade de emissões de seus produtos em apenas 4 anos.</description>
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  <pubDate>Mon, 04 May 2026 12:36:04 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-05-04T12:36:04Z</atom:published>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
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A partir do diagnóstico da ACV, a empresa iniciou a substituição por biomassa, pellets e briquetes derivados de resíduos de indústrias madeireiras. A transição teve início em 2021, e em 2022, todas as plantas operavam sem coque.</p><table width="100%" class="bh__column_wrapper"><tr><td width="33%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;"><b>33%</b></p><p class="paragraph" style="text-align:center;">Redução na intensidade de emissões entre 2020 e 2024</p></td><td width="33%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;"><b>4,55 kg</b></p><p class="paragraph" style="text-align:center;">CO₂e/m² em 2024 — abaixo da Itália (5,00) e da Espanha (5,50)</p></td><td width="33%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;"><b>10.531 t</b></p><p class="paragraph" style="text-align:center;">CO₂e evitadas com a substituição do combustível</p></td></tr></table><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em março de 2025, esses dados foram apresentados por Sami Meira no 3º Workshop Técnico de MRV em Brasília, durante o processo de regulamentação do Sistema Brasileiro de Comércio e Emissões. A apresentação incluiu uma proposta ao governo federal: reconhecer a recuperação de jazidas de argila como geradora de créditos de carbono no SBCE.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-isso-significa">O que isso significa</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A substituição do coque foi uma decisão de engenharia de processo, orientada por dados de ciclo de vida. A ACV localizou a fonte principal de emissão (os atomizadores) e tornou possível quantificar o impacto antes de qualquer mudança ser realizada. Sem esse mapeamento, a troca de combustível poderia ter sido feita no lugar errado, com escala insuficiente ou simplesmente não ter acontecido.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O resultado quatro anos depois é verificável: intensidade de emissões de 4,55 kgCO₂e/m², abaixo da Itália e Espanha, numa média global de 14,40 kgCO₂e/m². Isso coloca a produção nacional de um fabricante específico à frente dos principais benchmarks europeus do setor.</p><div class="section" style="background-color:rgb(72, 148, 76);border-radius:20px;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><p class="paragraph" style="text-align:left;"><span style="color:#C0C0C0;">A UGREEN acompanha a Roca Brasil Cerâmica desde 2019 - ACV, Inventário GEE pelo GHG Protocol, relatório anual de sustentabilidade e apresentação dos resultados no Workshop Federal de MRV. Para fabricantes de materiais que precisam estruturar este tipo de processo, os serviços de ACV e gestão de KPIs ESG da UGREEN cobrem desde o diagnóstico inicial até a publicação de dados verificáveis.</span></p></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O contexto regulatório torna isso mais urgente do que parece. O SBCE está em regulamentação ativa. Os critérios de MRV (monitoramento, reporte e verificação) estão sendo definidos agora, com participação de indústrias que já têm inventários estruturados. Fabricantes que ainda não iniciaram esse processo vão entrar na regulação sem histórico de dados, sem baseline e sem capacidade de demonstrar redução.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Construir esse histórico leva tempo. A Roca Brasil Cerâmica levou quatro anos para chegar ao número que apresentou em Brasília. Esse é o prazo que o mercado não costuma considerar até que a exigência já esteja em vigor.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="green-building-day-xp"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Green Building Day XP</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="so-apenas-11-dias-para-o-green-buil">São apenas 11 dias para o Green Building Day XP</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/c6712244-0a74-4b5e-9b7d-fe4988c8c781/Quem_Vai_Construir_o_Brasil_Diferente__1_.jpg?t=1776369993"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">No dia <b>15 de maio,</b> a <b>FIEP Event Center</b> em Curitiba recebe uma tarde dedicada à sustentabilidade aplicada à construção.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Serão 2 blocos de conteúdos com Filipe Boni e Sami Meira, coffee break, networking e happy hour (despesas por conta) - tudo em um único evento!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Além disso, ao garantir seu ingresso, você recebe 3 meses de acesso ao <b>UGREEN Pass</b> sem custo adicional! São mais de 30 cursos disponíveis em uma única plataforma para você ampliar seu conhecimento do seu jeito e ritmo!</p><h4 class="heading" style="text-align:left;" id="os-3-meses-so-vlidos-a-partir-do-di">⚠️ <b>Os 3 meses são válidos a partir do dia do evento!</b></h4><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">📅 15 de maio</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">🕐 Das 13h às 18h</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">📍 FIEP Event Center, Curitiba</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">O evento está chegando, garanta seu ingresso agora mesmo!</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:rgb(72, 148, 76);" href="https://www.ugreen.com.br/evento2026/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=roca-brasil-ceramica-reduz-intensidade-de-emissoes-utilizando-biomassa"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Link para o seu ingresso </span></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Dúvidas sobre o evento?! Fale com nossa equipe pelo WhatsApp: (41) 98896-6656</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Notícia</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Infraestrutura azul-verde vira parâmetro técnico na construção das cidades</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/ff598756-d700-4d28-b29d-c68979e8dee0/infraestrutura-azul-bishan-singapura-1024x537.jpg?t=1777898094"/></div><h5 class="heading" style="text-align:left;" id="jardins-de-chuva-telhados-com-reten">Jardins de chuva, telhados com retenção hídrica e pavimentos permeáveis entram nos projetos como resposta mensurável ao calor e às enchentes urbanas.</h5><p class="paragraph" style="text-align:left;"><i>Em 2023, desastres climáticos deslocaram 7,7 milhões de pessoas no mundo. Nas cidades, o calor cresce duas vezes mais rápido do que a média global. A resposta do mercado da construção ainda é, em grande parte, mais concreta.</i></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Este modelo chamado de <b>infraestrutura cinza</b> traz consigo muros de contenção, redes de esgoto, diques e sistemas de bombeamento que funcionaram por décadas, mas agora atingiram seu limite. Os custos destas decisões são perceptíveis nas obras, especificações e contas dos municípios.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A resposta que ganhou força glocal é a <span style="color:#2f8e25;">infraestrutura azul-verde.</span></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que"><span style="color:rgb(72, 148, 76);">O que é</span></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O conceito une dois sistemas:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">O <span style="color:#2f8e25;">verde</span> cobre florestas urbanas, telhados vegetados, jardins de chuva e pavimentos permeáveis.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">O <span style="color:#2759fa;">azul</span> engloba lagos, córregos renaturalizados, áreas úmidas e redes de drenagem.</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">Juntos, formam uma rede de gestão ambiental que opera do edifício à cidade.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Na escala do projeto, o termo é <i>arquitetura azul-verde.</i> Ele descreve a intenção entre vegetação e manejo de água da chuva e água cinza dentro do próprio edifício.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="por-que-o-timing-mudou"><span style="color:rgb(72, 148, 76);">Por que o timing mudou</span></h3><table width="100%" class="bh__column_wrapper"><tr><td width="33%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;"><b>2–5°C</b></p><p class="paragraph" style="text-align:center;">Redução de temperatura em microclimas urbanos com infraestrutura azul-verde</p></td><td width="33%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;"><b>51</b></p><p class="paragraph" style="text-align:center;">Tipos de soluções azul-verde mapeados pela ciência em 10 categorias distintas</p></td><td width="33%" class="bh__column"><p class="paragraph" style="text-align:center;"><b>7,7M</b></p><p class="paragraph" style="text-align:center;">Pessoas deslocadas por desastres climáticos somente em 2023</p></td></tr></table><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="como-entra-no-projeto"><span style="color:rgb(72, 148, 76);">Como entra no projeto</span></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Na prática, infraestrutura azul-verde não é item de checklist, é uma decisão de projeto que começa com como o terreno vai lidar com a água da chuva. Ramifica-se por escolhas de cobertura, pavimentação, paisagismo e relação com o entorno híbrido.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Jardins de chuva, telhados com camada de retenção, biovaletas e parques com capacidade de retenção de cheias são ferramentas com <span style="color:rgb(72, 148, 76);">desempenho mensurável</span> e <span style="color:rgb(72, 148, 76);">custo calculável</span>. São Paulo incorporou essas soluções nos manuais técnicos de drenagem e desenho urbano da prefeitura.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Os parâmetros de projeto já existem, mas o desafio técnico é saber aplicar.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-a-cincia-ainda-no-resolve"><span style="color:rgb(72, 148, 76);">O que a ciência ainda não resolve</span></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Avaliações de longo prazo são escassas, pois a escala de adoção ainda é pequena.</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Conectar soluções descentralizadas é um desafio real de planejamento;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um jardim de chuva bem projetado não resolve uma bacia hidrográfica inteira;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um telhado verde não substitui um sistema de drenagem subdimensionado.</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">O que a infraestrutura azul-verde resolve são os problemas que a infraestrutura cinza não consegue mais enfrentar sozinha: calor e água, com custo menor e benefício maior para quem usa os espaços.</p><div class="section" style="background-color:rgb(72, 148, 76);border-radius:20px;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:#C0C0C0;">Olhar UGREEN</span></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;"><span style="color:#C0C0C0;">Especificar um telhado com camada de retenção hídrica tem retorno mensurável em consumo de energia e manutenção. Prever um jardim de chuva no projeto de implantação reduz risco de dano. Escolher pavimento permeável afeta temperatura de superfície, conforto e durabilidade.</span></p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><span style="color:#C0C0C0;">São decisões técnicas com consequência econômica … não gestos simbólicos.</span></p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><span style="color:#C0C0C0;">A Holanda - por exemplo - tornou obrigatória a avaliação de infraestrutura azul-verde em todos os edifícios novos em 2024. A União Europeia direcionou cerca de 100 bilhões de euros para soluções de biodiversidade e natureza no período 2021-2027. Quem projeto sem considerar esses critérios transfere custo para o cliente, para o projeto e para a cidade.</span></p></div><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="vdeo-da-semana"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Vídeo da Semana</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="do-que-adianta-um-projeto-ficar-bon">Do que adianta um projeto ficar bonito na foto enquanto não é nada eficiente?!</h1><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/JudMIDWMO38" width="100%"></iframe><p class="paragraph" style="text-align:left;">Fachada de vidro do piso ao teto, volume limpo, sem beiral nem sombra - foto perfeita - mas aí, às 14h de janeiro, a sala vira uma estufa. O ar-condicionado passou a rodar o dia inteiro, sendo que o cliente pagou caro por um espaço difícil de ser utilizado.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Isso não é um caso isolado, pois já se tornou um padrão que se repete pelo fato do mercado recompensar imagem antes de desempenho.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um projeto chamativo vende até 15% mais rápido, porém, estudos mostram que o consumo real de energia em edifícios pode chegar a cinco vezes o valor projetado. Em alguns casos, dez vezes, essa diferença aparece diretamente na conta.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quando a decisão de projeto prioriza o visual sem considerar orientação solar, carga técnica e comportamento do usuário, o edifício passa a brigar com quem mora nele.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Beral removido para limpar volume, vidro escolhido pela cor e não pela transmitância, simulação feita com dados ideais, sem considerar o entorno real. Cada um desses erros possui custos que se acumulam por décadas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo no YouTube e entenda por que isso acontece, como identificar esses erros antes da obra e o que muda quando o projeto é avaliado com dados reais de desempenho!</p><div class="section" style="background-color:transparent;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=fbc42289-43bb-48a9-8783-2770429286b2&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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      <item>
  <title>Comissão Europeia leva Portugal ao tribunal por não transpor regras de energia renovável</title>
  <description>Bruxelas encerrou o prazo de tolerância. Oito países estão na mira e o setor da construção está dentro do escopo.</description>
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  <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 11:59:17 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-04-30T11:59:17Z</atom:published>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
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    <div class='beehiiv'><style>
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</style><div class='beehiiv__body'><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/d14b9693-01b6-4408-bdd0-f2d5b3aa012b/Renovaveis-1024x530.jpg?t=1777549785"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Comissão Europeia acionou o Tribunal de Justiça da União Europeia contra Portugal, Grécia e Malta por descumprimento da Diretiva 2023/2413. A norma exige a transposição de regras que aceleram a expansão de fontes renováveis em todos os setores da economia. O prazo venceu e os três países não cumpriram.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A diretiva, além de tratar de geração de energia elétrica, também estabelece metas e obrigações para aquecimento, resfriamento, transporte, indústria e edifícios.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Dentro deste escopo, há exigências específicas sobre eficiência energética em edificações, procedimentos de licenciamento de projetos e integração de sistemas de energia limpa na cadeia de fornecimento da construção civil.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Portugal não está sozinho no descumprimento. A Comissão abriu processos de infração contra 26 dos 27 Estados-membros em 2025 por falhas na comunicação da transposição (a única exceção foi a Dinamarca). No caso de Portugal, o processo chegou ao tribunal com pedido formal de sanções financeiras.</p><div class="blockquote"><blockquote class="blockquote__quote"></blockquote></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O processo judicial não suspende as obrigações. Enquanto o impasse regulatório persiste, projetos de autoconsumo, comunidades de energia e infraestrutura de armazenamento operam em zona cinzenta, sem regras de licenciamento simplificado que a diretiva exige.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-isso-significa">O que isso significa</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Durante anos, o padrão europeu funcionou da seguinte forma: metas climáticas eram anunciadas, prazos eram negociados e atrasos tolerados, porém, esse ciclo chegou ao fim.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Comissão Europeia passou a tratar a legislação climática como obrigação jurídica executável, não como intenção política. Quem não transpõe vai ao tribunal, e quem atrasa, perde espaço regulatório e financeiro.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para o setor da construção, a diretiva em questão é um dos instrumentos que determina como edifícios serão projetados, licenciados e operados dentro do bloco europeu. Ela define padrões de integração de energia renovável em edificações, impõe metas de eficiência para sistemas de aquecimento e resfriamento, além de estabelecer critérios que afetam diretamente a especificação de materiais e sistemas construtivos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O atraso na transposição cria incerteza para quem projeta e para quem fornece.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Projetos que dependem de autoconsumo, comunidades de energia ou certificação ambiental ficam suspensos entre o que a diretiva exige e o que a legislação nacional ainda não incorporou. Essa lacuna possui um custo: prazo estourado, financiamento bloqueado, especificação refeita.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O caso de Portugal também mostra que o risco regulatório vem de novas legislações, além da velocidade com que as regras já aprovadas em Bruxelas chegam ao território. Empresas que operam sob a premissa de que o ambiente regulatório vai ser estável estão expostas. A diretiva existe, o prazo venceu e o tribunal foi acionado.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O sinal para o mercado brasileiro é indireto. Fabricantes e construtoras com operações ou ambição no mercado europeu precisam acompanhar o ritmo de execução da legislação, não apenas o de aprovação. Certificações, EPDs e inventários de carbono deixaram de ser diferenciais opcionais dentro da cadeia de fornecimento do bloco. Estão virando requisito de entrada.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="green-building-day-xp"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Green Building Day XP</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="faltam-15-dias-para-15-de-maio">Faltam 15 dias para 15 de maio!</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/c6712244-0a74-4b5e-9b7d-fe4988c8c781/Quem_Vai_Construir_o_Brasil_Diferente__1_.jpg?t=1776369993"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O <b>Green Building Day</b> está <b>oficialmente</b> chegando!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Se você ainda não garantiu o ingresso, aqui vai o que está incluso:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Uma tarde de conteúdo com Filipe Boni e Sami Meira;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Networking;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Happy Hour;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">BÔNUS: 3 meses de acesso ao UGREEN Pass sem custo adicional!</p></li></ul><h4 class="heading" style="text-align:left;" id="os-3-meses-so-vlidos-a-partir-do-di">⚠️ Os 3 meses são válidos <b>a partir</b> do dia do evento!