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    <title>Rural Insights</title>
    <description>O agro que importa, antes do café. As notícias que movem o agronegócio selecionadas e resumidas para você ler em 5 minutos, às 5h.</description>
    
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  <title>PIB agropecuário deve crescer 3% em 2026, mas perder ritmo em 2027</title>
  <description>Agro responde por um terço do crescimento do PIB em 2026, mas deve contribuir menos em 2027, prevê G5</description>
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    <dc:creator>Enrico Romanelli</dc:creator>
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</style><div class='beehiiv__body'><h4 class="heading" style="text-align:center;" id="powered-by">Powered by</h4><div class="image"><a class="image__link" href="https://flowprm.onfly.com.br/cadastro/rural-para-startups" rel="noopener" target="_blank"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/2cec760f-d1d9-449c-89cd-a9009a3b8660/banner_Rural_15-2.png?t=1793276207"/></a></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Economia</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">PIB agropecuário deve crescer 3% neste ano, mas perder ritmo em 2027, diz G5</h2><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/c3572cd8-e233-4446-a867-25251c159e40/38493905530_ca8b46d4d0_c.jpg?t=1793942456"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Foto: CNA / Flickr</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O PIB da agropecuária deve crescer cerca de 3% em 2026, sustentado pelo desempenho do primeiro semestre, segundo Luis Otávio Leal, sócio e economista-chefe da G5 Partners. A consultoria projeta alta de 1,7% a 1,8% para a economia brasileira neste ano, próxima dos 1,8% estimados pelo Rabobank, e o agro deve responder por cerca de um terço desse avanço. Para 2027, porém, as duas instituições preveem ritmos diferentes, e o setor deve contribuir menos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A alta de 2,8% da agropecuária no segundo trimestre surpreendeu positivamente, segundo Leal. Os sinais para o terceiro trimestre são menos favoráveis: os dados do IBC-Br, indicador de atividade do Banco Central, sugerem estabilidade ou retração. Mesmo com estabilidade em setembro, o resultado dos meses anteriores deixaria um efeito estatístico de queda de 1,12% no trimestre, embora o economista não espere necessariamente um recuo desse tamanho. Ele cita o arroz como possível contribuição negativa e o café como incerteza. O PIB do terceiro trimestre será divulgado em 2 de dezembro.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Projeções divergem para 2027</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Leal espera que o crescimento do PIB brasileiro desacelere para cerca de 1,5% em 2027, com menor contribuição da agropecuária e maior dependência da indústria extrativa. O Rabobank prevê 2,2%, mas reconhece riscos de revisão para baixo. O cenário do banco considera a retomada dos cortes de juros a partir de março.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/e698464d-33fa-4baf-96f5-3e0da965090e/image.png?t=1793940006"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Entre os riscos citados por Leal que podem dificultar a queda dos juros estão:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>El Niño:</b> pelos possíveis efeitos sobre a produção agrícola e sobre os preços dos alimentos.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Câmbio:</b> o dólar subiu cerca de 7% entre as duas últimas reuniões do Copom, e parte do impacto nos preços pode aparecer no início de 2027.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Reformas:</b> mudanças na jornada de trabalho e incertezas sobre as alíquotas da reforma tributária.</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">Se o Banco Central não conseguir retomar os cortes até o fim de 2026, o crescimento da economia pode ficar próximo de zero na comparação entre períodos consecutivos, alerta Leal.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Por que isso importa</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Segundo Renan Alves, analista de macroeconomia do Rabobank, a agropecuária e a indústria extrativa são exceções à perda de fôlego da economia, porque dependem menos do crédito e do consumo domésticos e têm maior exposição à demanda externa. O espaço para estímulos, porém, é limitado: cerca de 90% das despesas primárias do governo são obrigatórias, e o banco projeta que a dívida bruta suba de 83,6% do PIB em 2026 para 87,2% em 2027.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/agro-deve-crescer-3-em-2026-mas-perder-forca-em-2027-preve-g5-partners/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a notícia completa aqui.</a></p></div><div class="image"><a class="image__link" href="https://conexao.rural.com.vc/rural-iat-rural" rel="noopener" target="_blank"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/692ea9a8-cecd-4df2-9beb-c73d6e28698d/Banner_Bom_dia_Rural__1_.png?t=1786714320"/></a></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Sinais</h1><table width="100%" class="bh__column_wrapper"><tr><td width="30%" class="bh__column"><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="border-radius:100px;" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/d6834e26-d92e-44d0-94d3-f82bcedeafb6/Design_sem_nome__61_.png?t=1793930561"/></div></td><td width="70%" class="bh__column"><h3 class="heading" style="text-align:left;">Thomaz<br>Edmundo</h3><h4 class="heading" style="text-align:left;">Partner na Rural</h4></td></tr></table><h2 class="heading" style="text-align:left;">Cartas de um VC: ortodoxos em cartilha e hereges em execução</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Esses dias, conversava com um <i>searcher</i> que acabou de encontrar a empresa que lhe traria felicidade pelos próximos 10 anos, a conversa fluía super bem e ele contava com ânimo sobre a empresa que encontrou, mas uma frase me marcou:</p><div class="blockquote"><blockquote class="blockquote__quote"></blockquote></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Essa dicotomia me fez pensar: “se apenas existem empresas boas e ruins, os critérios de uma cartilha mais purista podem estar nos enviesando ou nos afastando de boas oportunidades”, ao final me provoco “e se formos menos ortodoxos?”</p><hr class="content_break"><h2 class="heading" style="text-align:left;"><b>Por que padrões são seguidos?</b></h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Seguimos padrões por medo de errar, medo de represálias ou por “ser um caminho mais fácil”.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Gestores tendem a seguir padrões buscando não errar com dinheiro alheio e ter investidores no seu próximo vintage. Quando dá certo, são ovacionados e pregam a cartilha usada, quando a cartilha não garante o retorno esperado... a culpa é do mercado, do ciclo, dos juros, de qualquer coisa menos da cartilha.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O problema principal: seguir padrões nos traz uma sensação de proteção, mas nem sempre protege o retorno. Se todos olham para os mesmos indicadores, disputam os mesmos founders e pagam os mesmos múltiplos, o resultado tende a ser parecido para todo mundo. E retornos parecidos, em capital de risco, costumam ser medíocres.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Venture Capital: “Subprime” Returns</b></p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/5d6d036c-655d-4b59-b0ef-08af1133a9ed/image.png?t=1793930166"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Venture Capital: “Subprime” Returns and the Value Chain Analysis, Darek Klonowski</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:justify;"><a class="link" href="https://rural.com.vc/insights/cartas-de-um-vc-ortodoxos-em-cartilha-e-hereges-em-execucao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Continue lendo a coluna aqui.</a></p></div><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/dd10def1-8a35-4ee1-a7f7-4cfec2b8d564/WhatsApp_Image_2026-10-31_at_12.06.58.jpeg?t=1793563482"/></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;"><b>Rural Talks</b></h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">Como a IA mudou a relação entre o produtor e quem vende para ele</h2><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/ARjPqFOmQuk" width="100%"></iframe><p class="paragraph" style="text-align:left;">Neste episódio, Marlon Denez, diretor de soluções digitais para milho da Bayer, mostra o que mudou na porteira em quatro anos: do produtor que chegava com um calhamaço de análise de solo impressa ao produtor que confere a prescrição do VAlora no chatbot antes de responder. O Brasil é o terceiro país que mais usa IA no mundo, e o campo não ficou de fora. Hoje a adoção está em 10% a 30%. </p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Meio ambiente</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">Coalizão aciona reguladores europeus contra JBS e bancos por desmatamento</h2><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/82d0d4e2-8958-42cf-9cbd-81505132b881/image.png?t=1793942356"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Foto: Divulgação</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Transnational Legal Coalition (TLC), que reúne grupos ambientalistas e de direitos humanos, apresentou queixas contra a JBS a reguladores financeiros dos Países Baixos, do Reino Unido, da Alemanha e da Irlanda, segundo a Bloomberg. A coalizão pede a investigação de supostas transferências de recursos da empresa por meio de bancos como Barclays e Standard Chartered. O argumento é que o gado criado em áreas desmatadas ilegalmente no Brasil pode ser tratado como &quot;bem de origem criminosa&quot;, o que enquadraria essas transferências na legislação europeia de combate à lavagem de dinheiro.