</h4><p class="paragraph" style="text-align:left;">Garanta seu ingresso e seu BÔNUS agora mesmo!</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:rgb(72, 148, 76);" href="https://www.ugreen.com.br/evento2026/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=comissao-europeia-leva-portugal-ao-tribunal-por-nao-transpor-regras-de-energia-renovavel"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Link para o ingresso </span></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Dúvidas sobre o evento?! Fale com nossa equipe pelo WhatsApp: (41) 98896-6656</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Prêmio iF Design</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">iF Design Award 2026</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/11b49e74-b55c-4ab6-b64a-b37cb7874678/iF_DesignAward2026_red_l_RGB.jpg?t=1777549942"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Sabe o que é melhor do que ter um cliente premiado no iF Design Award?</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Ter dois!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O prêmio alemão iF Design Award existe desde 1954 e é uma das premiações de design mais reconhecidas no mundo. Nesta edição de 2026, a cerimônia ocorreu em Berlim, no dia 27 de abril. O Brasil bateu seu recorde, conquistando 112 dos prêmios deste ano. E 3 deles ficaram com nossos clientes.</p><ol start="1"><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://ifdesign.com/en/winner-ranking/project/alvorada-residence/750956?_gl=1*12zywkf*_up*MQ..*_gs*MQ..&gclid=CjwKCAjwtcHPBhADEiwAWo3sJpe1QHpU7KWUt8PGOzf4LE1IPPYUC_8InwTurSv6ejpse3JVW3rBbRoCGRAQAvD_BwE&gbraid=0AAAAACSO7qcdlV4DSLpBh7oUUfW2igC5Z&utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=comissao-europeia-leva-portugal-ao-tribunal-por-nao-transpor-regras-de-energia-renovavel" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><b>A Casa Alvorada</b></a>, projeto da <b>D76 Incorporadora</b>, foi premiada na categoria arquitetura e também levou o<a class="link" href="https://ifdesign.com/en/winner-ranking/project/alvorada-residence/760395?_gl=1*pd7qpz*_up*MQ..*_gs*MQ..&gclid=CjwKCAjwtcHPBhADEiwAWo3sJpe1QHpU7KWUt8PGOzf4LE1IPPYUC_8InwTurSv6ejpse3JVW3rBbRoCGRAQAvD_BwE&gbraid=0AAAAACSO7qcdlV4DSLpBh7oUUfW2igC5Z&utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=comissao-europeia-leva-portugal-ao-tribunal-por-nao-transpor-regras-de-energia-renovavel" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> iF Gold Award</a> na categoria interiores. O Gold é o nível mais alto da premiação, entre mais de 10 mil inscrições globais, apenas 75 projetos recebem esse selo.</p></li></ol><p class="paragraph" style="text-align:left;">A <b>UGREEN</b> atuou nesse projeto com uma consultoria completa: análise bioclimática, análise termoenergética e lumínica, e avaliação de materiais com pegada de carbono. Esse último gerou um relatório com o carbono embutido de todos os materiais, desde a estrutura primária, a estrutura secundária até chegar aos acabamentos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A baixa pegada de carbono dos materiais foi um dos fatores que pesaram na avaliação do júri. O outro foi a lógica da planta: a casa foi projetada para atravessar três gerações. Com poucas intervenções, o espaço se adapta de um casal para uma família com filhos e, depois, para moradores idosos. Decisões técnicas foram tomadas para reduzir custo e retrabalho ao longo de décadas.</p><ol start="2"><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://ifdesign.com/en/winner-ranking/project/roca-ceramica-immersive-brand-experience/759974?_gl=1*4t0mks*_up*MQ..*_gs*MQ..&gclid=CjwKCAjwtcHPBhADEiwAWo3sJpe1QHpU7KWUt8PGOzf4LE1IPPYUC_8InwTurSv6ejpse3JVW3rBbRoCGRAQAvD_BwE&gbraid=0AAAAACSO7qcdlV4DSLpBh7oUUfW2igC5Z&utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=comissao-europeia-leva-portugal-ao-tribunal-por-nao-transpor-regras-de-energia-renovavel" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><b>A Roca Cerámica</b></a>, parceira da <b>UGREEN</b> desde 2019, também foi premiada. Sua condecoração se deu pela experiência imersiva criada no stand da Expo Revestir 2025, também na categoria Interiores - Exibição em Feira. A Roca chegou a essa premiação carregando uma trajetória consistente: foi a primeira indústria de revestimentos cerâmicos do Brasil a realizar uma Análise do Ciclo de Vida e reduziu 33% da intensidade de suas emissões entre 2020 e 2024. Uma marca com esse nível de evidência técnica se destaca em um evento deste porte. O prêmio de design foi o resultado visível de um processo que vinha sendo construído há anos.</p></li></ol><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="curiosidade"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Curiosidade</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="conhea-a-obra-de-drenagem-mais-cara">Conheça a obra de drenagem mais cara do mundo e como ela diz sobre como projetamos água</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/1727002d-5e7f-42b8-9f53-16e37979cd0c/AdobeStock_120610064-1.webp?t=1777550160"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>G-Cans: sistema subterrâneo ajuda a proteger Tóquio contra inundações.</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quando um arquiteto ou engenheiro define a estratégia hídrica de um projeto, raramente está pensando no pior cenário possível.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Está sendo pensado no evento de chuva típico de região, no padrão de consumo esperado e na norma vigente. Essa lógica é racional, e também é o ponto onde boa parte dos projetos falha quando o clima muda de padrão.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O G-Cans existe porque o Japão decidiu fazer o oposto.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A estrutura fica a 50 metros de profundidade, em Kasukabe, a 30 quilômetros de Tóquio. São 6,3 km de túneis, cinco silos de captação com até 65 metros de altura e um reservatório central equivalente a dois campos de futebol. Quando os rios da região metropolitana atingem nível crítico, a água entra no sistema, perde velocidade em 59 colunas de concreto e é bombeada para o Rio Edogawa antes de causar dano.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O sistema foi dimensionado para resistir a tufões. Não ao evento médio. Ao pior evento registrado.</p><div class="blockquote"><blockquote class="blockquote__quote"></blockquote></div><h4 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-o-g-can-revela-no-que-o-japo-">O que o G-Can revela não é que o Japão tem mais dinheiro ou tecnologia mais avançada.</h4><p class="paragraph" style="text-align:left;">É que a pergunta de partida foi diferente. Em vez de “quanto custa construir proteção suficiente para o padrão atual?”, a pergunta foi “qual é o custo de não ter proteção quando o padrão muda?”. Essa inversão define o resultado, projetos que partem da segunda pergunta chegam a soluções mais robustas, mais caras no começo e muito mais baratas ao longo do tempo.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-brasil-conhece-essa-conta-na-dire">O Brasil conhece essa conta na direção errada.</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">As enchentes de Porto Alegre em 2024 expuseram um sistema de proteção contra cheias concebido nos anos 1970 que parou de receber manutenção adequada ao longo das décadas. A infraestrutura existia, mas o compromisso com ela não. Resultando em uma cidade alagada, imóveis destruídos e um passivo de reconstrução que custou muito mais do que a manutenção preventiva custaria.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="para-quem-projeto-edificaes-a-leitu">Para quem projeto edificações, a leitura prática está em dois lugares</h3><ol start="1"><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>A drenagem do lote e do entorno imediato:</b> sistemas de captação de águas pluviais, permeabilidade do solo, dimensionamento de reservatórios de amortecimento. Esses elementos costumam ser tratados como detalhe de fim de projeto, definidos depois que as decisões maiores já estão tomadas. Quando eventos extremos se tornam mais frequentes, esse detalhe vira risco natural.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>O valor do imóvel:</b> propriedades em áreas sem gestão hídrica adequada já sofrem desvalorização em mercados com histórico de alagamento. Esse desconto tende a crescer à medida que seguradoras e bancos incorporam risco climático nos modelos de precificação.</p></li></ol><p class="paragraph" style="text-align:left;">O G-Cans é uma obra excepcional por escala e investimento. Mas a lógica que o gerou cabe em qualquer projeto, independente do porte.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A diferença está em quando essa pergunta entra no processo: <b>no início, quando ainda é possível mudar, ou depois, quando o custo de não ter feito aparece na conta?!</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="vdeo-da-semana"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Vídeo da Semana</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="a-cidade-mais-cara-do-mundo-e-seus-">A cidade mais cara do mundo e seus moradores vivem em caixões</h1><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/U4eQCqx_8nw" width="100%"></iframe><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Hong Kong tem o metro quadrado mais caro do mundo. E parte da população mora em caixões de 2 m².</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Não é uma metáfora, são literalmente cubículos de metal ou madeira fina, dentro de apartamentos subdivididos, sem ventilação e sem luz natural. Cerca de 220 mil pessoas vivem assim hoje. O aluguel de um desses espaços chega a R$ 2.000 por mês.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O argumento mais comum é que a ilha não tem espaço físico … mas não é isso.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Os preços em Hong Kong são altos porque o sistema foi construído para que fossem. O governo colonial britânico estruturou a arrecadação pública em torno da venda de terra cara, já o Estado passou a depender de preços altos para financiar infraestrutura, e o mercado imobiliário, concentrado em poucas grandes incorporadoras, aprendeu a controlar a oferta para manter a demanda sempre maior.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Nenhum dos dois lados tem incentivo real para baixar os preços.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O resultado é um mercado onde o preço médio de um imóvel chega às 25 vezes a renda anual de quem mora lá. No Brasil, essa relação era de 8 a 10 vezes há 20 anos. Hoje está perto de 15.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O problema não é escassez de espaço. É que a moradia foi transformada em ativo financeiro. E quando isso acontece, quem tem menos dinheiro paga mais caro por menos espaço.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo no Youtube e entenda como a crise habitacional de Hong Kong foi construída, quais os mecanismos que a sustentam e o que isso tema dizer sobre o caminho que algumas cidades brasileiras estão tomando.</p><div class="section" style="background-color:transparent;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=bf6046a0-6e97-42fc-964c-0222b4670bc5&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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  <title>China recupera área desertificada do tamanho da Alemanha</title>
  <description>Enquanto Brasil registra 30% mais aridez em 30 anos</description>
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  <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 12:08:56 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-04-27T12:08:56Z</atom:published>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
  <content:encoded><![CDATA[
    <div class='beehiiv'><style>
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</style><div class='beehiiv__body'><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/e08bc6e3-ba46-45e8-8eb5-81d1e61fef09/Ningxia.webp?t=1777291172"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagem: Feng Kaihua/Agência de Notícias Xinhua</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">No decorrer de quatro décadas a China reverteu o avanço da desertificação por meio do <b>Programa Três-Nortes,</b> lançado em 1978. O país recuperou 336 mil km² de terra degradada, área comparável à da Alemanha, e ajudou 15 milhões de pessoas a sair da extrema pobreza nas regiões afetadas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O programa foi integrado à constituição do país em 2018, e desde então, a restauração de ecossistemas é requisito legal para o desenvolvimento econômico, condicionando crescimento à sustentabilidade ecológica. O deserto de Taklamakan foi cercado por mais de três mil quilômetros de florestas plantadas, mas a previsão é atingir cerca de 100 bilhões até 2050.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O modelo mais recente combina reflorestamento com geração de energia. Painéis são instalados a 1,5 metros de altura, com cultivos agrícolas sob as placas, fixando dunas e produzindo alimentos no mesmo espaço.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O Brasil registrou aumento de cerca de 30% nas condições de aridez nos últimos 30 anos, segundo estudo publicado em setembro de 2025 por pesquisadores da UFRN e da UFC. O processo avança além do Semiárido nordestino em direção ao Sudeste, com um novo epicentro identificado no Pantanal.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-isso-significa">O que isso significa</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O avanço da aridez no Brasil afeta diretamente o desempenho de edificações, pois quando o regime de chuvas muda e a temperatura do solo sobe, materiais especificados para outros climas começam a performar abaixo do projetado.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Vedações, impermeabilizações e sistemas de fachada foram calibrados com base em dados climáticos que, em partes do país, já não são os atuais. Os resultados aparecem como manifestações patológicas anos após a entrega da obra.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A NBR 15575 avançou na exigência de desempenho, mas ainda trata o clima como dado fixo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O caso chinês mostra que o problema tem resposta técnica e operacional. Em 2025, mais de 30 mil agentes realizaram 270 mil inspeções em campo, resolvendo mais de 48 mil problemas identificados no território. O resultado veio de sistema com metas, execução e avaliação contínua, não de intenção.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Já para o mercado brasileiro de construção, a pergunta prática é esta: por quanto tempo um projeto especificado hoje continuará dentro do desempenho previsto se o clima do entorno mudar 15% até o fim da vida útil do edifício?</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="green-building-day-xp"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Green Building Day XP</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="novidade-garanta-seu-ingresso-para-">NOVIDADE: garanta seu ingresso para o GBD XP e receba acesso a 3 meses ao UGREEN Pass</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/c6712244-0a74-4b5e-9b7d-fe4988c8c781/Quem_Vai_Construir_o_Brasil_Diferente__1_.jpg?t=1776369993"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O <b>Green Building Day XP</b> irá acontecer no dia 15 de maio, no FIEP Event Center em Curitiba.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Será uma tarde presencial com dois blocos de conteúdo sobre a lógica das cidades brasileiras, coffee break para networking e um happy hour após o encerramento!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quem garantir o ingresso irá receber - sem custo adicional - 3 meses de acesso ao UGREEN Pass!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O UGREEN Pass é a plataforma de aprendizado UGREEN onde você tem acesso a diversos cursos com certificados, ferramentas e uma comunidade para quem quer trabalhar com sustentabilidade com base técnica e sem enrolação.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Os 3 meses iniciam a partir do evento. Você entra no <b>Green Building Day</b> e sai com o acesso ativo!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Não perca essa chance exclusiva! Garanta já seu ingresso e este <b>bônus</b> imperdível!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">BOTÃO - Garanta sua vaga</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:rgb(72, 148, 76);" href="https://www.ugreen.com.br/evento2026/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=china-recupera-area-desertificada-do-tamanho-da-alemanha"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Garanta sua vaga! </span></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Dúvidas sobre o evento?! Fale com nossa equipe pelo WhatsApp: (41) 98896-6656</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Mercado e opinião</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">A sustentabilidade se tornou otimização, mas o consumo continua subindo</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/584e3671-582c-48d9-aa7a-5b5e9d35b2d8/blind-spot-contradictions-in-the-sustainable-city_1.jpg?t=1777291308"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagem: Chao Zhang</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Recentemente o ArchDaily publicou um artigo de opinião que vai incomodar bastante gente no setor.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O argumento direto se baseia em que a sustentabilidade nas profissões do ambiente construído tornou-se na prática uma ferramenta para otimizar o consumo - não para reduzi-lo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Os edifícios consomem menos energia por metro quadrado do que consumiam uma geração atrás, os veículos emitem menos, a infraestrutura urbana ficou mais eficiente em muitas cidades, e ainda assim o consumo total de recursos continua subindo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O texto levanta uma questão que raramente aparece no mercado de forma tão explícita: a profissão está disposta a questionar a escala e a estrutura da demanda, ou só a eficiência com que essa demanda é atendida?</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-isso-significa">O que isso significa</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O artigo, embora esteja certo no diagnóstico, para quem projeta e constrói, o problema inicia-se anteriormente.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Otimizar o consumo é mais fácil de vender, tem número, simulação e certificado. Mas reduzir consumo exige questionar o próprio programa: o que realmente precisa ser construído, em que escala, com quais materiais, em que clima e para quem.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">São decisões que raramente chegam à mesa técnica, pois já foram tomadas antes, nas etapas em que ninguém fez as perguntas corretas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um edifício com certificação pode ter carbono embutido altíssimo nos materiais estruturais. Uma fachada de alto desempenho pode estar em um projeto que superaquece porque a orientação solar nunca foi discutida. A eficiência operacional virou critério de excelência enquanto as decisões que mais pesam no impacto ambiental (partido, geometria, especificação de materiais e ciclo de vida) seguem sem análise, ou com análise tardia demais para alterar algo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">É exatamente aí que está o espaço de atuação. Eficiência energética e hídrica, quando entram no início do projeto, não são só ferramentas de certificação: são filtros de decisão.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Simulações térmicas e análises paramétricas mostram onde o projeto está desperdiçando antes de qualquer material ser comprado. Análise de carbono embutido revela quais escolhas de material têm impacto real, não as que parecem verdes no catálogo. Inventário de emissões de uma empresa não é só relatório para investidor: é mapa do que precisa mudar na operação.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A diferença entre otimizar e reduzir começa na pergunta a ser feita - e em qual etapa ela é feita.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em projetos que passam pela consultoria UGREEN, essa é a tensão mais frequente: a equipe busca pela inovação, mas as decisões que mais importam já foram tomadas antes de qualquer análise técnica entrar na conversa. Quando a análise entra cedo, o resultado não é só um projeto mais eficiente. É uma edificação que consome menos porque foi pensada para isso.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="desempenho-e-habitabilidade"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Desempenho e Habitabilidade</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="por-que-seu-banheiro-sempre-mido">Por que seu banheiro é sempre úmido</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/4941b814-9ff8-472c-a55d-841dca4fad54/41.jpg?t=1777291383"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagem: Divulgação</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Geralmente quando você termina seu banho, o espelho está embaçado e as paredes transpirando. O primeiro instinto é abrir a janela basculante e esperar que o vapor saia, mas algumas horas depois, o rejunto continua escuro, e em alguns meses, surgem manchas nos cantos do teto.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O mercado culpa a limpeza ou o hábito de banho quente, porém, o problema não é a falta de manutenção, é a física por trás disso tudo.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-acontece-com-o-ar-durante-o-b">O que acontece com o ar durante o banho</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O ar funciona como uma esponja, quanto mais quente, mais vapor de água ele consegue reter. Durante um banho, a umidade relativa do banheiro se aproxima de 100%, e quando esse ar saturado toca uma superfície fria (espelho, azulejo e canto do teto), ele esfria. O ar frio retém menos vapor, fazendo com que o excesso vire água líquida.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Esse momento chama-se <b>ponto de orvalho;</b> é o instante em que o vapor se converte em condensação. Se a superfície está fria o suficiente, a condensação acontece sempre.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="por-que-os-banheiros-brasileiros-so">Por que os banheiros brasileiros são especialmente vulneráveis</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">As construções com alvenaria de bloco de cerâmica e concreto armado sem isolamento entregam paredes e lajes que interagem diretamente com a temperatura externa.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Nos cantos superiores dos banheiros, onde vigas e pilares de concreto ficam expostos entre o ambiente interno e o externo, o resfriamento é ainda mais intenso.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Esses pontos se chamam <b>pontes térmicas,</b> concentram a condensação, resultando no início do mofo exatamente neste local.</p><div class="section" style="background-color:#2c3330;border-radius:10px;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><p class="paragraph" style="text-align:left;"><span style="color:#C0C0C0;"><b>Detalhe:</b></span></p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><span style="color:#C0C0C0;">O vapor da água exerce pressão ao migrar do ambiente quente para o frio, atravessando materiais porosos como reboco, gesso e blocos cerâmicos.</span></p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><span style="color:#C0C0C0;">Se a parede não tiver barreira de vapor, a umidade condensa dentro da estrutura, destruindo o material por dentro sem deixar rastro visível na superfície.</span></p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><span style="color:#C0C0C0;">Isso se chama </span><span style="color:#C0C0C0;"><b>condensação intersticial</b></span><span style="color:#C0C0C0;">, e o dano costuma aparecer apenas quando já é tarde.</span></p></div><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="problemas-da-vedao-moderna">Problemas da vedação moderna</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A construção contemporânea selou os edifícios por meio de janelas com vedação dupla, portas com guilhotinas acústicas e lajes impermeabilizadas que cortam as frestas que, no passado, diluíam a carga de umidade de forma não intencional.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>O resultado:</b> a umidade gerada dentro do banheiro não tem por onde sair, e a janela basculante falha exatamente quando é mais necessária, no inverno, quando o usuário fecha tudo para não sentir frio e toma um banho mais quente do que o normal.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A ventilação natural, único mecanismo previsto na maioria dos projetos, é anulada pelo comportamento mais previsível do mundo.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="a-norma-diz-e-o-mercado-no-faz">A norma diz e o mercado não faz</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A <b>NBR 15575</b> trata do tema, mas o mercado a usa como um “checklist”. Verificam a área da abertura na planta baixa, aprova-se o projeto e encerra-se a discussão.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O que não se calcula é a pressão do vapor, a temperatura das superfícies, a direção do vento na fachada e a taxa real de renovação de ar.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em poços de ventilação estreitos ou fachadas bloqueadas por edifícios vizinhos, a ventilação natural simplesmente não funciona. O ar fica parado, o vapor acumula e a condensação é uma certeza matemática, independentemente do tamanho da janela na planta.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="custo-real-do-erro">Custo real do erro</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A umidade crônica age sobre a estrutura de forma contínua e silenciosa:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Acelera a <b>carbonatação do concreto</b>, que corrói as armaduras de aço por dentro;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Dissolve sais na alvenaria, gerando <b>eflorescência</b> que empurra a tinta e quebra o reboco;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Cria condições ideais para <b>fungos e ácaros,</b> com impacto direto na qualidade do ar e na saúde dos moradores;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Segundo estudos de preços hedônicos, patologias visíveis de umidade podem <b>desvalorizar um imóvel entre 1,5% e 11,2%.</b></p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em um apartamento de alto padrão, essa perda representa centenas de milhares de reais destruídos por ausência de isolamento ou exaustão subdimensionada, uma decisão tomada na planilha do incorporador para cortar custo direto.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-resolve-e-quando-precisa-ser-">O que resolve e quando precisa ser decidido</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A solução existe, é conhecida e cabe no orçamento quando aplicada na fase de projeto. Três mudanças técnicas eliminam o problema:</p><ol start="1"><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Exaustão mecânica dimensionada pela carga de vapor</b> - não pelo volume do cômodo. O acionamento deve ser automático, por sensor de umidade, para que o ar saturado seja removido antes de atingir o ponto de orvalho nas superfícies;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Isolamento contínuo na envoltória -</b> especialmente em lajes expostas e paredes externas de banheiros. Sem pontes térmicas, as superfícies internas não resfriam o suficiente para condensar o vapor.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Barreira de vapor no lado quente da parede -</b> obrigatória em sistemas leves como drywall e steel frame, para impedir que a umidade migre para dentro da estrutura e condense de forma invisível.</p></li></ol><div class="blockquote"><blockquote class="blockquote__quote"></blockquote></div><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="vdeo-da-semana"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Vídeo da Semana</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="o-pas-mais-bombardeado-da-histria-t">O país mais bombardeado da história transformou bombas em casas</h1><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/Jl0kgGBVFGY" width="100%"></iframe><p class="paragraph" style="text-align:left;">Entre 1964 e 1973, os Estados Unidos lançaram mais de 2 milhões de toneladas de explosivos sobre o Laos, um país neutro que ficava perto de uma rota de abastecimento do Vietnã do Norte.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Foram 580 mil missões aéreas, resultando em uma média de uma bomba a cada oito minutos, durante nove anos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Cerca de 30% dos explosivos não detonaram. Atualmente, 80 milhões de munições ativas permanecem enterradas no solo do Laos, em plantações, aldeias e rios. Embora a guerra tenha terminado em 1975, o país ainda lida com vestígios em seu solo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O impacto mais direto foi sobre a agricultura, base de renda de 75% da população. Plantar virou risco de morte, fazendo com que a produção caísse e a pobreza aumentasse, além de que a madeira disponível para construções se tornou escassa devido às florestas que foram destruídas pelos bombardeios e pelo uso de desfolhantes químicos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Metal foi o que restou, carcaças de bombas, tanques de combustíveis e pedaços de aviões. Devido a este material ser resistente e composto de ligas de alumínio de alta performance, a falta de alternativas fez com que a população começasse a utilizá-lo como estrutura de moradia.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">As bombas viraram pilares e o objeto feito para destruir, se tornou o que sustenta casas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo no Youtube e entenda como o Laos transformou o lixo da guerra em infraestrutura e por que essa história ainda reverbera em sua cultura!</p><div class="section" style="background-color:transparent;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=baa0262e-a91f-47c2-8897-70605dc8a220&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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      <item>
  <title>Brasil tem excesso de geração renovável e segunda conta de luz industrial mais cara do mundo</title>
  <description>Reajuste da Aneel impacta diretamente a indústria.</description>
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  <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 12:21:53 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-04-23T12:21:53Z</atom:published>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
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</style><div class='beehiiv__body'><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/58263898-6f01-4048-840f-f23eb04bfb34/285c9f7d-conta-de-luz-vai-ficar-mais-cara-ou-mais-barata-em-janeiro-veja-tarifas-708x416.webp?t=1776946253"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagem: Marcello Casal Jr Agência Brasil</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em 2026 a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) projeta um reajuste de 8% nas tarifas de energia elétrica. Este aumento é mais que o dobro da inflação prevista para o período, estimada em torno de 3,9%, e em algumas concessões, dependendo de revisões contratuais, o reajuste pode ultrapassar 13%.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O Brasil possui 88% de sua geração elétrica vinda de fontes renováveis, mas enquanto os reservatórios estão em níveis operacionais estáveis, existe um excesso de oferta. Mesmo assim, o país figura entre os que cobram uma das faturas industriais mais caras do mundo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) é o mecanismo que explica este fenômeno.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em 2026 o orçamento previsto chega a R$ 52,7 bilhões, uma alta de 7,1% em relação ao ano anterior. A parcela repassada diretamente às tarifas sobe 15,4%, e dentro deste montante, o subsídio à geração distribuída (painéis solares residenciais e comerciais) salta 87,4%, de R$ 3,6 para R$ 6,8 bilhões. A Tarifa Social cresce 33,3%, já os descontos para fontes renováveis incentivadas, outros R$ 19,6 bilhões.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">É importante destacar que nenhum destes itens acende uma lâmpada, mas todos aparecem na fatura. De cada R$ 100 pagos na conta de energia, aproximadamente R$ 44 não compram um único elétron.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="a-sada-que-estreitou">A saída que estreitou</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quem optou pelo mercado livre encontrou um empecilho. Entre 2024 e o início de 2026, os contratos de energia de curto prazo no ambiente livre subiram 121%, passando de R$ 143 para R$ 317 por MWh, já os de longo prazo avançaram 59%.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A promessa histórica de 20% a 30% de economia na migração foi sendo corroída. Especialistas apontam margens reais hoje entre 2% a 5% para contratos convencionais, resultando no recuo de mais de 32% no número de novas migrações no primeiro bimestre de 2026.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-isso-significa">O que isso significa</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O setor passou anos treinando para responder à seguinte pergunta: como comprar energia barata? Trocando fornecedores, instalando painéis solares ou até migrando para o mercado livre. Estas são respostas legítimas, porém, elas tratam o sintoma, não a causa.</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Reduzir o consumo em kWh não resolve o que está embutido na estrutura tarifária.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Negociar um contrato melhor no mercado livre não resolve a volatilidade sistêmica.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Instalar painéis solares resolve parte do problema, mas transfere parte do custo da infraestrutura para os vizinhos que não instalaram.</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">Existe ainda um fenômeno que poucos nomeiam de forma clara: à medida que consumidores maiores e mais organizados fogem do mercado cativo, os encargos que antes eram rateados por uma base maior, ficam concentrados nos que restam.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O custo sobre → mais gente foge → o custo sobe mais.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">É uma espiral que se auto-alimenta e que não tem solução regulatória no horizonte próximo.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-protege">O que protege</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para quem projeta, constrói ou especifica, o sinal é direto: o risco tarifário vai entrar na planilha de viabilidade de qualquer empreendimento.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um edifício que depende de climatização intensiva para compensar uma arquitetura termicamente mal resolvida não tem um problema de eficiência. Tem um passivo financeiro crescente, e ele vai aumentar por razões que estão completamente fora do controle de quem opera.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">As soluções para este problema surgem já na fase de projeto: fachadas que não deixam o calor entrar, orientações solares que reduzem a carga de climatização na origem. Em um produto que comprova por meio de dados, que consome menos ao longo do ciclo de vida. Em processos industriais que pararam de depender de combustíveis fósseis devido a exposição ao preço do coque e do gás, que se tornou risco de negócio inaceitável.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="green-building-day-xp"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Green Building Day XP</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="o-lote-1-do-gbd-xp-foi-prorrogado-m">O LOTE 1 do GBD XP foi prorrogado. Mas só até 30 de abril!</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/c6712244-0a74-4b5e-9b7d-fe4988c8c781/Quem_Vai_Construir_o_Brasil_Diferente__1_.jpg?t=1776369993"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Recebemos pedidos suficientes para justificar mais alguns dias. Então a janela ficou aberta até o dia 30. Depois disso, o preço.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Se você estava pensando em ir ao Green Building Day XP, este é o momento!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O evento acontece no dia 15 de maio, em Curitiba.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Garanta sua vaga agora, enquanto o LOTE 1 ainda está disponível!</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:rgb(72, 148, 76);" href="https://www.ugreen.com.br/evento2026/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=brasil-tem-excesso-de-geracao-renovavel-e-segunda-conta-de-luz-industrial-mais-cara-do-mundo"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Garantir vaga no LOTE 1 </span></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Participação UGREEN</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">UGREEN na 3ª Conferência Estadual de Arquitetos e Urbanistas do CAU/SP</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/0895d5a6-7dc4-4ee9-9db6-a399522f0b9a/698c83e421d07.jpg?t=1776946396"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Neste sábado, dia 25 de abril, São José do Rio Preto recebe a etapa regional da 3ª Conferência Estadual de Arquitetos e Urbanistas do CAU/SP, na Casa de Cultura Dinorah do Valle.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O evento reúne arquitetos, urbanistas, estudantes e profissionais de áreas correlatas para debater temas centrais da categoria: acessibilidade, mobilidade urbana, gestão de escritórios, habitação social e sustentabilidade.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A programação inclui painéis, oficinas, talks e palestra magna. A entrada é gratuita e aberta ao público geral.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A UGREEN estará presente! Sami Meira, nossa cofundadora, participa do Painel 02 dedicado à Sustentabilidade e Certificações, das 14h às 15h30, ao lado do arquiteto urbanista Isaac Amir, com mediação da arquiteta Marina Castenheira.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O tema do painel está no centro da atuação da UGREEN. Desenvolvemos consultoria em projetos, conteúdos e formação em sustentabilidade na construção e arquitetura, com foco em certificações ambientais, eficiência energética e hídrica, inventário GHG e até ACV para edifícios.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Participações como esta fazem parte do trabalho do UGREEN, levando o debate técnico para espaços onde a categoria profissional define seus rumos. A conferência do CAU/SP é um destes espaços.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Se você é da região ou estará presente na cidade, o evento irá ocorrer das 9h às 18h neste sábado (25), e a inscrição é gratuita!