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A estratégia é nova para grupos que, até aqui, se dedicavam sobretudo a rastrear o gado em áreas de desmatamento. Ela foi em parte viabilizada pela reorganização da JBS em 2025, quando a empresa criou uma holding nos Países Baixos como parte do processo de listagem de suas ações em Nova York. &quot;Dividendos das operações brasileiras fluem para os Países Baixos, e portanto estão em descumprimento da lei de combate a lavagem de dinheiro&quot;, afirmou Jurjen de Waal, diretor nos Países Baixos da Mighty Earth, uma das entidades da coalizão.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">As ações da TLC incluem:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Uma notícia-crime contra a holding da JBS nos Países Baixos, apresentada ao Ministério Público local;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Uma representação contra uma empresa da JBS no Reino Unido à National Crime Agency;</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;">Pedidos a reguladores financeiros europeus que citam Barclays, Standard Chartered, Banco do Brasil, Rabobank, ING, BlackRock, EY e KPMG, entre outras empresas.</p></li></ul><h2 class="heading" style="text-align:left;">O que dizem as empresas</h2><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>JBS:</b> afirmou em nota que lamenta que a campanha &quot;tenha omitido os supostos dados em que se baseiam as alegações contra a companhia&quot;, o que a impede de tomar providências, e que monitora fornecedores de gado na Amazônia desde 2010.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Barclays:</b> disse que vai cooperar plenamente com os reguladores.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Banco do Brasil:</b> afirmou que não teve acesso à denúncia e que mantém políticas e controles de prevenção à lavagem de dinheiro.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Demais citados:</b> KPMG e ING disseram não ter tido acesso às queixas; Standard Chartered, Rabobank e EY não comentam relações com clientes; a BlackRock não quis comentar.</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">As autoridades ainda vão decidir se abrem alguma investigação, e não há garantia de que as queixas resultem em questionamento formal às empresas.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Um histórico de questionamentos</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">A JBS enfrenta há algum tempo questionamentos sobre a compra de gado supostamente criado em áreas desmatadas ilegalmente na Amazônia. Desde 2009, procuradores federais usam acordos de adequação, juridicamente vinculantes, com frigoríficos da região para exigir a verificação das compras de gado. Na auditoria mais recente desses acordos no Pará, que cobriu transações de 2023 e 2024, a conformidade da JBS melhorou, mas a empresa ainda registrou 2,3% de não conformidade.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A empresa também foi multada em três fases da Operação Carne Fria, do Ibama. Na fase mais recente, em 2025, o órgão identificou gado que havia passado por propriedades embargadas antes de ser vendido à JBS por fornecedores diretos que aparentavam estar em situação regular. Segundo a reportagem, o caso mostra como infrações em etapas anteriores da cadeia podem escapar de controles concentrados na fazenda que faz a venda final.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Por que isso importa</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">As queixas levam a pressão sobre o desmatamento para além dos frigoríficos e alcançam bancos, gestoras e consultorias que se relacionam com a JBS. No centro do debate está a rastreabilidade: segundo a reportagem, o gado pode passar por várias fazendas antes de chegar ao peso de abate, e produtores das etapas de cria e recria há muito são criticados por abrir novas áreas para a pecuária. Por outro lado, o diretor-executivo global da JBS disse no ano passado que a empresa está comprometida com os planos do governo de rastrear 100% do gado.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://www.bloomberglinea.com.br/agro/jbs-e-bancos-sao-alvo-de-queixas-na-europa-por-desmatamento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a notícia completa aqui.</a></p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Apresentado por Onfly</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">Sua empresa viaja muito? A Onfly cuida de tudo</h2><div class="image"><a class="image__link" href="https://flowprm.onfly.com.br/cadastro/rural-para-startups" rel="noopener" target="_blank"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/4b7bed8b-d976-4632-b9bc-a1ad3828dd22/banner_Rural__10-4.png?t=1793276443"/></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Onfly é uma plataforma completa de gestão de viagens e despesas corporativas.<br>A missão é desburocratizar processos e ampliar o acesso a serviços em uma solução all-in-one, que atende desde a reserva de passagens aéreas, hotel e transporte até a prestação de contas. <br><br>Tudo funciona de forma simples, sem estresse e com atendimento 24/7 humanizado, usando tecnologia de ponta para otimizar a sua rotina.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://flowprm.onfly.com.br/cadastro/rural-para-startups" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><i>Conheça os serviços da Onfly!</i></a></p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Insumos</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">Country manager da Mosaic alerta: escassez de fósforo é grave e ainda pouco dimensionada</h2><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/adb3b902-c11e-40d4-ad6d-c528f697f60a/image.png?t=1793942295"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Foto: Gabriel Reis/Valor</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">A escassez de fósforo levou a indústria nacional de fertilizantes a quase paralisar as atividades, e o problema ainda está pouco dimensionado diante da sua gravidade. O alerta foi feito na quinta-feira (5) por Eduardo Monteiro, country manager da Mosaic no Brasil, durante o Vozes do Agro, evento promovido por Globo Rural e Valor Econômico, em São Paulo. Segundo ele, a indústria já projeta os menores estoques de passagem de sua história, e as guerras no Leste Europeu e no Oriente Médio provocaram uma desestruturação logística que praticamente inviabilizou a produção de fosfatados.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">&quot;A importação de enxofre cai 50%. Isso é um indicativo de que a produção vai cair mais de 50%&quot;, afirmou Monteiro. No campo, o efeito já aparece: o Brasil deve aplicar neste ano 22% menos P2O5, molécula que serve de base para os adubos fosfatados, do que no ano passado. &quot;O agricultor tomou essa decisão consciente e reduziu os volumes que foram cabíveis&quot;, disse. Os bioinsumos vêm ajudando a compensar a redução, mas, segundo ele, não resolvem o problema, e o marco legal do setor está parado no Ministério da Agricultura, o que impede a indústria de lançar fertilizantes biológicos.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">O que a indústria pede</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para Monteiro, a indústria brasileira, altamente dependente de importações, não deve chegar à autossuficiência, mas precisa de suporte para reduzir a necessidade de insumos de fora. Ele citou três frentes:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Investimento:</b> o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert) prevê linhas de crédito, mas o acesso ainda é burocrático, e os juros altos deixam as empresas mais cautelosas.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Mineração:</b> um marco regulatório de concessões minerais mais claro.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Tributação:</b> &quot;Temos uma questão tributária que nos tira competitividade&quot;, afirmou.</p></li></ul><h2 class="heading" style="text-align:left;">Uma &quot;tormenta perfeita&quot;</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Arián Krakov, sócio da Bain & Company, apresentou no evento um estudo que mostra a exposição dos fertilizantes ao Golfo Pérsico. A região responde por metade das exportações de enxofre, 36% das de ureia e 29% das de amônia. O primeiro fechamento do Estreito de Ormuz, em março deste ano, interrompeu o trânsito de 45% das cargas globais de enxofre, 35% das de ureia e 27% das de amônia. Com o petróleo acima de US$ 100 o barril, subiram os preços dos insumos e o custo para transportá-los.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/d41982fa-b78d-477f-84a2-b163b4519049/image.png?t=1793940922"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O Brasil é o terceiro principal destino das exportações de fertilizantes do Golfo Pérsico. Na safra 2025/26, os maiores fornecedores de componentes do NPK foram China, Rússia e Canadá, com os chineses assumindo a liderança que era dos russos há nove temporadas. &quot;O Brasil trocou de fornecedores, mas ainda está muito exposto&quot;, disse Krakov. Para ele, os projetos de ampliação de capacidade previstos até 2030 não devem compensar a menor oferta do Golfo. &quot;Isso não se resolve nem nesta safra, nem na próxima.&quot;</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Por que isso importa</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Segundo o estudo da Bain, um choque na oferta de adubo pode levar a quedas de produtividade, migração para culturas que usam menos fertilizantes e alta nos preços dos alimentos. Para Krakov, a alta dos insumos se soma aos juros altos, à dificuldade de crédito, à oscilação das commodities e ao El Niño. Entre as recomendações da consultoria estão diversificar fornecedores, ampliar estoques estratégicos e escolher melhor o momento das compras. No campo, a orientação é priorizar a adubação de culturas de maior produtividade e valor e usar agricultura de precisão e análise de solo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://globorural.globo.com/opiniao/vozes-do-agro/noticia/2026/11/escassez-de-fosforo-no-brasil-e-grave-e-ainda-pouco-dimensionada-diz-executivo.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a notícia completa aqui.</a></p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Comércio exterior</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">China condiciona importação agrícola dos EUA a redução recíproca de tarifas</h2><div class="image"><img alt="Soybean pods in a soybean field." class="image__image" style="" src="https://images.unsplash.com/photo-1696124651786-218e47e63c73?crop=entropy&cs=tinysrgb&fit=max&fm=jpg&ixid=M3w0ODM4NTF8MHwxfHNlYXJjaHw0fHxzb3liZWFuJTIwaGFydmVzdHxlbnwwfHx8fDE3OTM5NDIyNzR8MA&ixlib=rb-4.1.0&q=80&w=1080&utm_source=beehiiv&utm_medium=referral"/><div class="image__source"><a class="image__source_link" href="https://unsplash.com/@stevengbrown" rel="noopener" target="_blank"><span class="image__source_text"><p>Foto: Steven Brown / Unsplash</p></span></a></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">A China está aberta a comprar mais produtos agrícolas dos Estados Unidos, mas só se os dois países colocarem em prática o acordo de redução recíproca de tarifas, afirmou o Ministério do Comércio chinês na quinta-feira (5), segundo a Reuters. &quot;A China tem se mostrado consistentemente aberta a expandir as compras de produtos agrícolas dos EUA, mas apenas sob a condição de que ambos os lados implementem o acordo de redução tarifária recíproca de &#39;US$ 30 bilhões por US$ 30 bilhões&#39;&quot;, disse a porta-voz Huang Ling. Segundo ela, Pequim também espera que os EUA reduzam barreiras não tarifárias e ampliem o acesso ao mercado.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O pacote de US$ 60 bilhões em cortes recíprocos foi proposto após a cúpula de setembro entre Xi Jinping e Donald Trump, em Washington, e inclui cerca de US$ 17 bilhões em produtos agrícolas americanos que a China importou em 2024. O plano ainda não foi finalizado. Os dois países criaram um grupo de trabalho agrícola, que deve se reunir antes do fim do ano.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">O acordo em números</h2><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>US$ 17 bilhões por ano:</b> é o valor em produtos agrícolas que a China concordou em comprar dos EUA a partir de 2026, segundo a Casa Branca informou em maio, com a meta deste ano ajustada de forma proporcional. O compromisso se soma a outro, de outubro do ano passado, para compras de soja.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>US$ 7,2 bilhões:</b> foi quanto a China comprou de outros produtos agrícolas americanos, como carne e milho, entre janeiro e setembro, segundo análise da Reuters. É o menor nível desde 2019, no auge da primeira guerra comercial. Na soja, o país está a caminho de cumprir a meta.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Prazo indefinido:</b> a Casa Branca não informou se a contagem do acordo começou com o anúncio de maio ou se só começa depois que os cortes tarifários propostos pela China forem finalizados.</p></li></ul><h2 class="heading" style="text-align:left;">Por que isso importa</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">O ritmo lento das compras alimentou dúvidas sobre um aumento forte das importações chinesas neste ano, o que pressiona os agricultores americanos, que já enfrentam combustível caro. Segundo operadores do mercado ouvidos pela Reuters, tarifas mais baixas seriam necessárias para tornar viáveis compras em larga escala. Para a Reuters, a declaração de Pequim sinaliza que as concessões tarifárias continuam fundamentais para os objetivos chineses.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/china-condiciona-compra-de-produtos-agricolas-dos-eua-a-corte-nas-tarifas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a notícia completa aqui.</a></p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Giro de notícias</h1><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Aliare abre primeira unidade em São Paulo. </b>A Aliare, empresa de softwares de gestão para fazendas, agroindústrias e cooperativas, inaugurou na quinta-feira (5) uma unidade em Campinas (SP), a primeira no estado e a sexta da companhia, que tem sede em Goiânia. O espaço vai abrigar a equipe da Agrometrika, plataforma de gestão de crédito e risco comprada em outubro de 2025. Segundo a empresa, a receita bruta anual supera R$ 200 milhões, com mais de 5 mil clientes. <a class="link" href="https://globorural.globo.com/tecnologia-e-inovacao/noticia/2026/11/aliare-inaugura-unidade-em-campinas-e-mira-expansao-no-agro-paulista.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Impasse sobre a MP das dívidas rurais segue a poucos dias do prazo. </b>O relator da MP 1.376, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), apresentou na quinta-feira (5) uma segunda versão do relatório, sem mudanças substanciais e sem acordo com a FPA. A medida perde a validade se não for votada até quarta-feira (11), e uma nova reunião com a senadora Tereza Cristina (PP-MS) está marcada para terça (10). Até 4 de novembro, foram renegociados R$ 19,8 bilhões em dívidas, ante os R$ 100 bilhões estimados pela Fazenda. <a class="link" href="https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/11/impasse-sobre-mp-das-dividas-rurais-permanece-definicao-sera-negociada-na-terca-feira.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Lideranças do agro pedem juros menores e ministro &quot;conectado&quot; com o setor. </b>No Vozes do Agro, evento da Globo Rural e do Valor Econômico, lideranças do setor cobraram ajuste fiscal, juros menores, investimentos em infraestrutura e um Ministério da Agricultura mais participativo nas decisões do governo. <a class="link" href="https://globorural.globo.com/opiniao/vozes-do-agro/noticia/2026/11/agro-quer-reducao-de-juros-e-ministro-conectado-com-o-setor.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Importação de nitrogenados está 25% atrasada, diz Rabobank. </b>As importações de fertilizantes nitrogenados, como ureia e sulfato de amônio, estão cerca de 25% atrasadas em relação ao ritmo do ano passado e não devem se recuperar até o fim de 2026, segundo o Rabobank. O cenário pode dificultar o acesso ao insumo para a safrinha de milho e a renovação de canaviais. Para 2027, o banco projeta entregas de 46,64 milhões de toneladas de fertilizantes, alta de cerca de 5% sobre 2026. <a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/importacao-de-nitrogenados-esta-25-atrasada-e-nao-ira-se-recuperar-em-2026/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Boi brasileiro é o mais barato entre dez exportadores, aponta Agrifatto. </b>O boi gordo brasileiro foi cotado a US$ 71,10 por arroba no mercado internacional na quinta semana de outubro, o menor preço entre dez países de destaque no mercado de carne bovina, segundo a Agrifatto. No acumulado de 2026, a média nacional é de US$ 68,64, 15% abaixo da média global ponderada. Os EUA têm o boi mais caro, a US$ 116,40 por arroba, e o Paraguai lidera a alta em 12 meses, com 30,9%. <a class="link" href="https://portaldbo.com.br/boi-brasileiro-vale-us-7110-no-exterior-o-menor-preco-entre-os-paises-exportadores/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Biodiesel ganha certificação voluntária de qualidade. </b>A AliançaBiodiesel, formada por Aprobio e Abiove, lançou a certificação voluntária Super Bio+, com critérios de qualidade mais rigorosos que os exigidos pela ANP, como limites menores para sódio, potássio, cálcio, magnésio e fósforo. O selo terá validade de dois anos, com auditoria independente do Instituto da Qualidade Automotiva (IQA). A certificação começa com 11 empresas certificadas, entre elas ADM, Amaggi, Bunge e Cargill, e a meta é alcançar toda a indústria. <a class="link" href="https://globorural.globo.com/biocombustiveis/noticia/2026/11/setor-de-biodiesel-passa-a-contar-com-nova-certificacao.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>SPX reduz participação na Raízen para 2,56%. </b>A SPX Gestão de Recursos reduziu sua participação na Raízen para 2,56% das ações preferenciais da companhia, segundo comunicado divulgado na quinta-feira (5). Com a movimentação, a gestora passou a administrar 66,3 milhões de ações preferenciais. A comunicação foi feita em cumprimento às regras da CVM sobre mudanças em participações acionárias relevantes. <a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/spx-reduz-participacao-acionaria-na-raizen-para-256/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li></ul></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/powered-by?publication_logo=https%3A%2F%2Fmedia.beehiiv.com%2Fcdn-cgi%2Fimage%2Ffit%3Dscale-down%2Cformat%3Dauto%2Conerror%3Dredirect%2Cquality%3D80%2Fuploads%2Fpublication%2Flogo%2F39e39fa6-23ba-43e9-9996-88b6230307e8%2FDesign_sem_nome__51_.png%3Fv%3D1794108136&publication_name=Rural+Insights&utm_campaign=510a3fea-869d-42b7-8e20-6a299e9dd976&utm_medium=post_rss&utm_source=rural_insights">Powered by beehiiv</a></div></div>