</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="notcia"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Notícia</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="eua-compra-mineradora-brasileira-po">EUA compra mineradora brasileira por US$ 2,8 bi para reduzir dependência da China em minerais críticos</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/94134738-9ef3-427d-8d5c-bea281fd74f5/260420_RADAR_01i_home-1024x576.jpg?t=1776946777"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagem: Divulgação</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;"><i>Empresa americana compra mineradora brasileira com dinheiro do governo dos EUA, garantindo única mina fora da Ásia capaz de produzir elementos de terras raras para transição energética</i></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">No dia 20 de abril, a USA Rare Earth anunciou a compra da Serra Verde Group, mineradora brasileira com operação em Goiás, pelo valor de US$ 2,8 bilhões. O ativo em questão é a mina Pela Ema, a única operação fora da Ásia capaz de produzir em escala os quatro elementos de terras raras magnéticos que o mercado global considera estratégicos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em janeiro, o governo americano já havia comprometido US$ 1,6 bilhão em financiamento para a USA Rare Earth, e no mês seguinte, a Serra Verde fechou US$ 565 milhões com Washington. A previsão é que a mineradora responda por mais de 50% da oferta de terras raras pesadas fora da China até 2027.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Boa parte do ocidente e principalmente os Estados Unidos buscam reduzir a dependência do país asiático de minerais críticos para a transição energética.</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Terras raras entram em ímãs permanentes → ímãs entram em motores elétricos → motores elétricos entram em veículos, turbinas eólicas, equipamentos de HVAC de alta eficiência e uma série crescente de sistemas que aparecem em certificações como LEED e EDGE como critérios de desempenho energético.</p></li></ul><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-isso-significa">O que isso significa</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Existe uma tendência no mercado de tratar sustentabilidade como uma escolha de produto, um painel solar aqui, um sistema de reúso de água ali. Mas esta aquisição bilionária mostra que essa leitura está ficando pequena.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quem vai controlar os materiais que tornam viável a próxima geração de sistemas de eficiência energética é a principal disputa no mercado. Ela está sendo travada em escalas de bilhões de dólares, com financiamento direto de governos, porque as economias já entenderam que a transição consiste na infraestrutura estratégica.</p><div class="section" style="background-color:#2c3330;border-radius:10px;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><p class="paragraph" style="text-align:left;"><span style="color:#C0C0C0;">Terras raras pesadas são insumo direto para motores de alta eficiência, como os que fazem sentido em sistemas de HVAC certificados, em bombas de calor e em geradores eólicos de pequeno porte.</span></p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><span style="color:#C0C0C0;">Quando a cadeia de fornecimento desses minerais trava, o custo dos equipamentos sobe, o prazo de retorno dos projetos de eficiência energética se alonga e o argumento financeiro que sustenta a decisão de certificar começa a ser questionado.</span></p></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Isso ainda não está ocorrendo no Brasil de forma aguda, porém o padrão já é conhecido: a pressão inicia-se nas cadeias globais, atingindo os fabricantes que exportam e/ou compram insumos no exterior, e eventualmente aparecendo no orçamento dos projetos locais. Podendo se mostrar como aumento de custo de equipamento, como prazo de entrega alongado ou especificação que deixa de estar disponível.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para projetistas, o que vale notar é a especialização de sistemas ativos (motores, compressores, geradores) que vão estar cada vez mais sujeitos a variáveis que ficam fora do projeto em si. A decisão técnica continua sendo do arquiteto ou do engenheiro, porém o contexto em que essa decisão é tomada mudou.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Já para fabricantes, o movimento é mais imediato, pois quem fabrica ou especifica equipamentos com componentes magnéticos de alta eficiência (motores EC, inversores, sistemas de bombeamento) irá precisar, a certo ponto, responder perguntas sobre a cadeia de fornecimento dos seus insumos. Esse impacto não é greenwashing de entrada, é a rastreabilidade, algo que virou critério de mercado antes de virar exigência regulatória.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A aquisição da mineradora Serra Verde pela empresa americana USA Rare Earth ****(com capital do governo dos EUA) é um sinal de que essa corrida já iniciou. O Brasil possui o mineral, mas o que vai definir quem captura o valor dessa posição, e em que prazo isso chega ao mercado de construção ainda está em aberto.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="vdeo-da-semana"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Vídeo da Semana</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="as-superquadras-de-barcelona">As superquadras de Barcelona</h1><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/wklsiGo2vOU" width="100%"></iframe><p class="paragraph" style="text-align:left;">Barcelona tem 1,6 milhão de habitantes e um dos tecidos urbanos mais densos da Europa. Durante décadas, as ruas do bairro do Eixample foram dominadas por carros, com mais de 60% do espaço público ocupado por asfalto, vagas e faixas de rolagem.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A partir de 2015, a cidade começou a reorganizar esse espaço com um modelo simples: agrupar nove quarteirões num bloco de 400 por 400 metros, reduzir a velocidade interna para 10 a 20 km/h e impedir que o carro use essas vias como atalho. Com isso, cerca de 70% da área viária interna é liberada para calçadas, praças, árvores e convivência.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Os resultados são concretos. Em áreas como Sant Antoni, a concentração de dióxido de nitrogênio caiu 25%, o ruído reduziu 3,1 decibéis e o comércio local cresceu até 30%. Estudos indicam que, aplicado em larga escala, o modelo poderia evitar 667 mortes prematuras por ano na cidade.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Mas a implementação gerou conflito político, resistência de moradores e um problema que acompanha qualquer melhoria urbana: a valorização do solo expulsou quem morava nessas áreas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo no Youtube e entenda como esse modelo surgiu, quais são os limites reais da proposta e o que os dados mostram sobre o impacto na saúde, no comércio e na mobilidade urbana!</p><div class="section" style="background-color:transparent;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=f5d348f2-d787-40ac-9eb6-1c89b9ab24de&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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  <title>A escala 6x1 vai mudar. O que isso muda para quem constrói e fabrica?</title>
  <description>E nova norma muda o jogo — e pode travar muita empresa</description>
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  <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-04-20T12:00:00Z</atom:published>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
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O próprio governo Lula enviou, em regime de urgência, um projeto de lei próprio.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">São três textos em movimento ao mesmo tempo, com trajetórias diferentes, mas convergindo para a mesma mudança: <b>menos horas de trabalho por semana.</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A votação foi adiada por um pedido de vista, mas o prazo máximo é de 15 dias, e o relógio está rodando.</p><div class="section" style="background-color:#2c3330;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><span style="color:#FFFFFF;">O que está em jogo</span></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;"><span style="color:#FFFFFF;"><b>PECs do Congresso -</b></span><span style="color:#FFFFFF;"> reduzem a jornada para 36 horas semanais. Alteram a Constituição, exigem três quintos dos votos e uma análise mais longa.</span></p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><span style="color:#FFFFFF;"><b>PL do governo -</b></span><span style="color:#FFFFFF;"> reduz para 40 horas semanais. Altera a CLT, exige maioria simples e tramita em urgência: 45 dias pela Casa Legislativa.</span></p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><span style="color:#FFFFFF;">A discussão de mérito ainda está longe, mas o sinal já foi dado. A jornada de 40 horas é o piso do debate, e, obviamente, não o teto.</span></p></div><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-custo-no-abstrato">O custo não é abstrato</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um estudo da Fecomércio calcula que a redução de 44 para 40 horas semanais pode representar R$ 158 bilhões em aumento de folha de pagamentos, só no cenário conservador.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Serviços levam o maior impacto com quase R$ 80 bilhões, enquanto a indústria e o varejo, juntos, somam mais de R$ 65 bilhões.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">As pequenas empresas também acabam sendo impactadas, já que muitas não possuem margem para absorver o aumento de custo sem repassar ao preço ou realizar cortes em suas equipes.</p><div class="blockquote"><blockquote class="blockquote__quote"></blockquote></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O relator reconheceu isso no próprio parecer, sugerindo estudar compensações fiscais, regimes de transição e benchmarks internacionais, além de citar países como Chile, Colômbia e México, que realizaram mudanças em etapas. A transição gradual é algo categorizado como uma condição para que a medida funcione.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-isso-tem-a-ver-com-sustentabi">O que isso tem a ver com sustentabilidade?</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Mais do que parece, pois qualquer alteração estrutural em custo de mão de obra afeta a viabilidade de projetos: prazos de obras, custos de construções, orçamentos para certificações e margens para especificações mais técnicas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Empresas que já operam com eficiência de processo, de materiais e energia possuem mais capacidade de absorver choques externos. Já as que dependem de jornadas longas para compensar ineficiência não têm.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A discussão sobre produtividade que economistas cobram do Congresso é a mesma que o setor da construção e da indústria precisam fazer internamente: quanto do custo atual é trabalho necessário, e quanto é retrabalho, desperdício e decisão mal tomada no início?</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-acompanhar-agora">O que acompanhar agora</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A votação na CCJ deve acontecer em até 15 dias, e se aprovadas, as PECs seguem para uma comissão especial onde o conteúdo real será debatido. O PL do governo corre em paralelo, com prazo mais curto.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">É cedo para saber qual texto vai avançar ou se os dois vão convergir, porém já sabemos de algo: essa mudança vai acontecer, a única questão é com quanto tempo de adaptação.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="infraestrutura-e-cidades"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Infraestrutura e Cidades</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="district-cooling-no-sobre-arcondici"><b>District cooling não é sobre ar-condicionado. É sobre infraestrutura.</b></h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/df0f4c38-e7e3-4d6c-90c6-15a7ba660b77/stmicroelectronics-building.png?t=1776369549"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">A SP Group em Singapura está tratando district cooling e heating não como solução complementar, mas como infraestrutura energética de escala urbana.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A proposta é simples na superfície: centralizar a produção de frio e calor para atender redes de edifícios, distritos e grandes empreendimentos, em vez de deixar cada ativo resolver isso sozinho. </p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Na prática, a empresa vende esse modelo como combinação de eficiência energética, redução de custo operacional e corte de emissões.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">E ela sustenta isso com casos grandes.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Marina Bay aparece como a maior rede subterrânea de district cooling do mundo. Tampines entra como projeto brownfield, adaptado a uma área já consolidada. A parceria com a STMicroelectronics traz o maior sistema industrial do tipo em Singapura. E o portfólio ainda se estende para habitação pública, complexos urbanos na China e projetos de grande porte na Tailândia.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/bfe46fc1-9045-4344-ac80-73b4f107ac65/Marina_Bay_Sands_in_the_evening_-_20101120.jpg?t=1776450038"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Marina Bay em Singapura</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O fio condutor é sempre o mesmo: tirar a climatização da lógica fragmentada, concentrar capacidade, ganhar escala e transformar refrigeração em serviço contínuo.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="at-aqui-parece-s-engenharia-trmica">Até aqui, parece só engenharia térmica.</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Mas não é.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O que está acontecendo aqui é uma mudança de lógica. Resfriamento deixa de ser escolha de equipamento e vira decisão de infraestrutura. E quando isso acontece, o impacto não fica restrito ao consumo de energia.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Ele aparece na previsibilidade da operação.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Aparece na manutenção.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Aparece no uso do espaço, já que o edifício deixa de carregar sozinho parte da sua estrutura de climatização.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">E aparece, principalmente, no risco.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Porque sistema individualizado parece autonomia. Até começar a multiplicar falha, manutenção, ineficiência e custo escondido em cada prédio.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="a-que-a-leitura-da-ugreen-fica-mais">É aí que a leitura da UGREEN fica mais interessante.</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">District cooling não é uma solução “mais sustentável” só porque centraliza equipamentos. Ele faz sentido quando existe densidade, continuidade de demanda e coordenação real entre os ativos atendidos. Sem isso, a conta técnica perde força. A promessa continua bonita, mas o ganho real diminui.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Então o ponto não é admirar a tecnologia.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">É entender onde ela funciona de verdade.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em ambientes urbanos densos, em operações grandes e em projetos com visão de longo prazo, centralizar climatização pode reduzir custo recorrente, melhorar desempenho e cortar risco operacional de um jeito que sistemas isolados dificilmente conseguem entregar.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Não é estética.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Não é marketing verde.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">É infraestrutura funcionando melhor.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="green-building-day-xp"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Green Building Day XP</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="no-s-contedo-sobre-quem-voc-encontr">Não é só conteúdo. É sobre quem você encontra na sala.</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/c6712244-0a74-4b5e-9b7d-fe4988c8c781/Quem_Vai_Construir_o_Brasil_Diferente__1_.jpg?t=1776369993"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O Green Building Day XP está se aproximando — e ele acontece no FIEP Event Center, em Curitiba dia 15 de Maio.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Mas não é só uma tarde de conteúdo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">É um encontro menor, mais próximo, que coloca na mesma sala gente que já percebeu que o jeito atual de projetar e construir não está funcionando — mas que, na maioria das vezes, ainda está tentando resolver isso sozinho.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="a-que-o-evento-muda-de-figura"><b>É aí que o evento muda de figura.</b></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Porque o valor não está só no palco. Está na conversa que continua no coffee, nas trocas que se estendem no happy hour e, principalmente, no fato de você finalmente encontrar outras pessoas na mesma direção.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">E isso encurta caminho.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O que poderia levar meses de tentativa e erro, às vezes acontece em uma conversa certa, no momento certo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Por isso, o Green Building Day XP não é só sobre assistir.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">É sobre descobrir com quem faz sentido continuar depois.</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:rgb(72, 148, 76);" href="https://www.ugreen.com.br/evento2026/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=a-escala-6x1-vai-mudar-o-que-isso-muda-para-quem-constroi-e-fabrica"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Garantir minha vaga com o preço do Lote 1 </span></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="norma-e-regulao"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Norma e Regulação</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="a-regra-mudou-mas-ningum-avisou-o-f"><b>A regra mudou. Mas ninguém avisou o fornecedor.</b></h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/5595d307-51c0-407f-8228-3f98091995c0/image.png?t=1776365718"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O setor de construção civil vive um paradoxo curioso: todo mundo fala de sustentabilidade, mas quase ninguém consegue provar o que diz.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A construtora diz que usa materiais sustentáveis. O fabricante diz que o produto é verde. O arquiteto especifica com base em catálogos. E, no final, ninguém tem documentação que sustente nada disso num processo de certificação, numa licitação pública ou numa conversa com um banco de fomento.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Não é má-fé. É ausência de estrutura.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A ABNT NBR 20250:2026 é a resposta do mercado brasileiro a esse vácuo. Publicada em fevereiro deste ano, em parceria com o MDIC e dentro do Plano de Transformação Ecológica, ela cria o primeiro referencial nacional auditável para sustentabilidade de produtos e serviços. É o alicerce técnico do Programa Selo Verde Brasil.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="o-que-isso-significa-na-prtica"><b>O que isso significa na prática?</b></h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Três eixos. Um produto, um fornecedor, uma empresa — para ser avaliado dentro desta norma, precisa responder por três frentes ao mesmo tempo: ambiental (ciclo de vida, eficiência, gestão de resíduos), social (trabalho decente, diversidade, direitos humanos) e econômica (conformidade legal, cadeia de fornecimento local, prevenção à corrupção). Não é possível compensar fraqueza num eixo com força em outro.