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  <title>Pecuaristas se unem e criam Unapec</title>
  <description>União Nacional dos Pecuaristas reúne criadores de sete estados e estreia com foco na CBS e na rastreabilidade de bovinos</description>
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  <pubDate>Thu, 05 Nov 2026 10:07:00 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-11-05T10:07:00Z</atom:published>
    <dc:creator>Enrico Romanelli</dc:creator>
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</style><div class='beehiiv__body'><h4 class="heading" style="text-align:center;" id="powered-by">Powered by</h4><div class="image"><a class="image__link" href="https://flowprm.onfly.com.br/cadastro/rural-para-startups" rel="noopener" target="_blank"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/2cec760f-d1d9-449c-89cd-a9009a3b8660/banner_Rural_15-2.png?t=1793276207"/></a></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Pecuária</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">Pecuaristas criam entidade nacional para representar o setor</h2><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/aa029a95-1f4e-4d37-9919-63ad710cff35/50376409862_3b423e3372_c__1_.jpg?t=1793867777"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Foto: CNA/Flickr</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">Pecuaristas de sete estados anunciaram nesta quarta-feira (4), em São Paulo, a criação da União Nacional dos Pecuaristas (Unapec). A nova entidade reúne produtores de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo, Goiás, Pará e Paraná e, segundo os fundadores, representa 65% do rebanho nacional e 83% da carne exportada pelo Brasil. É a primeira entidade do setor com abrangência nacional, de acordo com a reportagem.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O presidente será Guilherme Bumlai, que comanda a Associação de Criadores de Gado do Mato Grosso do Sul. &quot;A nossa ideia é unir forças, ter conversas frequentes sobre temas relevantes e, através dessa união de força ter uma voz uníssona para realmente representar a pecuária brasileira&quot;, afirmou. As principais pautas do primeiro ano serão a reforma tributária e a obrigatoriedade da rastreabilidade individual de bovinos.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Por que isso importa</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">A reforma tributária é a primeira bandeira da Unapec. Segundo Bumlai, produtores com faturamento acima de R$ 3,6 milhões por ano terão de pagar a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) a partir de 1º de janeiro de 2027, com alíquota que, pelas contas dele, deve ficar em torno de 4,53%. &quot;Muitos produtores não sabem&quot;, disse. &quot;Isso não foi debatido.&quot;</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/11/pecuaristas-criam-entidade-nacional-de-defesa-do-setor.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a notícia completa aqui.</a></p></div><div class="image"><a class="image__link" href="https://conexao.rural.com.vc/rural-iat-rural" rel="noopener" target="_blank"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/692ea9a8-cecd-4df2-9beb-c73d6e28698d/Banner_Bom_dia_Rural__1_.png?t=1786714320"/></a></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Sinais</h1><table width="100%" class="bh__column_wrapper"><tr><td width="30%" class="bh__column"><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="border-radius:100px;" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/6f586bd9-9e13-42d6-acde-de80a4b3ce11/Design_sem_nome__60_.png?t=1793851807"/></div></td><td width="70%" class="bh__column"><h3 class="heading" style="text-align:left;">Pedro<br>Chamochumbi</h3><h4 class="heading" style="text-align:left;">Diretor-Presidente do Parque Tecnológico de Piracicaba</h4></td></tr></table><h2 class="heading" style="text-align:left;">O agro não é um mercado. E esse é o primeiro erro de quem quer empreender no segmento.</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;"><i>Por que compreender as diferenças entre sistemas produtivos pode ser mais importante para o sucesso de uma AgTech do que a própria tecnologia.</i></p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Uma tecnologia ou inovação em processo funciona na produção de soja, apresenta bons resultados e começa a despertar o interesse de investidores. A startup mira outras culturas e prepara sua expansão. Mas, quando tenta reproduzir o modelo em outros sistemas de produção, descobre que o problema não é exatamente o mesmo, o cliente possui outra estrutura de custos e a decisão de compra segue outra lógica. O que parecia uma oportunidade de escala revela uma complexidade que não estava prevista no plano de negócios. Essa situação hipotética ajuda a compreender um dos equívocos mais recorrentes do empreendedorismo inovador no agronegócio: tratar o agro como se fosse um único mercado. Essa generalização facilita apresentações, mas compromete investimentos, desenvolvimento tecnológico e estratégias de crescimento.</p><p class="paragraph" style="text-align:justify;">Ao longo da minha experiência, acompanhando empreendedores, pesquisadores, produtores e empresas que se dedicam a inovar no agro, tenho observado iniciativas que começam pelo domínio preliminar de determinada tecnologia, mas ainda conhecem pouco sobre as particularidades dos sistemas produtivos que pretendem atender. A realidade é que essa distância entre conhecer a solução e compreender o mercado, determina o futuro do negócio.</p><p class="paragraph" style="text-align:justify;">O agronegócio brasileiro reúne cadeias produtivas, atividades econômicas e modelos empresariais profundamente distintos. O que representa eficiência em uma operação de cana-de-açúcar pode ter pouca relevância na cultura do milho, por exemplo. Uma inovação desenvolvida para grandes áreas mecanizadas pode encontrar barreiras em propriedades menores ou culturas intensivas em mão de obra. Mudam os riscos, as margens, os ciclos de produção, os agentes envolvidos nas decisões e, principalmente, a maneira como o valor é percebido por quem toma a decisão de adotar algo novo.</p><p class="paragraph" style="text-align:justify;">Na agricultura de grãos, decisões importantes se concentram em janelas de plantio, manejo e colheita. Na pecuária leiteira, a produção contínua exige atenção diária à alimentação, sanidade, reprodução e qualidade. Na cana-de-açúcar, planejamento agrícola, mecanização, logística e capacidade industrial se influenciam mutuamente. Já na horticultura, perecibilidade, frequência de colheita e exigências de comercialização podem determinar o resultado econômico. Cada sistema impõe condições próprias para testar uma solução, demonstrar retorno e chamar isso de inovação.</p><p class="paragraph" style="text-align:justify;"><a class="link" href="https://rural.com.vc/insights/o-agro-nao-e-um-mercado-e-esse-e-o-primeiro-erro-de-quem-quer-empreender-no-segmento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a coluna completa aqui.</a></p></div><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/dd10def1-8a35-4ee1-a7f7-4cfec2b8d564/WhatsApp_Image_2026-10-31_at_12.06.58.jpeg?t=1793563482"/></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;"><b>Rural Talks</b></h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">Como a IA mudou a relação entre o produtor e quem vende para ele</h2><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/ARjPqFOmQuk" width="100%"></iframe><p class="paragraph" style="text-align:left;">Neste episódio, Marlon Denez, diretor de soluções digitais para milho da Bayer, mostra o que mudou na porteira em quatro anos: do produtor que chegava com um calhamaço de análise de solo impressa ao produtor que confere a prescrição do VAlora no chatbot antes de responder. O Brasil é o terceiro país que mais usa IA no mundo, e o campo não ficou de fora. Hoje a adoção está em 10% a 30%. </p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Economia</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">Copom mantém Selic em 13,75%, e analistas veem risco a investimentos do agro em 2027</h2><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://images.unsplash.com/photo-1593672755342-741a7f868732?crop=entropy&cs=tinysrgb&fit=max&fm=jpg&ixid=M3w0ODM4NTF8MHwxfHNlYXJjaHwxMHx8bW9uZXl8ZW58MHx8fHwxNzkzODM0ODA1fDA&ixlib=rb-4.1.0&q=80&w=1080&utm_source=beehiiv&utm_medium=referral"/><div class="image__source"><a class="image__source_link" href="https://unsplash.com/@giorgiotrovato" rel="noopener" target="_blank"><span class="image__source_text"><p>Photo by Giorgio Trovato on Unsplash</p></span></a></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 13,75% ao ano na quarta-feira (4), na primeira reunião depois das eleições. Segundo analistas do setor, se os juros se mantiverem nesse nível ou subirem, o agro pode deixar de investir e ter problemas de produtividade em 2027.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para Luis Otávio Leal, sócio e economista-chefe da G5 Partners, juros altos por mais tempo mantêm o crédito rural caro e restrito, agravam o endividamento dos produtores e podem comprometer a produtividade da safra 2026/27. Segundo ele, o setor enfrenta custos pressionados por fertilizantes e diesel, financiamento caro e preços pouco competitivos para alguns produtos, e os agricultores já reduziram investimentos na produção. &quot;Consequentemente, vira uma bola de neve&quot;, afirmou. Um alívio em 2027, na avaliação dele, depende da trajetória dos juros e da resposta do governo ao endividamento rural.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Juros de dois dígitos até 2028</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">O Rabobank também prevê condições financeiras restritivas:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Selic:</b> o banco espera que o Banco Central mantenha a taxa em 13,75% até março de 2027 e retome os cortes de forma gradual, encerrando 2027 em 12%. &quot;A gente não consegue ver os juros abaixo de dois dígitos, pelo menos até o final de 2028&quot;, disse o analista Renan Alves.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Inflação:</b> a projeção é de 5,1% em 2026, acima do teto da meta, de 4,5%, e de 4,1% em 2027. O banco espera nova aceleração no último trimestre, puxada por alimentos e serviços.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Riscos:</b> o efeito do El Niño sobre a produção de alimentos, a possível retirada das medidas do governo para conter o repasse da alta do petróleo aos combustíveis, a reforma tributária e a redução da jornada de trabalho.</p></li></ul><h2 class="heading" style="text-align:left;">Por que isso importa</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Segundo o Rabobank, o custo do dinheiro deve continuar pressionando o crédito, o consumo das famílias e os investimentos, o que limita a recuperação da atividade econômica. No campo, Leal avalia que a redução dos investimentos, somada aos riscos climáticos, pode prejudicar o rendimento das lavouras e dificultar a recuperação financeira dos produtores.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/bc-mantem-taxa-selic-em-1375-e-agro-teme-limitar-investimentos-em-2027/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a notícia completa aqui.</a></p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Apresentado por Onfly</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">Sua empresa viaja muito? A Onfly cuida de tudo</h2><div class="image"><a class="image__link" href="https://flowprm.onfly.com.br/cadastro/rural-para-startups" rel="noopener" target="_blank"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/4b7bed8b-d976-4632-b9bc-a1ad3828dd22/banner_Rural__10-4.png?t=1793276443"/></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Onfly é uma plataforma completa de gestão de viagens e despesas corporativas.<br>A missão é desburocratizar processos e ampliar o acesso a serviços em uma solução all-in-one, que atende desde a reserva de passagens aéreas, hotel e transporte até a prestação de contas. <br><br>Tudo funciona de forma simples, sem estresse e com atendimento 24/7 humanizado, usando tecnologia de ponta para otimizar a sua rotina.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://flowprm.onfly.com.br/cadastro/rural-para-startups" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><i>Conheça os serviços da Onfly!</i></a></p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Biológicos</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">Bayer prevê lançar oito biológicos no Brasil até 2030</h2><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/d71f499b-f643-42d8-91a8-c6cb8a7bec05/image.png?t=1793867856"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Foto: Globo Rural</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Bayer prevê lançar oito produtos biológicos no Brasil até 2030, dentro de um pacote de 17 lançamentos na América Latina. Serão quatro produtos de biocontrole e quatro voltados a melhorar o desempenho produtivo das plantas. O primeiro, o Curvet, chegou ao mercado neste ano, de olho na safra de soja 2026/27, e promete melhorar a absorção do nitrogênio e do fósforo já presentes no solo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">O produto é aplicado na planta, que passa a liberar compostos naturais que atraem microrganismos do solo. Esses microrganismos aumentam a fixação de nitrogênio e ajudam a solubilizar o fósforo. &quot;A gente está &#39;recrutando&#39; esse microrganismo que já está lá no solo&quot;, disse Antônio Soares, head de Biológicos da Bayer para a América Latina, ao The AgriBiz. Segundo a empresa, testes em oito estados ao longo de quatro safras mostraram aumento médio de três sacas por hectare na soja. Os ensaios foram feitos pela Bayer e pela americana Sound Agriculture, investida da multinacional e codesenvolvedora do produto.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Marca própria e parceria com startup</h2><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Portfólio:</b> antes do Curvet, a Bayer vendia três bioinsumos no Brasil: o fertilizante organomineral Bayfolan, o bionematicida Vinemco e o fungicida microbiológico Serenade. Agora, os biológicos ganharam uma vertical e uma marca separadas, a Biológicos Bayer, para que o produtor identifique com mais clareza o que é solução biológica e o que é tradicional, segundo Luis Offa, vice-presidente sênior de Proteção de Cultivos e Biológicos para a América Latina.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Descoberta:</b> no Brasil, a busca por novos microrganismos é feita com a Ideelab, startup de Piracicaba (SP) fundada há oito anos. A empresa montou um banco de microrganismos da biodiversidade brasileira e usa inteligência artificial para selecionar candidatos para cada demanda. Depois da triagem, Bayer e Ideelab testam juntas o desempenho dos microrganismos.</p></li></ul><h2 class="heading" style="text-align:left;">Por que isso importa</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Segundo Soares, há muitas oportunidades a explorar: &quot;Uma colher de sopa de solo tem 15 bilhões de células de microrganismos, sendo que hoje, todos os produtos registrados no Brasil somam 1 mil mapeados&quot;. Para aproveitar esse universo, a Bayer aposta em licenciamento de produtos já comerciais, codesenvolvimento e descoberta de novos microrganismos com parceiros. A empresa não divulga metas de faturamento com biológicos na América Latina. Em 2024, o chefe global da Crop Science, Bob Reiter, falou na expectativa de vendas globais de biológicos acima de 1,5 bilhão de euros até 2035. Questionada, a empresa disse que a estimativa refletia projeções da época e não divulgou a meta atual.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://www.theagribiz.com/empresas/insumos/a-bayer-quer-lancar-oito-biologicos-no-brasil-ate-2030-o-primeiro-vem-neste-ano/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a notícia completa aqui.</a></p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Tech</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">Agro brasileiro registra 1 bilhão de tentativas de ataques cibernéticos em 2026, diz Fortinet</h2><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/3d3f22ae-0555-48e7-ab74-1d4ac779e9f5/image.png?t=1793868133"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Foto gerada por IA</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O agronegócio brasileiro registrou 1 bilhão de tentativas de ataques cibernéticos entre janeiro e setembro de 2026, segundo levantamento da FortiGuard Labs, divisão de inteligência da americana Fortinet. No mundo, foram identificadas 8,3 bilhões de atividades maliciosas contra o setor, alta de 638,49% sobre o mesmo período de 2025. A própria Fortinet ressalta que tentativas identificadas não significam necessariamente ataques bem-sucedidos.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para Alexandre Bonatti, vice-presidente de engenharia da Fortinet no Brasil, a expansão da conectividade nas fazendas e agroindústrias amplia os riscos de sequestro de dados, manipulação de máquinas e paralisação da produção. &quot;A tecnologia está funcionando para o agro, mas ele ainda não tem uma retaguarda robusta de proteção em cibersegurança&quot;, afirmou. Segundo ele, granjas no Brasil já ficaram com as operações totalmente paradas por mais de 14 dias após ataques. Os estabelecimentos não foram identificados.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Um caso recente mostra a vulnerabilidade de equipamentos conectados. Na noite de 11 para 12 de outubro, criminosos assumiram o controle remoto de sistemas de refrigeração de centenas de supermercados na França, entre eles cerca de 300 unidades do grupo Les Mousquetaires e cerca de 80 do Carrefour. Os invasores exploraram falhas em sistemas associados à dinamarquesa Danfoss, o que levou ao descarte de perecíveis. Em 2 de novembro, uma nova onda atingiu estabelecimentos na Suécia, na Bélgica e na Alemanha.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">O que o levantamento mostra</h2><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Onde:</b> a América do Norte concentra 81,2% das atividades maliciosas detectadas contra o agro, seguida pela América Latina (12,6%) e pela Ásia-Pacífico (3,6%).