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Compras públicas têm nome e critério agora. Produto com o Selo Verde Brasil tem prioridade em licitações. E a certificação exige conformidade com esta norma. Isso não é tendência — é regulação.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/7169a2b3-5455-4877-8309-34b210cb15f1/image2.webp?t=1776369914"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Os requisitos da OCDE</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quem exporta ganha vantagem. A norma funciona como evidência de alinhamento com requisitos da OCDE e da União Europeia. Num cenário de crescente controle regulatório internacional sobre cadeias de fornecimento, isso reduz barreiras técnicas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O problema não é a norma em si. É a distância entre o que a empresa faz e o que ela consegue provar. Muitas empresas já operam de forma mais responsável do que comunicam. A norma exige que isso vire dado, processo e documento — não só intenção.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A certificação passa por organismos acreditados pelo Inmetro e inclui uma Matriz de Verificação (Anexo A) que pode ser usada antes da auditoria formal para identificar lacunas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Se sua empresa ainda não mapeou onde está em relação a essa estrutura, esse é o momento certo para começar — antes que a ausência do selo vire argumento contra você numa licitação ou numa negociação com grandes compradores.</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:rgb(72, 148, 76);" href="https://www.ugreen.com.br/agendar-reuniao/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=a-escala-6x1-vai-mudar-o-que-isso-muda-para-quem-constroi-e-fabrica"><span class="button__text" style=""> Fale Conosco e Conheça nossos Serviços </span></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="vdeo-da-semana"><span style="color:rgb(72, 148, 76);"><b>Vídeo da Semana</b></span></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;" id="cozinha-integrada-funciona-mesmo-ou"><b>Cozinha integrada funciona mesmo ou virou erro de projeto?</b></h1><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/J3EpeEqpXxQ" width="100%"></iframe><p class="paragraph" style="text-align:left;">A cozinha integrada virou padrão em muito apartamento novo, reforma e conteúdo de arquitetura. Ela aparece como sinônimo de convivência, amplitude e vida moderna. O problema é que quase sempre essa escolha é vendida como estética.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">E é aí que a coisa começa a dar errado.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">No novo vídeo da UGREEN, a discussão sai do gosto pessoal e entra no que realmente importa: física, ventilação, poluição do ar, ruído, materiais e desempenho real do ambiente. Porque cozinha integrada não falha por opinião. Ela falha por sistema mal resolvido.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quando o projeto ignora ventilação cruzada, exaustão bem dimensionada, tipo de cocção e comportamento do ar dentro da casa, o resultado pode ser cheiro espalhado, gordura impregnada, desconforto acústico e deterioração lenta dos materiais ao redor.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;" id="mas-o-outro-lado-tambm-importa">Mas o outro lado também importa.</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Nem toda cozinha integrada é um erro. Em alguns contextos, ela funciona bem. Só que isso depende menos da imagem bonita do ambiente e muito mais da engenharia por trás dele. O vídeo mostra exatamente onde essa solução funciona, onde ela falha e por que tanta gente toma essa decisão sem avaliar o que deveria.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">É esse tipo de diferença que separa escolha estética de decisão técnica.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo e entenda quando a cozinha integrada faz sentido — e quando ela só parece boa na foto.</p><div class="section" style="background-color:transparent;margin:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=cf7eebf8-49b7-47dd-9c24-56434c57ecf5&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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  <title>Microplásticos, Fashion Mix, subúrbios e Green Building Day - tudo na sua newsletter de sexta!</title>
  <description>Jovem cria filtro que remove 95% dos microplásticos da água. LOTE 1 do GBDXP encerra amanhã. UGREEN na Fashion Mix. O subúrbio americano e seus problemas.</description>
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  <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-04-16T12:00:00Z</atom:published>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
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    <div class='beehiiv'><style>
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</style><div class='beehiiv__body'><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Notícia</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Estudante americana cria filtro que remove 95% dos microplásticos usando óleo magnético reciclável</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/6bd825c0-6715-4952-a0a8-ee1dfb790ee5/micro-plastics-scaled.jpg?t=1776287786"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Uma estudante de 19 anos da Virgínia, nos Estados Unidos, desenvolveu um protótipo de filtro de água capaz de remover 95,52% dos microplásticos presentes em amostras contaminadas, enquanto recupera e reutiliza 87,15% do material filtrante.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O projeto de Mia Heller, aluna da Kettle Run High School, foi reconhecido na Regeneron International Science and Engineering Fair 2025, a maior competição científica global para estudantes do ensino médio, onde recebeu o segundo lugar em engenharia ambiental e um prêmio de US$ 500 da Patent and Trademark Office Society americana.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A motivação veio de casa. Ao descobrir que a água de sua cidade, Warrenton, estava contaminada com microplásticos e PFAS sem nenhuma ação governamental prevista, Heller começou a experimentar em sua própria garagem e cozinha em 2024. O sistema de filtragem da família exigia trocas constantes de membrana, o que levou a projetar uma alternativa sem membranas, mais barata e autossuficiente.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A solução usa ferrofluído, um óleo à base de canola contendo partículas magnéticas, que se liga seletivamente aos fragmentos de plástico conforme a água passa pelo sistema. O protótipo final é composto por três módulos: um reservatório para a água contaminada, um para o ferrofluído e uma terceira câmara menor onde um campo magnético extrai os microplásticos e recupera o fluido em círculo fechado.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para validar os resultados, Mia também desenvolveu o protótipo de um sensor de turbidez. O dispositivo inteiro tem o tamanho aproximado de um pacote de farinha e filtra cerca de um litro de água por vez, sendo pensado para uso residencial sob a pia da cozinha.</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/pgb7otEucJ4" width="100%"></iframe><p class="paragraph" style="text-align:left;">A relevância do projeto vai além do experimento em si. Microplásticos já foram detectados no tecido cerebral humano, na placenta de fetos, em ossos e sêmen, e sua concentração no cérebro humano cresceu 50% em menos de uma década, segundo estudo de 2025 da Universidade do Novo México.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A exposição a essas partículas está associada a maior risco de câncer, doenças neurodegenerativas e distúrbios hormonais. Ao propor uma alternativa sem membranas, sem químicos e com custo de manutenção reduzido, o sistema de Heller tem potencial de alcançar populações que hoje não têm acesso a tecnologias de filtragem eficientes.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Do ponto de vista ambiental, a principal vantagem do método está no ciclo fechado: ao recuperar e reutilizar o ferrofluído, o sistema gera menos resíduo do que filtros convencionais.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O desafio que permanece é o custo elevado de produção do ferrofluído em escala industrial, o que hoje limita a aplicação ao uso doméstico. Mia afirmou que pretende submeter os resultados à validação profissional independente antes e pensar em comercialização.</p></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Green Building Day XP</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">O LOTE 1 do Green Building Day XP se encerra amanhã!</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/bfa1f0e9-3841-4e3d-802e-a1c796432a25/Quem_Vai_Construir_o_Brasil_Diferente.png?t=1775736902"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>R$ 297 + Taxa (à vista ou até em 12x)</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Depois de amanhã, o ingresso fica mais caro!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O <b>Green Building Day XP</b> acontece no dia <b>15 de maio</b>, das 13h às 18h, na <b>FIEP Event Center em Curitiba.</b> Uma edição 100% presencial, e para você se sentir próximo do Filipe Boni e da Sami Meira.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Nesta edição vamos abordar <b>“Quem vai construir o Brasil diferente?”</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Serão dois blocos:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">por que as cidades brasileiras chegaram até aqui;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">o que significa atuar de forma diferente depois de entender esse problema de verdade!</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">Entre blocos iremos realizar um coffee break com espaço estruturado para <b>networking,</b> além de um <b>happy hour</b> após o encerramento para continuar as conversas que não cabem no palco.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Sem transmissão online, nem gravação disponível depois!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Se você trabalha com arquitetura, urbanismo, engenharia ou design e sente que o jeito atual de construir as cidades está errado, este encontro foi pensado para você!</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:#48944c;" href="https://www.ugreen.com.br/evento2026/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=microplasticos-fashion-mix-suburbios-e-green-building-day-tudo-na-sua-newsletter-de-sexta"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Garantir minha vaga com o preço do LOTE 1 </span></a></div></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Participação UGREEN</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">UGREEN na Fashion Mix: sustentabilidade que conecta moda e construção</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/10bfa20e-6fc4-48f3-972c-930f5d3c8511/photo_2026-04-15_17-37-10.jpg.jpg?t=1776288159"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O evento Fashion Mix Intelectualidade foi um pop-up organizado por Michelle Jamur e Cláudia Leal, de 8 a 11 de abril, na loja Breton em Curitiba.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O talk de sustentabilidade com Juliana Jabour e convidados ocorreu no dia 9 de abril.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>A participação da UGREEN:</b> Ana Julia Kfouri, engenheira e sócia da UGREEN, foi uma das convidadas do talk sobre sustentabilidade ao lado de Juliana. O tema central foi consumo sustentável, abrangendo tanto moda quanto construção.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/409ca5d6-7eb0-42fc-a4b8-1c37d2d9c373/photo_2026-04-15_17-37-10__1_.jpg.jpg?t=1776288190"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Sobre a Breton:</b> empresa brasileira focada em design e mobiliário original. A cada pedido realizado, uma árvore é plantada, além de ser a <b>única empresa de mobiliário carbono negativo do mundo!</b></p></div><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Vídeo</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">O subúrbio americano endivida seus moradores por querer!</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/573597c1-faa2-4373-9c23-508fd115da58/shuterstok-Levittown.jpg?t=1776288252"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">As casas isoladas no subúrbio americano viraram símbolo de sucesso. Gramado na frente, garagem com dois carros, e o mundo inteiro aprendeu a “querer” isso.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Só que ninguém escolheu construir esse modelo, ele foi pensado com um propósito!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Após a Segunda Guerra, o governo americano criou financiamentos de 30 anos com entrada de 10% para pessoas comuns, já para soldados, a entrada era zero. Isso fez com que o acesso à casa própria explodisse, porém, essa conquista vinha com regras: casas padronizadas e bairros homogêneos, sem qualquer inovação.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Além da prática racista aplicada pelo governo chamada <i>redlining</i>, onde bairros com população negra ou mista não recebiam financiamento, utilizando a desculpa de que a intenção era “proteger o valor dos imóveis”, criando assim uma segregação racial.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">As rodovias vieram logo após. O governo pagou 90% dos custos para que bairros antigos fossem demolidos, dessa forma, as comunidades foram cortadas ao meio, e quem tinha capital foi para o subúrbio, já quem não tinha ficou para trás.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Quer se aprofundar no tema?</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo no Youtube e entenda como tudo isso aconteceu e os impactos desse sistema que ainda é aplicado nos subúrbios norte-americanos!</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/1a8HvsX036c" width="100%"></iframe></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=0c232f71-d985-4662-8542-775452a92111&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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      <item>
  <title>Já garantiu seu ingresso para o maior evento de arquitetura sustentável do Brasil?!</title>
  <description>Esperamos você no GBDXP! Casas compactas ganham espaço na arquitetura. Backrooms e a representação de problemas na arquitetura moderna.</description>
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  <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-04-13T12:00:00Z</atom:published>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
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    <div class='beehiiv'><style>
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</style><div class='beehiiv__body'><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>GreenBuildingDay Exp</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Em 2025 Green Building Day 5 foi um sucesso, agora o Green Building Day Experience vem aí!</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/bfa1f0e9-3841-4e3d-802e-a1c796432a25/Quem_Vai_Construir_o_Brasil_Diferente.png?t=1775736281"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Ano passado tivemos a honra de produzir um dos maiores eventos sobre arquitetura e construção sustentável do Brasil para mais de 1.200 profissionais em São Paulo Capital!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">E o nosso próximo encontro já tem data marcada! Ele será realizado em um formato diferente, mas carregando a mesma lógica: <b>reunir quem trabalha pela transformação das cidades brasileiras para duas horas de conteúdo que você não encontra em curso, YouTube ou faculdade.</b></p><h3 class="heading" style="text-align:left;">“Quem vai construir o Brasil diferente?” - 15 de maio, Curitiba</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Serão dois blocos, com uma pausa no meio. Sem transmissão online nem gravação!</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Bloco 1:</b> por que as cidades brasileiras são assim. O que produz o calor urbano, a especulação, a infraestrutura que colapsa.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Bloco 2:</b> o que muda na prática quando você entende essa lógica. Como projetar, especificar e decidir a partir de outro ponto de partida.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Entre blocos:</b> uma pausa para conversar com quem veio pelo mesmo motivo que você!</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">📍 FIEP Event Center, Jardim Botânico, Curitiba </p><p class="paragraph" style="text-align:left;">🗓️ 15 de maio, das 14h às 18h </p><p class="paragraph" style="text-align:left;">👥 200 vagas. Lote 1 encerra dia 17/04.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>LOTE 1 - R$ 297 à vista (+ taxa) — em até 12x</b></p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:#5FAD61;" href="https://www.ugreen.com.br/evento2026/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=ja-garantiu-seu-ingresso-para-o-maior-evento-de-arquitetura-sustentavel-do-brasil"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Garantir meu ingresso! </span></a></div></div><hr class="content_break"><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Notícia</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Casas compactas com luz natural ganham espaço na arquitetura sustentável global</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/a52e6787-101c-4e79-915b-08bd4d6c723f/sustainable-natural-light-3.jpg?t=1776081173"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagem: Cosmos</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O mercado global de casas pequenas movimentou US$ 6,1 bilhões em 2024, e deve crescer 6,9% no ano até 2033. O fator responsável por esse aumento é a combinação entre a crise habitacional, urbanização acelerada e pressão por construção de baixo impacto ambiental. Projetos compactos com aproveitamento intensivo de luz natural se consolidaram como uma das principais respostas da arquitetura sustentável contemporânea.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A tendência avança em três frentes. Na Europa, Alemanha, Holanda e Reino Unido lideram a adoção de casas compactas e ecovillas. Na Ásia-Pacífico, a região cresce no ritmo mais acelerado do planeta, pressionada pela urbanização intensa na China e Índia. Já o Brasil, ocupa a 4ª posição no ranking global de projetos certificados pelo LEED, e os “green buildings” na região Sul cresceram 79,6% nos últimos cinco anos.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/1778ea08-2c71-42da-9bf2-f36602a1c9d2/claraboias-na-arquitetura-tropical-20-casas-que-reinventaram-a-iluminacao-natural_16.jpg.jpg?t=1776081270"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagem: ArchDaily</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O princípio construtivo é direto: casas menores exigem menos material, menos energia tanto para aquecer quanto para resfriar. Janelas estratégicas, claraboias e ventilação cruzada reduzem ou eliminam a iluminação artificial durante o dia.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Uma pesquisa da agência de energia francesa ADEME indica que a luz natural pode cortar o consumo elétrico de iluminação em até 60% em projetos bem orientados. Segundo o Environmental and Energy Study Institute (EESI), casas com design climático integrado registram custos de aquecimento e resfriamento entre 30% e 40% menores que construções convencionais.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/0a020631-3ed0-4ea4-ae87-087e03fd9516/607aade02f6b83c6a0c06cbd139ff574.jpg?t=1776081204"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagem: Rera Ayudiani</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O impacto escala com os números: casas e edifícios respondem por cerca de 40% do consumo energético mundial, e uma residência de 280 m² consome o dobro de eletricidade de uma de 93 m².</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para arquitetos, urbanistas e incorporadoras, casas compactas com luz natural deixam de ser uma escolha de nicho e se tornam uma resposta viável à urbanização do século 21.</p></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Vídeo</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Backrooms: do medo e ficção ao problema real da arquitetura das cidades atuais</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/1d5ae394-d5c2-47c7-8490-e23bf86431bc/HobbyTown_USA_Oshkosh_interior_under_construction_2002__The_Backrooms_.jpg?t=1776081038"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em 2019, um usuário do 4chan (fórum de debates) publicou a foto acima. A parede amarelada, o carpete velho, uma luz fluorescente, nenhuma janela ou saída visível. Já é bizarro só de olhar, imagina estar lá …</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">É o que a legenda da própria postagem mencionava: “se você cair fora da realidade no lugar errado, acaba aqui, preso em salas vazias que se repetem para sempre”.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A imagem viralizou, dando vida a jogos, série e recentemente roteiro de filme pela renomada produtora A24.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Mas os Backrooms incomodam por um motivo que vai além do terror: são espaços familiares, possuem carpete, tomada e divisórias de escritório. São lugares que você já viu, porém vazios, repetidos, sem fim e sem função alguma.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Esse desconforto possui nome na arquitetura.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Quer entender mais sobre este fenômeno?!</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo no Youtube e entenda a fundo por que os Backrooms, além de serem mais reais do que parecem, também trazem consigo esse sentimento de terror!</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/VmFJBNgL64I" width="100%"></iframe></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=93cb9506-3143-4a10-8741-2614abcf3412&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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      <item>