</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Como:</b> foram 1,6 milhão de atividades ligadas a botnets, redes de equipamentos comprometidos controlados à distância, e 133,4 milhões de tentativas de explorar falhas em softwares.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Alvos:</b> tratores autônomos, drones de pulverização, sensores de solo e sistemas de alimentação animal passaram a integrar redes com comando remoto, o que amplia as possibilidades de invasão.</p></li></ul><h2 class="heading" style="text-align:left;">Por que isso importa</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Segundo Bonatti, o setor investe em tecnologia sem o mesmo ritmo de investimento em proteção. &quot;O setor está correndo com tecnologia, mas o investimento em cibersegurança não tem a mesma proporção&quot;, disse. Muitos dispositivos conectados não permitem instalar antivírus, e a segurança depende de controle de redes, restrição de acesso, atualização e monitoramento. A matéria aponta ainda que faltam regras específicas de comunicação de incidentes no agro, o que dificulta saber quantos ataques de fato ocorrem no país.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://forbes.com.br/forbes-agro/2026/11/agro-brasileiro-registra-1-bilhao-de-tentativas-de-ataques-ciberneticos-em-2026-diz-fortnet/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a notícia completa aqui.</a></p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Recap</h1><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Carne bovina deve ficar fora da UE por dois anos, diz Rabobank. </b>Os embarques de carne bovina brasileira para a União Europeia não devem ser retomados por pelo menos dois anos, segundo Wagner Yanaguizawa, do Rabobank, que cita a visão da Comissão Europeia. Mesmo assim, o banco projeta exportações de 4,5 milhões de toneladas em 2027, alta de 1,5%. Japão e Coreia do Sul estão com a habilitação em estágio avançado, e a cota da China pode subir cerca de 3%, o que ainda não foi confirmado. <a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/embarques-de-carne-bovina-a-ue-devem-ficar-suspensos-por-dois-anos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>China e Filipinas devem frear exportação de carne suína. </b>O Rabobank projeta que a produção brasileira de carne suína cresça 3% em 2027, para 6,1 milhões de toneladas, e que as exportações subam 4%, para 1,6 milhão de toneladas. A recuperação da produção na China e nas Filipinas, principal destino, deve limitar o avanço das vendas. O banco alerta para o risco de nova sobreoferta: em julho, algumas empresas tinham margens de 15% a 20%, ante 25% a 30% em 2025. <a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/china-e-filipinas-devem-limitar-avanco-de-carne-suina-brasileira/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Exportações de soja somam 107,4 milhões de toneladas até outubro. </b>O Brasil exportou 107,4 milhões de toneladas de soja de janeiro a outubro, ante 101,5 milhões no mesmo período de 2025, segundo a Anec, que manteve em 114 milhões de toneladas a projeção para o ano. Só em outubro, foram 6 milhões, pouco abaixo das 6,39 milhões de um ano antes. No milho, o acumulado caiu para 25,1 milhões de toneladas, ante 29,6 milhões, com o mercado interno absorvendo cada vez mais o cereal. <a class="link" href="https://globorural.globo.com/especiais/caminhos-da-safra/noticia/2026/11/exportacoes-de-soja-do-brasil-superam-107-milhoes-de-toneladas-em-2026.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Tarifas pesaram na derrota de Trump, avalia Jank. </b>Para Marcos Jank, coordenador do Insper Agro Global, a derrota do Partido Republicano na Câmara e no Senado, nas eleições de meio de mandato dos EUA, foi um recado de que as tarifas sobre importados pesaram no custo de vida. A avaliação foi feita em evento da Acrimat, em São Paulo. <a class="link" href="https://globorural.globo.com/economia/noticia/2026/11/derrota-de-trump-reflete-impacto-do-tarifaco-no-custo-de-vida-americano-afirma-jank.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>FPA promete reagir a eventual IOF sobre LCAs e CRAs. </b>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) reagiu a notícias de que o governo avalia cobrar IOF sobre títulos ligados ao agro, como LCAs e CRAs. Segundo o presidente da bancada, Pedro Lupion (Republicanos-PR), cerca de 80% do financiamento do último Plano Safra foi privado e veio desses títulos. Se a cobrança for feita por decreto, a FPA pode apresentar um projeto para sustá-la. <a class="link" href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-agricola/430786-fpa-sinaliza-enfrentamento-a-proposta-de-iof-sobre-lc-as-e-cr-as.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>John Deere vai concentrar no Brasil a produção mundial de colhedoras de cana. </b>A John Deere anunciou que vai transferir a produção de colhedoras de cana dos Estados Unidos para o Brasil. A partir do ano fiscal de 2029, a fábrica de Catalão (GO), que já fabrica esses equipamentos, vai concentrar a produção mundial. Hoje, a unidade de Thibodaux, na Louisiana, produz cerca de 35 colhedoras por ano para o mercado americano. A reestruturação também prevê o fechamento de duas fábricas nos EUA, em Ottumwa e Clarion, ambas em Iowa. <a class="link" href="https://revistacultivar.com.br/noticias/john-deere-transferira-producao-de-colhedoras-de-cana-para-o-brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Syngenta faz primeira venda paga com CBIOs no setor de cana. </b>A Syngenta e a Usina Santa Terezinha, de Maringá (PR), concluíram a primeira operação da multinacional no setor canavieiro em que Créditos de Descarbonização (CBIOs) foram usados para comprar insumos. A transação somou R$ 370 mil em pedidos de produtos químicos e biológicos para proteção da cana. Os CBIOs são emitidos por produtores de biocombustíveis no âmbito do RenovaBio, e cada título equivale a uma tonelada de CO₂ que deixou de ser emitida. <a class="link" href="https://revistacultivar.com.br/noticias/syngenta-realiza-primeira-operacao-com-cbios-no-setor-canavieiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>B3 dá prazo até abril de 2027 para ações da AgroGalaxy voltarem a R$ 1. </b>A AgroGalaxy, distribuidora de insumos em recuperação judicial, foi notificada pela B3 de que tem até 30 de abril de 2027 para que suas ações voltem a ser negociadas acima de R$ 1. Os papéis estão abaixo desse patamar desde 11 de setembro e operavam em torno de R$ 0,31 na manhã de quarta-feira (4). Se a cotação não se recuperar até um mês antes do prazo, a empresa vai propor um grupamento de ações. <a class="link" href="https://globorural.globo.com/negocios/noticia/2026/11/b3-estabelece-prazo-para-agrogalaxy-negociar-acoes-acima-de-r-1.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li></ul></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/powered-by?publication_logo=https%3A%2F%2Fmedia.beehiiv.com%2Fcdn-cgi%2Fimage%2Ffit%3Dscale-down%2Cformat%3Dauto%2Conerror%3Dredirect%2Cquality%3D80%2Fuploads%2Fpublication%2Flogo%2F39e39fa6-23ba-43e9-9996-88b6230307e8%2FDesign_sem_nome__51_.png%3Fv%3D1794108136&publication_name=Rural+Insights&utm_campaign=d6656189-7222-4e0d-a4ca-33d05504fea0&utm_medium=post_rss&utm_source=rural_insights">Powered by beehiiv</a></div></div>
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  <title>A corrida pelo Ministério da Agricultura</title>
  <description>PSD pode se manter no Mapa, Embrapa cria ferramenta de rastreio para exportar à UE e SC tem novo foco de Newcastle</description>
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  <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 10:07:00 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-11-04T10:07:00Z</atom:published>
    <dc:creator>Enrico Romanelli</dc:creator>
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    <div class='beehiiv'><style>
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O setor via em Flávio Bolsonaro (PL) um aliado mais natural e esperava dele medidas amplas de alívio das dívidas. Os mercados também o consideravam mais propenso a fazer o ajuste fiscal necessário para baixar o custo dos empréstimos. &quot;Precisamos de uma solução estrutural para o endividamento rural, que vá além de simplesmente prorrogar vencimentos&quot;, afirmou Lucas Beber, presidente da Aprosoja Mato Grosso, um dia depois da eleição.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A inadimplência no crédito rural está no maior nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 2011. Em julho, o saldo do crédito rural somava R$ 885 bilhões, dos quais R$ 208 bilhões estavam classificados como &quot;problemáticos&quot;, categoria que inclui operações vencidas, em atraso ou renegociadas. Segundo a reportagem, nem uma vitória de Flávio traria recuperação imediata: além dos juros altos, os produtores enfrentam margens menores nos grãos e choques climáticos sucessivos, principalmente no Sul.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Crédito caro trava investimentos</h2><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Spreads em alta:</b> o aumento dos pedidos de recuperação judicial levou os bancos a reavaliar riscos. &quot;Mesmo com a queda dos juros, os spreads bancários estão subindo por causa do aumento do prêmio de risco&quot;, afirmou Manoel Pereira de Queiroz, sócio da Mapa Capital.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Expansão limitada:</b> em Mato Grosso, o crescimento das lavouras deve ser limitado nesta safra e na próxima, segundo Cleiton Gauer, superintendente do IMEA. &quot;O produtor hoje faz mil e uma contas antes de fazer um investimento em máquina ou comprar terra&quot;, disse.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Máquinas:</b> para analistas da Oppenheimer, &quot;custos de financiamento elevados por um período prolongado&quot; podem adiar a recuperação dos investimentos em máquinas agrícolas.</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">Parlamentares ligados ao agro tentam ampliar as medidas de alívio, depois que a medida provisória assinada por Lula foi considerada insuficiente. A MP, que perde a validade em meados de novembro se não for aprovada pelo Congresso, reservou R$ 26 bilhões para empréstimos subsidiados. Em debate eleitoral, Lula respondeu às críticas afirmando que o governo liberou recursos significativos para pequenos produtores. A gestão também se concentrou na abertura de mercados, como os embarques de sorgo para a China e de carne bovina para o Vietnã.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Por que isso importa</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Segundo a reportagem, o endividamento rural ganhou destaque porque limita a capacidade dos produtores de investir nas propriedades e desacelera o crescimento do setor. Os pedidos de recuperação judicial no agro recuaram 5,5% no segundo trimestre em relação ao primeiro, de acordo com a Serasa Experian, e as renegociações em curso podem ter contribuído para isso. Mas o custo do dinheiro continua preocupante. &quot;O problema é o que vem pela frente&quot;, afirmou Marcelo Pimenta, diretor-executivo da Serasa Experian, para quem o setor enfrenta uma série de choques desde 2022, e &quot;o choque da alta dos juros não desapareceu, porque as taxas continuam muito elevadas&quot;.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://www.bloomberglinea.com.br/agro/agronegocio-amplia-pessimismo-apos-vitoria-de-lula-com-credito-caro-e-inadimplencia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a notícia completa aqui.</a></p></div><div class="image"><a class="image__link" href="https://conexao.rural.com.vc/rural-iat-rural" rel="noopener" target="_blank"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/692ea9a8-cecd-4df2-9beb-c73d6e28698d/Banner_Bom_dia_Rural__1_.png?t=1786714320"/></a></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Sinais</h1><table width="100%" class="bh__column_wrapper"><tr><td width="30%" class="bh__column"><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="border-radius:100px;border-style:solid;border-width:0px 0px 0px 0px;box-sizing:border-box;border-color:#E5E7EB;" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/3c4c00ca-cd35-4801-8143-8a19d900fc88/Design_sem_nome__55_.png?t=1793761482"/></div></td><td width="70%" class="bh__column"><h3 class="heading" style="text-align:left;">Christian<br>Bredemeier</h3><h4 class="heading" style="text-align:left;">Presidente da AsBraAP</h4><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p></td></tr></table><h2 class="heading" style="text-align:left;">Como a agricultura de precisão e digital pode ajudar em tempos de super El Niño</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">A agricultura brasileira convive com um desafio cada vez mais estratégico, ou seja, produzir com eficiência e rentabilidade em um cenário de maior variabilidade climática. A perspectiva de um El Niño de intensidade muito forte na safra 2026/2027 reforça a necessidade de antecipar decisões, aprimorar o planejamento e reduzir a exposição aos riscos. Segundo o Painel El Niño, elaborado por instituições federais como INMET, INPE e Cemaden, há elevada probabilidade de que o fenômeno alcance intensidade muito forte no final de 2026, com impactos distintos entre as regiões brasileiras.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para o agronegócio, isso significa lidar simultaneamente com diferentes ameaças. Enquanto parte do Norte, Nordeste e Centro-Oeste pode enfrentar chuvas abaixo da média e temperaturas mais elevadas, o Sul tem maior probabilidade de registrar precipitações acima do normal, aumentando os riscos de alagamentos, dificultando a realização de operações nas lavouras e aumentando a pressão de doenças, entre outros. Essas tendências não determinam, isoladamente, o resultado de uma safra, mas evidenciam a importância de estratégias capazes de responder às condições específicas de cada propriedade.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">É nesse contexto que a agricultura de precisão e digital ganha relevância. Mais do que incorporar equipamentos ou softwares à operação, trata-se de utilizar dados para compreender a variabilidade espacial e temporal das lavouras e orientar intervenções e decisões, melhorando a eficiência no uso dos insumos e recursos. Em períodos de maior instabilidade climática, essa capacidade pode fazer diferença tanto na produtividade quanto na gestão econômica do negócio.</p><p class="paragraph" style="text-align:justify;"><a class="link" href="https://rural.com.vc/insights/como-a-agricultura-de-precisao-e-digital-pode-ajudar-em-tempos-de-super-el-nino/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a coluna completa aqui.</a></p></div><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/dd10def1-8a35-4ee1-a7f7-4cfec2b8d564/WhatsApp_Image_2026-10-31_at_12.06.58.jpeg?t=1793563482"/></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;"><b>Rural Talks</b></h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">Como a IA mudou a relação entre o produtor e quem vende para ele</h2><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="true" class="youtube_embed" frameborder="0" height="100%" src="https://youtube.com/embed/ARjPqFOmQuk" width="100%"></iframe><p class="paragraph" style="text-align:left;">Neste episódio, Marlon Denez, diretor de soluções digitais para milho da Bayer, mostra o que mudou na porteira em quatro anos: do produtor que chegava com um calhamaço de análise de solo impressa ao produtor que confere a prescrição do VAlora no chatbot antes de responder. O Brasil é o terceiro país que mais usa IA no mundo, e o campo não ficou de fora. Hoje a adoção está em 10% a 30%. </p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Comércio exterior</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">Embrapa cria ferramenta que rastreia soja, café e carne para atender lei antidesmatamento da UE</h2><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/f5dc8ed4-32a0-44fc-ac8c-51eda6c33697/image.png?t=1793765137"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Foto: Adobe Stock</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Embrapa desenvolveu uma ferramenta digital que rastreia soja, café e carne bovina da origem até o mercado e ajuda exportadores a comprovar que cumprem o Regulamento da União Europeia sobre Desmatamento (EUDR). Chamada Embrapa Trace, a tecnologia vai integrar a Plataforma AgroBrasil Mais Sustentável (AB+S), do Ministério da Agricultura, apresentada pelo governo como sua plataforma oficial para a Europa e outros mercados. A partir de 30 de dezembro, grandes e médios exportadores terão de comprovar que seus produtos não vêm de áreas desmatadas depois de 2020.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A ferramenta reúne em um único parecer de conformidade as informações declaradas por produtores e agroindústrias e as certificações que eles já têm. &quot;É como um passaporte digital do produto&quot;, resume Anderson Alves, pesquisador da Embrapa Agricultura Digital. Os relatórios de cada etapa da produção ficam disponíveis por QR Code e, segundo a Embrapa, podem servir de base técnica para o país negociar a abertura de mercados ou contestar barreiras comerciais. Além do EUDR, a solução atende ao controle de antimicrobianos na produção animal.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Do cadastro ao processamento</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">O rastreio começa com o cadastro da propriedade e das áreas de produção e segue pelo monitoramento da conformidade agroambiental durante a safra, pelo transporte e armazenamento e, por fim, pelo processamento nas indústrias. Os produtores repassam os dados aos operadores, como frigoríficos, esmagadoras e cooperativas, que validam as informações na ferramenta. As tradings registram origem e destino, e certificadoras independentes atestam a conformidade.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Embrapa Trace usa dados de outras duas tecnologias da estatal: o TerraClass, feito com o Inpe, que monitora o uso da terra na Amazônia e no Cerrado, e o ElegiAgro, que cruza bases cadastrais, fundiárias e geoespaciais para verificar a elegibilidade agroambiental das áreas. A ferramenta é oferecida em formato de API e também pode ser acessada pela plataforma AgroAPI.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">A próxima fase deve incluir cacau, madeira, borracha, frango de corte, suínos, atum e tilápia. No café, o Conselho Nacional do Café (CNC) incentiva as cooperativas a testar soluções do tipo. &quot;A oferta de tecnologias gratuitas e validadas por instituições oficiais faz diferença, pois pode reduzir custos que hoje pesam sobre as cooperativas e acabam sendo repassados ao produtor&quot;, afirma Luiza Kreimeier, assessora técnica do conselho.