  <title>Prepare-se, o GreenBuildingDay XP  está chegando!</title>
  <description>Garanta seu ingresso para o evento UGREEN. Dinâmica presencial UGREEN + Armentano Arquitetura. Água vira tema principal em Davos 2026. As lâmpadas de LED estão te enganando.</description>
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  <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 12:25:07 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-04-09T12:25:07Z</atom:published>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
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</style><div class='beehiiv__body'><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>GreenBuildingDay Exp</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Quem vai construir o Brasil diferente?!</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/bfa1f0e9-3841-4e3d-802e-a1c796432a25/Quem_Vai_Construir_o_Brasil_Diferente.png?t=1775736281"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Talvez você já tenha sentido há alguns anos que diversas construções civis nas cidades brasileiras entregam menos do que prometem, regiões que custam mais do que deveriam e profissionais formados para reproduzir estes problemas ao invés de resolver!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O problema é que essa sensação raramente encontra nome, e quem a sente, raramente encontra outros que partilham do mesmo sentimento.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Por isso, o GreenBuilding Day Experience chega para mudar esse cenário, abordando o tema “Quem vai construir o Brasil diferente?”!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Durante 4 horas, dividido em dois blocos de conteúdo, você irá compreender a visão completa de por que as cidades são da forma que são, e a clareza prática do que fazer diferente a partir disso. O tipo de clareza que muda como você projeta, especifica, argumenta e decide!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">📅 15 de maio de 2026 (sexta-feira) </p><p class="paragraph" style="text-align:left;">⏰ 14h às 18h + happy hour </p><p class="paragraph" style="text-align:left;">📍 Federação das Indústrias do Paraná — Curitiba </p><p class="paragraph" style="text-align:left;">🎟️ LOTE 1: R$ 297 | Vagas limitadas a 200 pessoas</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Importante:</b> o evento não contará com transmissão online nem gravação. Ele é exclusivo para as pessoas que estiverem presentes no dia!</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:#5FAD61;" href="https://www.ugreen.com.br/evento2026/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=prepare-se-o-greenbuildingday-xp-esta-chegando"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Garanta sua vaga agora mesmo! </span></a></div></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Participação UGREEN</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Dinâmica presencial UGREEN: capacitação em projeto sustentável para a Armentano Arquitetura</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">Nesta quinta-feira (09/04), nós da UGREEN realizamos duas dinâmicas presenciais para a equipe da Armentano Arquitetura, com foco em dois temas centrais da prática sustentável.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Primeiro, na parte de projeto arquitetônico, os participantes trabalharam com um fluxograma de projeto bioclimático e desenvolveram um projeto conceitual aplicando ferramentas e programas de análise em conjunto.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Já a segunda parte tratou sobre interiores, abordando design biofílico e materiais sustentáveis: como classificá-los, hierarquizá-los, aplicá-los em projetos reais!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Ao final, a equipe agora possui um repertório técnico mais sólido e com critérios mais definidos para tomar decisões de projeto com base em sustentabilidade, do conceito à especificação de materiais.</p><h4 class="heading" style="text-align:left;">Quer realizar uma dinâmica presencial ou online para sua equipe em seu escritório de arquitetura?!</h4><p class="paragraph" style="text-align:left;">Entre em contato conosco! Dessa forma podemos desenvolver uma dinâmica sob medida para seu escritório e equipe!</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:#5FAD61;" href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5541987850551&text=Ol%C3%A1+gostaria+de+mais+informa%C3%A7%C3%B5es+sobre+as+consultorias+UGREEN%21&utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=prepare-se-o-greenbuildingday-xp-esta-chegando"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Falar com nossa equipe comercial! </span></a></div></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Notícia</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Água domina agenda de sustentabilidade em Davos 2026</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/1f752941-678f-4d4d-b0ad-68b5d8fc9600/responsive_large_VWvXj63af8JTdWbzcsPWc4SU3Z-iUgLUAjOiQS6IQ8w.avif?t=1775737167"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagem: World Economic Forum</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Realizado entre 19 e 23 de janeiro, em Davos, na Suíça, o Fórum Econômico Mundial transformou sua Reunião Anual de 2026 em uma plataforma de ação sobre a crise hídrica global.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O evento reuniu mais de 60 chefes de Estado, 400 líderes políticos e 830 CEOs sob o tema geral “A Spirit of Dialogue”.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O debate cobriu água doce, oceanos e segurança alimentar azul como partes de um mesmo sistema. Sob o rótulo “Blue Davos”, o FEM declarou 2026 o “Ano da Água” e posicionou o tema como infraestrutura econômica.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A sessão central, “Water in the Balance”, partiu de um dado direto: 70% dos impactos climáticos estão ligados à gestão de água.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/fe4e9c86-3035-40e4-83e5-83ebf309c5e8/AA1Uwwmu.jpeg?t=1775737193"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagem: World Economic Forum</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O principal lançamento foi o Get Blue, iniciativa da ONG Water.org, cofundada pelo ator Matt Damon. A plataforma une Amazon, Gap, Starbucks e Ecolab para ampliar o acesso à água potável e ao saneamento.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A meta é passar de 85 milhões para 200 milhões de pessoas atendidas até 2030. Atualmente, 2,1 bilhões de pessoas não têm acesso à água segura e 3,4 bilhões vivem sem saneamento adequado.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/71ee6172-ff7c-4108-a038-73664c7b98c6/Global_water_crisis_1.jpg?t=1775737210"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Nos oceanos, o FEM lançou a iniciativa ACT Ocean, voltada a catalisar transições nos setores dependentes do mar, com acordos firmados com os Emirados Árabes Unidos em preparação para a Conferência da ONU sobre Água, em dezembro de 2026.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um relatório do FEM com a Universidade de Cambridge quantificou o problema: o déficit global de infraestrutura hídrica pode chegar a 6,5 trilhões de euros até 2040.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Fechar essa lacuna criaria 206 milhões de empregos e geraria 8,4 trilhões de euros em PIB. Hoje, apenas 2 a 3% dos investimentos globais em água vêm do setor privado.</p></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Vídeo</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">As lâmpadas que prometeram salvar o planeta estão deixando sua casa pior</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/ae47a52e-047c-4f40-85cf-89d281a15d96/lampadas_led.png?t=1775736620"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Hoje em dia a maioria das pessoas tem lâmpadas LED em casa e provavelmente você também.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A transição das lâmpadas incandescentes para o LED foi apresentada como um avanço sustentável. Governos proibiram as antigas, o mercado celebrou a mudança e o consumo de energia caiu.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Só que muitos LEDs vendidos hoje emitem uma luz fria, entre 4.000 e 6.500 Kelvin. Essa faixa é mais barata de produzir e cumpre metas de eficiência energética com mais facilidade. Por isso o mercado a adota em massa.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Essa luz fria à noite suprime a produção de melatonina, pois o corpo interpreta que ainda é dia, aí seu sono piora e a ansiedade aumenta.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Além do mais, quando uma lâmpada LED queima, o chip geralmente ainda está funcionando, o que falhou foi o driver, um circuito interno fabricado com componentes baratos. Em luminárias seladas, não é possível trocar só essa peça, fazendo com que a luminária inteira vá para o lixo.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Quer se aprofundar no assunto?</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo no Youtube e entenda como a iluminação da sua casa afeta seu corpo, espaço e o meio ambiente muito além da conta de energia!</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/creDait_nBg" width="100%"></iframe></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=2fd16749-71a9-489e-ac0e-2823dd6ca32e&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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      <item>
  <title>UGREEN marca presença na Feicon 2026</title>
  <description>Sami Meira representa UGREEN na Feicon 2026. Mentoria Casa Sustentável UGREEN. Chalés alpinas que não precisam de aquecimento. Novas descobertas sobre as pirâmides do Egito!</description>
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  <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 12:10:37 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-04-06T12:10:37Z</atom:published>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
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O evento acontece no São Paulo Expo e reúne mais de mil marcas, profissionais de arquitetura, engenharia e construção de todo o Brasil e de mais de 70 países.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">No dia 8, às 17h, Sami Meira, arquiteta e cofundadora da UGREEN, apresenta na Arena Central a palestra <b>Materiais & Sustentabilidade</b>, dentro da trilha Profissionais que Inspiram.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A palestra parte de uma premissa direta: sustentabilidade não é tendência. É critério técnico. E critério técnico mal aplicado compromete projetos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Durante 30 minutos, Sami vai cobrir o que realmente importa na hora de decidir:</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>O que é sustentabilidade na construção hoje.</b> Sem generalização, com base em realidade de mercado.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Por que dados genéricos comprometem decisões.</b> A escolha errada de material não é só um erro ambiental. É um erro de projeto.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Contabilidade de carbono como ferramenta técnica.</b> Como quantificar o impacto de cada especificação e usar esse número para decidir melhor.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Sustentabilidade como estratégia de negócio.</b> O escritório que domina esse critério entrega projetos mais sólidos e se posiciona diferente no mercado.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Riscos do greenwashing e como evitá-los.</b> Saber reconhecer uma alegação vazia protege o projeto e a reputação de quem assina.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Como transformar sustentabilidade em vantagem competitiva.</b> Dado, decisão e resultado no mesmo caminho.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A mensagem central é objetiva: decidir melhor para construir melhor. Quem especifica material sem critério ambiental está tomando uma decisão incompleta.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">📍 Arena Central — São Paulo Expo </p><p class="paragraph" style="text-align:left;">📅 08 de abril | 17h00 – 17h30 </p></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>UGREEN</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Aproveite a Mentoria Casa Sustentável com desconto no mês de abril!</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">Uma casa comum desperdiça água, energia e ventilação por ausência de escolhas técnicas simples, e todos estes desperdícios podem ser resolvidos de forma prática, sem reforma e sem investimento alto!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">É aí que a <b>Mentoria Casa Sustentável UGREEN</b> entra em ação! Reunindo <b>4 aulas</b> gravadas que abordam <b>metodologias comprovadas por especialistas</b> para transformar qualquer casa em um ambiente mais eficiente, ecológico e saudável.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O programa percorre os <b>seis pilares de uma casa sustentável</b>:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Design biofílico;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Ventilação natural;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Economia de água;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Eficiência energética;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Automação residencial;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Manejo consciente da água e dos resíduos.</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">Desenvolvido para pessoas que buscam <b>resultados concretos </b>sem gastar rios de dinheiro! E nesse mês de abril, você ainda conta com uma <b>condição especial</b> para a <b>Mentoria Casa Sustentável UGREEN.</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Por apenas <b>R$ 297</b> você garante <b>acesso vitalício</b> a essa mentoria!</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:#5FAD61;" href="https://sun.eduzz.com/2453317?cupom=DESCONTOABRIL&utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=ugreen-marca-presenca-na-feicon-2026"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Garanta já sua vaga na Mentoria UGREEN </span></a></div></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Notícia</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Conheça os chalés alpinos que quase não precisam de aquecimento</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/3da66d3e-5892-4276-8749-81a151d97745/ESCUS-CHALET-COMBLOUX-EDITED-NO-LOGO-SMALL-FILE-89-of-91-2048x1365.webp?t=1775477157"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagem: ECSUS Design</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">A ECSUS Design, construtora britânica sediada em Haute-Savoie, na França, há mais de 20 anos vem construindo chalés de luxo nos Alpes franceses.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O que chama a atenção, além de sua longevidade no setor, é o fato de que em 2023, seus clientes economizaram €48.000 em aquecimento. Isso ocorre devido os imóveis consumirem apenas um terço da energia de uma propriedade comum na região.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;">Como funciona</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Sua base é o painel SIP: estrutura pré-fabricada que une parede, isolamento e vedação em uma peça só. Sendo 50% mais eficiente que o sistema de madeira convencional, sua montagem leva de 5 a 6 dias, algo essencial para uma região onde a janela de obra vai de maio a novembro.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/1c824d41-29ad-497e-9a84-9c40cc3eb59d/2017-03-07-10.28.58-1024x576.webp?t=1775477168"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagem: ECSUS Design</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Os chalés combinam os painéis com ventilação mecânica de duplo fluxo, que recupera até 90% do calor extraído, bombas de calor aerotérmicas e piso radiante. O Chalet Cote, de 256 m², tem conta anual de aquecimento estimada em €318.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;">Por que isso importa</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">O setor de construção responde por 37% das emissões globais de CO₂. Nos Alpes, a geleira Mer de Glace recua 4 metros por ano. Construir com eficiência é também uma resposta direta a esse cenário.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Os chalés da ECSUS saem por até €2.436/m², abaixo da média regional de €3.000 a €4.000/m². A maioria dos chalés na região fica abaixo da nota E em certificação energética, enquanto os da ECSUS atingem nota AA.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A tecnologia existe. Os números funcionam, o que falta … é escala!</p></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Vídeo</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Como o Egito Antigo organizou a maior obra da história!</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/2e50da74-56af-42bf-a1bf-5dd7f7cf72cb/All_Gizah_Pyramids.jpg?t=1775477217"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">As famosas pirâmides de Gizé no Egito foram construídas ao lado de um braço ativo do Rio Nilo, atualmente … extinto.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Pesquisas recentes realizadas com radar de satélite e análise de sentimentos confirmaram que os blocos de calcário e granito chegavam por meio de barcos até a base do platô. Este sistema de transporte usava canais, portos e docas ao longo de um canal com até 63 km de extensão.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O sistema social que sustentava a obra era igualmente organizado. Os trabalhadores eram camponeses recrutados pelo Estado durante as cheias do Nilo, quando o cultivo parava. Havia uma cidade inteira de apoio, com padaria, cervejaria, armazéns e alojamentos coletivos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um diário encontrado em 2013, escrito por um supervisor chamado Merer, registra rotas,carregamentos e hierarquias com precisão administrativa.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Se interessou pelo assunto?</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo no Youtube e entenda como a engenharia, a organização social e o impacto ambiental se conectam na história da maior obra da antiguidade!</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/wjXRFMi8pBo" width="100%"></iframe></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=614b1e7e-5a1c-403f-910e-17c9aabb7bfd&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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  <title>UGREEN e Roca Brasil apresentam o workshop técnico MRV</title>
  <description>Sami Meira marca presença no 3o Workshop Técnico MRV! Consultoria UGREEN para L&#39;Occitane. Mario Cucinella cria casa de terra. Os shoppings estão destruindo as cidades.</description>
  <link>https://news.ugreen.com.br/p/ugreen-e-roca-brasil-apresentam-o-workshop-te-cnico-mrv</link>
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  <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 13:26:41 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-04-02T13:26:41Z</atom:published>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
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</style><div class='beehiiv__body'><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>UGREEN + Roca Brasil Cerámica</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">UGREEN apresenta case de descarbonização da Roca Brasil Cerámica no workshop federal de MRV</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">Ontem, no primeiro dia do mês de abril, a arquiteta e cofundadora da UGREEN, Sami Meira, apresentou em Brasília os dados de descarbonização da Roca Brasil Cerámica e da Incepa no 3º Workshop Técnico de MRV.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O evento é parte do processo de regulamentação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) e reuniu representantes do governo federal e da indústria cerâmica.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;">Cerâmica brasileira tema menor pegada de carbono do mundo</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">Os dados apresentados mostram que o Brasil produz cerâmica com 3,26 kgCO₂e/m², segundo a ANFACER. A média global chega a 14,40 kgCO₂e/m², puxada pelo uso de carvão na China e na Índia. Já a Itália registra 5,00 kgCO₂e/m² e Espanha, 5,50.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Roca Brasil Cerámica fechou 2024 com 4,55 kgCO₂e/m² no inventário GHG, abaixo dos dois países europeus. A matriz energética limpa do Brasil é o principal fator dessa vantagem.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;">Biomassa substituiu o coque e reduziu 33% das emissões</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Roca começou a medir suas emissões em 2019. Em 2020, a primeira Análise de Ciclo de Vida identificou o coque de petróleo como o maior emissor do processo, com 100 tCO₂e/GJ.Em 2021, a biomassa em pellets e briquetes substituiu o coque nas duas plantas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A biomassa emite 1,3 kgCO₂e/GJ de emissões fósseis residuais, contra 52 kgCO₂e/GJ do gás natural. De 2020 a 2024, a intensidade de emissões caiu de 61,39 para 41,25 tCO₂e/GJ, uma redução de 33%.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;">UGREEN propõe transformar jazidas de argila em ativos de carbono</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A UGREEN levou ao workshop uma proposta técnica para o governo federal. Hoje, a recuperação de jazidas de argila é uma obrigação legal para as empresas do setor. O reflorestamento e a recomposição do solo dessas áreas têm alto potencial de sequestro de carbono.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A proposta é que o governo reconheça essas áreas como geradoras de créditos de carbono dentro do SBCE, convertendo um passivo ambiental em ativo econômico.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;">Roca e Incepa chegaram ao workshop com dados consolidados</h3><p class="paragraph" style="text-align:left;">A apresentação mostrou que as duas empresas têm inventários GHG estruturados desde 2023, com Escopo 3 em desenvolvimento desde 2024. Elas foram pioneiras na construção dos dados primários do setor cerâmico nacional, reportados à ANFACER.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Esse histórico coloca as duas empresas à frente das exigências do MRV e do CBAM, o mecanismo de ajuste de carbono nas fronteiras da União Europeia.</p></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Consultoria UGREEN</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">UGREEN assina consultoria em sustentabilidade para a L’Occitane</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/29100b16-328d-4cb1-a01b-57b460c818ca/Image15.png?t=1775136334"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">A loja da L&#39;Occitane, localizada no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, foi desenvolvida com consultoria de sustentabilidade da UGREEN. O resultado demonstra como a responsabilidade ambiental e design de alto padrão podem caminhar lado a lado.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O projeto integra materiais certificados (rodapés com 96% de conteúdo reciclado e certificação EPD), mobiliário em madeira sustentável com baixos teores de VOC, iluminação LED, bancadas de cimento ecológico e infraestrutura dedicada a refis e logística reversa de embalagens.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/3ac9bec2-999c-40be-9854-812766cdd4b2/Image20.png?t=1775136356"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Cada decisão foi orientada por critérios técnicos de sustentabilidade, sem abrir mão da experiência de marca.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para a L&#39;Occitane, o espaço reforça um compromisso que já faz parte do DNA da empresa. Para o setor, é uma referência concreta sobre como o varejo físico pode evoluir.</p><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Seu próximo projeto comercial pode seguir o mesmo caminho!</b></h3><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:#5FAD61;" href="https://wa.link/i2pvfm?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=ugreen-e-roca-brasil-apresentam-o-workshop-tecnico-mrv"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Agende uma conversa com a equipe UGREEN </span></a></div></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Notícia</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Mario Cucinella cria casa impressa em 3D com terra do próprio terreno</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/d68a14d1-0b8e-4199-8ed0-3749074e6035/tecla.gif?t=1775135605"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Fotos: Iago Corazza</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Mario Cucinella, um dos nomes mais influentes da arquitetura sustentável contemporânea. Fundador de escritórios de arquitetura com sedes em Bolonha e Nova York, além da SOS, Escola de Sustentabilidade voltada à pesquisa em design bioclimático, construiu uma trajetória consistente em torno de uma ideia central: a arquitetura precisa responder ao clima, ao lugar e às pessoas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em abril de 2021, esse trabalho de décadas resultou em algo sem precedente na história da construção civil.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/44445dde-ed75-40f2-a1f8-b48a106de041/tecla_drawings.gif?t=1775135731"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagens: Mario Cucinella Architects</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em parceria com a WASP, empresa italiana de impressão 3D, Cucinella concluiu TECLA, o primeiro protótipo habitacional do mundo impresso em 3D usando só materiais do próprio terreno. A estrutura fica em Massa Lombarda, na província de Ravenna, no norte da Itália.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">São duas cúpulas interligadas com 4,2 metros de altura e cerca de 60 m² de área útil, divididos entre sala, cozinha e quarto. Duas impressoras Crane WASP trabalharam em sincronia, extrudando 350 camadas de argila local misturada com água, fibra de casca de arroz e um aglutinante natural. O processo levou 200 horas e consumiu menos de 6 kW de energia.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/482b7cf8-aed0-4f34-8cae-9b71a6a146c7/tecla_ext.gif?t=1775135665"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagens: Iago Corazza</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Toda a argila utilizada foi extraída do próprio canteiro, fazendo com que nenhum material tenha sido transportado até o local e nenhum entulho gerado.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quando o edifício chegar ao fim da vida útil, ele se decompõe de volta ao solo, as paredes onduladas funcionam ao mesmo tempo como estrutura, cobertura e vedação, além do preenchimento interno feito de casca de arroz, que garante o isolamento térmico.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O projeto partiu de pesquisas da SOS sobre habitação de baixo impacto em diferentes climas. Para o arquiteto, TECLA é a prova de que uma outra forma de construir é viável.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>O contexto explica a urgência:</b> a ONU projeta 11,2 bilhões de pessoas no planeta até 2100, com quase 5 bilhões vivendo em cidades já em 2030, e a construção civil está entre os maiores emissores de carbono do mundo.</p></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Vídeo</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Os shoppings estão destruindo as cidades e você nem sabia!</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/99c43876-3ffd-440b-84c4-0a94f85c4965/shopping_boa_vista_-768x510.webp?t=1775134548"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Nos anos 50, o arquiteto Victor Gruen projetou os primeiros shoppings americanos com uma ideia simples: recriar a atmosfera das praças europeias nos novos subúrbios que cresciam junto com o automóvel.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A lógica do capital mudou esse projeto rapidamente. Se tornando uma estrutura fechada, sem janelas, sem relógio, projetada para manter as pessoas circulando e comprando o máximo de tempo possível.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Hoje, os shoppings drenam recursos do comércio local, privatizando a vida urbana e concentrando riqueza nas mãos de fundos imobiliários.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quando um shopping abre, o fluxo de pedestres nas ruas diminui, as calçadas ficam vazias e o comércio de bairro perde clientes. Resultando em lojas fechando, o dinheiro que antes circulava numa padaria ou num mercadinho agora vai para uma rede de franquias e, no fim, numa carteira de FIL.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Quer se aprofundar no assunto?</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo no Youtube e entenda a fundo a origem dos shoppings, a estrutura financeira por trás deles e os impactos urbanos que raramente aparecem no debate!</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/hrpxOPzXEbM" width="100%"></iframe></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=328c10e0-e006-4df2-a49e-33727b45d139&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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      <item>
  <title>UGREEN é convidada para o Meteoro Brasil!</title>
  <description>UGREEN no Meteoro Brasil! Mês do Consumidor acaba amanhã. Tecnologia transforma edifícios em sumidouros de carbono. A cidade The Line virou data centers.</description>
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  <pubDate>Mon, 30 Mar 2026 18:00:15 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-03-30T18:00:15Z</atom:published>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
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    <div class='beehiiv'><style>
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</style><div class='beehiiv__body'><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>UGREEN + Meteoro Brasil</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Meteoro Brasil convida Filipe Boni!</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">Você piscou e o Filipe participou em mais um programa!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Dessa vez, entrevistado pelo canal Meteoro Brasil no programa Microscópio, a conversa cobriu construção inadequada ao clima, especulação imobiliária e vulnerabilidade das cidades brasileiras.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A entrevista iniciou abordando o fato do Brasil ter oito zonas bioclimáticas e como cada uma exige estratégias diferentes. Quando o projeto ignora o clima local, o resultado é desconforto e consumo de energia alto. Esse problema tem raiz no mercado imobiliário, onde boa parte das decisões de projeto serve para vender, não para quem vai morar. A varanda gourmet foi o exemplo principal: uma área que aumenta a metragem vendável, mas reduz os quartos e não atende nenhuma necessidade prática do morador.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A consequência disso aparece nas cidades. As regiões mais quentes são as periféricas, as mesmas que concentram moradores de baixa renda e sofrem mais com enchentes e deslizamentos. Filipe citou São Sebastião e Juiz de Fora como exemplos de como a ocupação desigual do solo amplifica os impactos climáticos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Mesmo quando as cidades recebem melhorias, o risco persiste. Boni explicou como parques e revitalizações podem expulsar moradores pelo aumento do custo de vida, e apresentou ferramentas como ZEIS, PEUC e Community Land Trust como formas de proteger quem já vive nessas áreas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para ele, o Brasil tem corpo técnico competente para lidar com esses problemas. O que falta é vontade política.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Caso você se interesse por debates sobre os respectivos assuntos, fica aqui nosso convite para assistir à edição completa do podcast!</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/eymsRSpE43A" width="100%"></iframe></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>UGREEN</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Falta pouco para acabar! Vai ficar de fora?</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">Você tem só até amanhã, 31 de março, às 23h59, para aproveitar o <b>Mês do Consumidor</b> e garantir <b>1 ano de acesso ao UGREEN Pass</b> com <b>50% de desconto!</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">São <b>mais de 25 cursos completos com certificados,</b> totalizando <b>mais de 400</b> horas de conteúdos técnicos e trilhas de conhecimento progressivas para você estudar no seu tempo e do seu jeito.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Vai deixar de aproveitar a oportunidade de ter <b>1 ano de acesso</b> à plataforma que pode <b>transformar sua carreira profissional?!</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">É só até amanhã!</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:#5FAD61;" href="https://www.ugreen.com.br/pass/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=ugreen-e-convidada-para-o-meteoro-brasil"><span class="button__text" style="color:#222222;"> UGREEN Pass pela metade do preço </span></a></div></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Notícia</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Holcim e ELEMENTAL apresentam tecnologia que transforma edifícios em sumidouros de carbono</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">Na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025, a fabricante de materiais Holcim e o escritório ELEMENTAL, do arquiteto chileno Alejandro Aravena, apresentaram um protótipo de habitação construído com um novo tipo de concreto. O material é feito com biochar e sequestra carbono em vez de emitir.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Biochar é um material parecido com carvão. Ele é produzido a partir do aquecimento de resíduos orgânicos sem oxigênio, um processo chamado pirólise. Esse processo prende o carbono da biomassa em forma estável, sem deixar que ele vá para a atmosfera. Cada quilo de biochar produzido evita a emissão de até 3 kg de CO₂. Incorporado ao concreto, o material continua sequestrando carbono durante toda a vida útil da construção.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A urgência do tema é real. O setor da construção é responsável por quase 40% das emissões globais de CO₂. A maioria das soluções criadas até hoje foca em reduzir o consumo de energia dos edifícios. O carbono emitido na produção dos materiais de construção, como cimento e aço, ficou sem resposta. O biochar ataca esse problema.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Segundo o IPCC, a tecnologia pode eliminar 2,6 bilhões de toneladas de CO₂ por ano. A Holcim já testa aplicações em 11 países. A tecnologia foi premiada no Green GOOD DESIGN Awards 2026, organizado pelo Chicago Athenaeum.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O projeto apresentado em Veneza também carrega uma mensagem social. O modelo de habitação da ELEMENTAL já foi replicado mais de 4.000 vezes na América Latina. A proposta mostra que construir mais, para mais pessoas, não precisa significar emitir mais carbono.</p></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Vídeo</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">A “cidade” de 170 km que antes mesmo de inaugurar, virou data center</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/a25760c4-723f-4ebf-95f8-067a9267757f/The-Line-o-futuro-a-todo-vapor-no-deserto-da-Arabia-Saudita-megaprojeto-completa-20-da-construcao.jpg?t=1774893563"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">A megalomaníaca The Line foi apresentada em 2020 como uma cidade linear de incríveis 170 km, 500 m de altura e com a capacidade de comportar 9 milhões de habitantes. Sem carros e emissões, com energia 100% renovável.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Seis anos depois … a obra parou.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O fundo soberano que financia o projeto precisava de petróleo a US$ 90 o barril para manter o orçamento. O preço ficou entre US$ 60 e US$ 65. A Aramco cortou 33% dos dividendos. O caixa perdeu US$ 6 bilhões. Em dezembro de 2024, o fundo aprovou corte de 20% nos investimentos e 60% nos projetos menos viáveis.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O The Line encolheu de 170 km para 2,4 km. De 9 milhões de habitantes para 300 pessoas. E agora, deixou de ser uma cidade.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">As 6.000 estacas de concreto já cravadas no solo, com 2,5 e 3 m de diâmetro cada, vão servir servidores e sistemas de resfriamento. O espaço que seria para pessoas vai processar dados de inteligência artificial.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Se interessou pelo assunto?</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo e entenda por que uma cidade de 170 km virou infraestrutura de dados, e o que isso revela sobre como projetos urbanos são financiados e descartados!</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/pvXI3WtXhVA" width="100%"></iframe></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=900706e1-4b24-40ba-9c3d-67c6290e2109&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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      <item>
  <title>Filipe Boni fala sobre o futuro das cidades no podcast do Edson Castro</title>
  <description>UGREEN e Edson Castro! Mês do Consumidor está acabando. Janelas que geram energia. A realidade da casa contêiner.</description>
  <link>https://news.ugreen.com.br/p/filipe-boni-fala-sobre-o-futuro-das-cidades-no-podcast-do-edson-castro</link>
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  <pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:23:38 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-03-26T13:23:38Z</atom:published>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
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</style><div class='beehiiv__body'><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>UGREEN + Edson Castro</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">O onipresente Filipe Boni mais uma vez representa a UGREEN, agora no podcast Edson Castro!</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">Há quem diga que o Filipe, além de uma máquina de fazer vídeos, é também onipresente: está em tudo, falando sobre tudo!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">E por estar em todo lugar (ou quase todos), mais uma vez representou a UGREEN em uma participação especial no Podcast do Edson Castro. Ao longo de quase 2 horas de conversa, foi discutido como as cidades estão sendo produzidas atualmente, além de quais os impactos desse fenômeno na vida das pessoas!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O apresentador iniciou o programa questionando sobre a especulação financeira, onde Boni explicou a forma em que a lógica financeira tem influenciado diretamente a arquitetura e o urbanismo. Demonstrou também que a moradia deixou de ser tratada apenas como espaço de uso e passou a ser tratada como ativo de investimento, dessa forma, ajudando a compreender o aumento do preço dos imóveis mesmo com o crescimento das construções.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Ao decorrer do episódio, foi abordado como os projetos atuais muitas vezes ignoram fatores básicos como clima, ventilação e conforto térmico. Filipe destacou que soluções padronizadas estão sendo replicadas em diferentes países, mesmo quando as condições ambientais exigem respostas específicas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Também foi debatida a relação entre cidade e infraestrutura. Foram analisados problemas como enchentes, verticalização sem planejamento e a dificuldade de adaptação das cidades ao aumento da densidade urbana. O arquiteto apontou conceitos sobre cidade sustentável e cidade de 15 minutos, e como estas concepções dependem de planejamento integrado e não apenas de soluções isoladas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Com o decorrer do episódio, a conversa conectou arquitetura, economia e funcionamento urbano, mostrando como decisões de projeto afetam diretamente o cotidiano das pessoas!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Caso você se interesse por debates sobre os respectivos assuntos, fica aqui nosso convite para assistir à edição completa do podcast!</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/zInK_Mz1lys" width="100%"></iframe></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>UGREEN</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">A oportunidade de cobrar mais em seus projetos está para se encerrar!</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">Quem domina sustentabilidade na prática valoriza seus projetos da forma correta, podendo cobrar e entregar muito mais!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">E o <b>UGREEN Pass</b> foi pensado para que você atinja esse resultado: transformando conhecimento técnico em valor real para seus projetos e para o seu bolso.</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">+ de 25 cursos completos;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">+ de 400 horas aula;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Todos os cursos com certificado;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">1 ano de acesso;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">50% de desconto!</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">Por apenas <b>R$ 897</b> você tem <b>1 ano de acesso</b> para estudar conteúdos sobre Arquitetura Sustentável, Eficiência Energética, Design Biofílico e muitos mais!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Restam <b>apenas 5 dias</b> para essa oferta especial se encerrar. Vai deixar de aproveitar?!</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:#5FAD61;" href="https://www.ugreen.com.br/pass/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=filipe-boni-fala-sobre-o-futuro-das-cidades-no-podcast-do-edson-castro"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Adquira o UGREEN Pass com desconto </span></a></div></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Notícia</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Janelas que geram energia: Patagônia instala vidros fotovoltaicos em sua sede</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/cad6caa6-4601-49c4-832c-131a45da9003/2673723544_b26bd2778d_o.jpg?t=1774530892"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagem: Nicolás Boullosa - Flickr</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">A famosa marca estadunidense de roupas para o ar livre Patagonia, recentemente instalou 22 janelas geradoras de energia solar na fachada sul do Olive Building, o campus principal da empresa, localizada em Ventura no estado da Califórnia. O projeto foi executado em parceria com a NEXT Energy Technologies, e representa a primeira instalação real da tecnologia fotovoltaica da empresa em uma edificação comercial.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">As janelas funcionam como qualquer vidro arquitetônico comum, mas com um revestimento fotovoltaico transparente impresso diretamente no vidro e selado entre duas folhas de segurança. O revestimento converte luz ultravioleta e infravermelha em eletricidade, sem bloquear a luz visível. Os cabos integrados ao caixilho conduzem a energia gerada diretamente para o sistema elétrico do edifício.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Essa tecnologia se enquadra no conceito de BIPV (Building-Integrated Photovoltaics/Fotovoltaica integrada em edifícios), em que o material de construção também é o gerador de energia. Diferente de painéis solares convencionais, não ocupa área adicional de solo, nem exige estrutura de suporte separada, dessa forma, gerando no próprio ponto de uso, eliminando perdas de transmissão que afetam cerca de 5% da eletricidade que circula pela rede elétrica.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/84d58d6e-42fc-4d61-985c-33b264c992ef/next.png?t=1774530770"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagem: NEXT Energy Technologies </p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O desempenho estimado é de 20% a 30% do que um painel solar convencional produziria na mesma área. Em edifícios comerciais, a soma de todas as superfícies envidraçadas tem potencial de compensar entre 10% e 40% da carga energética total do prédio.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Este projeto se destaca por endereçar um problema estrutural: construções correspondem a 40% do consumo global de energia e cerca de um terço das emissões de carbono. Em áreas urbanas densas, onde telhados são escassos ou inacessíveis, a fachada é a única superfície disponível em escala. Transformar esse vidro em gerador é uma das poucas estratégias viáveis para retrofitar o estoque construído existente sem demolição.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A NEXT projeta que, se a tecnologia for adotada em larga escala até 2060, ela pode reduzir as emissões do ambiente construído em mais de 1 gigatonelada de CO₂ por ano.</p></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Vídeo</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">A casa de contêiner é realmente eficiente?</h1><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/2816224c-08d0-4058-8abf-de5b58ae31d5/conteiner.jpg?t=1774531351"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O contêiner virou símbolo de arquitetura moderna no Brasil. Aparece em feiras, condomínios e redes sociais com rótulos como “sustentável”, “barato” e “inovador”. Mas existe uma distância grande entre o que é vendido e o que é entregue.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O problema começa antes da obra. Um contêiner marítimo passa anos transportando cargas pelo mundo. Nesse processo, ele recebe fumigação química com gases como brometo de metila, um composto neurotóxico que se acumula no material. O piso de madeira interna absorve metais pesados. A tinta externa pode conter chumbo e cromatos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Depois vem o calor. O aço transmite temperatura com alta velocidade. Em cidades como Manaus e Recife, o interior de um contêiner sem isolamento ultrapassa 50°C. Para cumprir a NBR 15575, a norma brasileira de desempenho térmico, são necessárias camadas de isolamento, perfis metálicos e revestimentos internos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Isso reduz a largura útil do ambiente e aumenta o custo final da obra.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Quer se aprofundar no tema?</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo no Youtube e entenda por que o contêiner pode não ser a solução que parece ser!</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/FycivpuJFyA" width="100%"></iframe></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=93a21972-edd9-4a68-abf3-be4f953b11ec&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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  <title>UGREEN na televisão! </title>
  <description>Filipe Boni representa UGREEN no programa Opinião Litoral. UGREEN Pass em oferta! Biblioteca dos anos 70 vira edifício mais sustentável da cidade. Casa Fallinwater quase desaba!</description>
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  <pubDate>Mon, 23 Mar 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-03-23T12:00:00Z</atom:published>
    <dc:creator>Felipe Tomaz</dc:creator>
    <dc:creator>Filipe Boni</dc:creator>
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    <div class='beehiiv'><style>
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</style><div class='beehiiv__body'><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>UGREEN + Opinião Litoral</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Filipe Boni no Opinião Litoral: sustentabilidade e exclusão urbana em pauta</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">Há algumas semanas, mais especificamente no dia 13/03, nosso arquiteto e urbanista fundador Filipe Boni foi convidado para participar de uma entrevista no programa Opinião Litoral, da TV Cultura Litoral. Ao longo do episódio foram abordados temas que vão desde o espaço de trabalho até o planejamento das cidades brasileiras.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Arquitetura da Humilhação</b> foi o primeiro tema. Filipe explicou como o desenho urbano penaliza quem depende de transporte público. Trabalhadores que percorrem longas distâncias diariamente enfrentam uma desvantagem concreta em relação a quem mora perto do trabalho. O espaço urbano, segundo ele, não é neutro, pois ele exclui ao invés de incluir.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Sobre <b>verticalização,</b> Boni apontou que cidades litorâneas como Balneário Camboriú e Santos concentram torres cada vez mais altas em terrenos que a infraestrutura urbana não suporta. Resultando na queda da qualidade do ar e na sobrecarga das redes e imóveis comprados como investimento, não como moradia.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O renomado arquiteto também conectou a <b>ocupação de áreas de risco</b> às tragédias ambientais recentes no país. Para ele, enchentes e deslizamentos se agravam quando a especulação imobiliária empurra populações vulneráveis para regiões instáveis. A ausência de investimento em prevenção transforma riscos previsíveis em tragédias anunciadas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Por fim, ele defendeu que <b>sustentabilidade nas construções não encarece obras.</b> Quando aplicada desde a concepção do projeto, pode até reduzir custos. Urbanismos, transporte e concepção arquitetônica são, para ele, as três frentes essenciais para transformar as cidades brasileiras!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Se você se interessa por debates sobre os respectivos assuntos, fica aqui nosso convite para assistir à edição completa do programa!</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/jJWLDb2-uAg" width="100%"></iframe></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>UGREEN</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Quem estuda sustentabilidade na prática sai na frente!</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">Sustentabilidade virou exigência de mercado, e sai na frente quem já está preparado!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">E você já sabe que o <b>UGREEN Pass</b> foi criado exatamente para isso: transformar conhecimento em prática, e prática em diferencial competitivo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Durante o <b>Mês do Consumidor</b> você aproveita uma condição especial!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">São <b>mais de 25 cursos com certificados</b> e <b>+400 horas aula,</b> que abrangem: Arquitetura Sustentável, Design Biofílico, Eficiência Energética, Interiores Sustentáveis e muito mais!</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Todos os conteúdos organizado em trilhas de conhecimento para você progredir de forma clara e organizada:</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/7779e74e-8da3-435e-af9e-72bdca80942e/photo_2025-12-08_08-59-49.jpg?t=1765195425"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Por <b>R$ 897</b> você garante 1 ano de acesso ao <b>UGREEN Pass!</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Mas fique atento, essa oferta se encerra no dia <b>31/03,</b> então não deixe de aproveitar essa condição especial!</p><div class="button" style="text-align:left;"><a target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" class="button__link" style="background-color:#5FAD61;" href="https://www.ugreen.com.br/pass/?utm_source=news.ugreen.com.br&utm_medium=newsletter&utm_campaign=ugreen-na-televisao"><span class="button__text" style="color:#222222;"> Adquira o UGREEN Pass com desconto </span></a></div></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Notícia</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">Antiga biblioteca dos anos 70 vira um dos edifícios mais sustentáveis do mundo</h1><h4 class="heading" style="text-align:left;">Uma organização de paz global transformou um prédio abandonado em Iowa no segundo edifício do planeta a receber o selo de sustentabilidade mais rigoroso da construção civil.</h4><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="border-radius:0px 0px 0px 0px;border-style:solid;border-width:0px 0px 0px 0px;box-sizing:border-box;border-color:#E5E7EB;" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/47ca2d0c-e085-4e43-ae52-044d62701a34/stanley_center_2.gif?t=1774041482"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagens: Neumann Monson Architects</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O Stanley Center for Peace and Security, organização sediada em Muscatine, Iowa (EUA), concluiu o retrofit de sua nova sede, a antiga Musser Public Library, construída na década de 1970 e desativada há anos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O projeto, assinado pelo escritório Neumann Monson Architects, foi certificado pelo Living Building Challenge (LBC), padrão que exige que o edifício produza mais energia do que consome, trate sua própria água e utilize apenas materiais livres de substâncias tóxicas.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>O resultado:</b> 340 painéis solares no telhado geram 110% da energia necessária ao funcionamento do prédio. Um sistema de captação desvia mais de 100 mil galões de água da chuva por ano para cisternas internas, abastecendo 100% das necessidades hídricas de torneiras a vasos sanitários. Nenhuma ligação de água ou energia da rede municipal é necessária.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A escolha pelo retrofit, em vez da demolição e nova construção, foi decisiva para o impacto ambiental: 94% da massa original do edifício foi preservada, evitando a emissão de carbono equivalente à capacidade de absorção de 560 mil árvores.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O projeto é relevante porque inverte uma lógica consolidada na construção civil: a de que sustentabilidade máxima exige construir do zero. Com edifícios responsáveis por cerca de 40% do consumo global de energia, demonstrar que estruturas antigas podem ser transformadas em ativos climáticos positivos abre um caminho replicável para cidades ao redor do mundo que precisam modernizar seu estoque construído sem ampliar sua pegada de carbono.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/229aa876-9ed1-49ca-b911-20563a8bdacd/stanley_center__1_.gif?t=1774041434"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Imagens: Neumann Monson Architects</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O Stanley Center está a caminho de se tornar o primeiro Living Building totalmente certificado em Iowa e apenas o segundo projeto de edificação existente no mundo a atingir essa distinção.</p></div><hr class="content_break"><div id="hospital-khoo-teck-puat-um-design-q" class="section" style="background-color:transparent;border-color:#C0C0C0;border-radius:15px;border-style:solid;border-width:1px;margin:0.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:20.0px 20.0px 20.0px 20.0px;"><h3 class="heading" style="text-align:left;"><b>Vídeo</b></h3><h1 class="heading" style="text-align:left;">A casa mais famosa do mundo estava caindo!</h1><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Fallingwater é apresentada como o maior exemplo de arquitetura orgânica. Lajes de concreto sobre uma cachoeira. Natureza e construção em harmonia.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Essa imagem é parcialmente falsa.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Durante a obra, os engenheiros alertaram Wright: o projeto estava subdimensionado. Ele ignorou. Ameaçou abandonar o projeto se o desenho fosse alterado. Os construtores dobraram a quantidade de aço sem ele saber. Mesmo assim, quando as fôrmas foram removidas em 1936, a laje já havia cedido.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em 1995, a deflexão acumulada chegou a 18 cm. A casa estava perto do colapso. Em 2002, cabos de pós-tensão foram instalados por baixo do piso da sala de estar, com as pedras numeradas e removidas uma por uma.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A casa que deveria nascer da rocha só continua em pé por causa de engenharia industrial pesada aplicada décadas depois. E uma restauração em 2024 custou 7 milhões de dólares.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Quer se aprofundar no tema?</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Assista ao vídeo completo no YouTube e entenda os erros de cálculo, os problemas de umidade, o contexto econômico da construção e o que a Fallingwater diz sobre sustentabilidade real na arquitetura!</p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/xAgQDcinLmo" width="100%"></iframe></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/?utm_campaign=575e0668-e00a-4f62-b973-d00e9e9336a7&utm_medium=post_rss&utm_source=ugreen_brasil">Powered by beehiiv</a></div></div>
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