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Por que isso importa</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">O EUDR atinge as exportações brasileiras de bovinos, soja, café, cacau, madeira, borracha e óleo de palma, além de derivados. Pela regra, a comprovação exige geolocalização de cada área produtiva, documentação da cadeia de fornecedores e avaliação formal do risco de desmatamento. Micro e pequenos produtores têm prazo até 30 de junho de 2027. Para Stanley Oliveira, chefe-geral da Embrapa Agricultura Digital, uma base nacional de dados evita que o setor responda a cada comprador ou regulamentação separadamente, o que &quot;reduz custos de conformidade, evita duplicidade de esforços e proporciona mais segurança aos produtores, às empresas, ao governo e aos mercados consumidores&quot;.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/149470365/tecnologia-rastreia-produtos-agropecuarios-e-apoia-acesso-a-mercados-internacionais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a notícia completa aqui.</a></p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Apresentado por Onfly</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">Sua empresa viaja muito? A Onfly cuida de tudo</h2><div class="image"><a class="image__link" href="https://flowprm.onfly.com.br/cadastro/rural-para-startups" rel="noopener" target="_blank"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/4b7bed8b-d976-4632-b9bc-a1ad3828dd22/banner_Rural__10-4.png?t=1793276443"/></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Onfly é uma plataforma completa de gestão de viagens e despesas corporativas.<br>A missão é desburocratizar processos e ampliar o acesso a serviços em uma solução all-in-one, que atende desde a reserva de passagens aéreas, hotel e transporte até a prestação de contas. <br><br>Tudo funciona de forma simples, sem estresse e com atendimento 24/7 humanizado, usando tecnologia de ponta para otimizar a sua rotina.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://flowprm.onfly.com.br/cadastro/rural-para-startups" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><i>Conheça os serviços da Onfly!</i></a></p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Brasília</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;"><b>Disputa pelo Ministério da Agricultura começa, e PSD pode manter a Pasta</b></h2><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/26f20ac2-aea4-4c04-9cff-b6943b91f1b1/image.png?t=1793766292"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Foto: Carolina Antunes/Mapa</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">As articulações para definir o comando do Ministério da Agricultura no próximo mandato do presidente Lula (PT) começaram a ganhar força em Brasília. O PSD, que indicou os ministros da Pasta na gestão atual, pode manter o cargo, segundo pessoas ligadas ao governo. O partido se dividiu nas eleições, com candidatura própria de Ronaldo Caiado (PSD) e o alinhamento de parte dos integrantes a Flávio Bolsonaro, mas não houve debandada geral nem apoio oficial ao candidato derrotado, o que, na visão de uma fonte, dá &quot;ainda mais crédito&quot; à sigla.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;">Nesse cenário, ganha força a permanência do atual ministro, André de Paula (PSD). Apesar de não ser ligado ao setor, ele tem a simpatia de líderes setoriais, que elogiam sua desenvoltura política e abertura ao diálogo, além de apoio da bancada do PSD na Câmara e do líder do partido, Antônio Brito (PSD-BA). Se ficar, ele quer autonomia para trocar secretários. Ao assumir a Agricultura em abril, vindo do Ministério da Pesca, herdou diversos indicados do antecessor, Carlos Fávaro, em postos-chave.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Outros nomes cotados</h2><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Carlos Fávaro (PSD):</b> o ex-ministro, que não se reelegeu ao Senado por Mato Grosso, tem se articulado para voltar ao governo. Fontes em Brasília veem poucas chances de retorno ao ministério, mas ele pode ser indicado para um cargo de segundo escalão.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Carlos Augustin (PSB):</b> ex-assessor especial de Fávaro e empresário do ramo de sementes, busca apoio de entidades do setor e tenta chegar à Pasta por meio do vice-presidente Geraldo Alckmin. Segundo fontes, falta a ele &quot;estofo político&quot;.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Arnaldo Jardim (Cidadania-SP):</b> ex-secretário de Agricultura de São Paulo entre 2015 e 2018, é reconhecido pela capacidade de diálogo. Pesa contra ele o apoio da bancada ruralista, da qual é vice-presidente, a Flávio Bolsonaro no segundo turno.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Fernanda Machiaveli:</b> a ministra do Desenvolvimento Agrário ganhou força para continuar no cargo ou migrar para a Agricultura. A mudança foi defendida pela presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, a aliados, mas tem chance menor.</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">No Desenvolvimento Agrário, entidades da agricultura familiar defendem a permanência de Machiaveli, que não é filiada ao PT, partido que historicamente comanda a Pasta. Lula também pode acomodar petistas derrotados nas urnas, como Edegar Pretto, Paulo Pimenta e Patrus Ananias.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Por que isso importa</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Segundo a reportagem, as definições dependem de uma costura política mais ampla, que envolve negociações no Congresso e com os partidos do Centrão para garantir governabilidade a partir de 2027. O perfil de André de Paula, de acordo com a matéria, atenderia à necessidade do governo de apaziguamento com o agronegócio e de recomposição política.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://globorural.globo.com/politica/noticia/2026/11/liderancas-comecam-articulacao-para-disputar-o-ministerio-da-agricultura.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a notícia completa aqui.</a></p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Recap</h1><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Ibovespa fecha na mínima desde janeiro após eleição. </b>O Ibovespa caiu 1,4% na terça-feira (3), para 165.569 pontos, o menor fechamento desde 19 de janeiro, pressionado por Petrobras, Vale e incertezas sobre o rumo da economia. O índice recuou em todas as sessões desde a reeleição de Lula, em 25 de outubro. No último pregão antes do resultado das urnas, estava acima de 205 mil pontos. <a class="link" href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/430777-ibovespa-amplia-queda-apos-eleicao-e-fecha-na-minima-desde-janeiro.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Vereda capta R$ 30 milhões para vender insumos sem estoque. </b>A Vereda, startup de Rio Verde (GO) fundada no fim de 2025, captou R$ 30 milhões em rodada coliderada por Valor Capital Group e Canary, com participação do Speedrun, programa da Andreessen Horowitz. A empresa atua como canal de vendas de indústrias de insumos e ganha comissões, sem comprar mercadorias nem manter estoques. Em piloto na safrinha 2026/27, bancos, tradings e fundos poderão financiar os produtores diretamente. A expansão para outras regiões está prevista para 2027. <a class="link" href="https://agrorevenda.com.br/noticia/vereda-capta-r-30-milhoes-para-atuar-na-venda-de-insumos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>CEO da Zilor deixa o cargo, e conselho conduz sucessão. </b>André Inserra deixou o cargo de CEO da Zilor, companhia sucroalcooleira sócia da Copersucar, na terça-feira (3). Segundo o Valor, a saída foi uma decisão pessoal. Em comunicado, a empresa agradeceu as contribuições do executivo e informou que o conselho de administração conduz o processo de sucessão e vai garantir a continuidade das operações. O nome do novo diretor-presidente será divulgado &quot;oportunamente&quot;. <a class="link" href="https://globorural.globo.com/negocios/noticia/2026/11/zilor-anuncia-renuncia-do-ceo-e-conselho-prepara-sucessao.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Raízen troca código das ações preferenciais na B3. </b>Desde terça-feira (3), as ações preferenciais classe A da Raízen são negociadas na B3 com o código RAIZ55, no lugar de RAIZ4, com fator de cotação e lote padrão de 100 papéis. Segundo a empresa, a mudança não altera a participação, os direitos nem o valor das posições dos acionistas, e não exige nenhuma ação dos investidores. A troca ocorre em meio à recuperação extrajudicial da companhia, que renegocia cerca de R$ 65 bilhões em dívidas. <a class="link" href="https://www.moneytimes.com.br/raizen-altera-ticker-raiz55-acoes-preferenciais-veja-como-fica-pads/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Santa Catarina tem quarto foco de Doença de Newcastle. </b>O Ministério da Agricultura identificou um novo foco de Doença de Newcastle em uma granja de Nova Erechim (SC), informou a Pasta na noite de terça-feira (3), sem dizer quais nem quantos animais foram afetados. É o quarto foco desde a declaração de emergência zoossanitária. <a class="link" href="https://globorural.globo.com/pecuaria/noticia/2026/11/ministerio-da-agricultura-identifica-novo-foco-de-doenca-de-newcastle-em-granja-em-santa-catarina.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>ADM tem lucro 7,6 vezes maior no terceiro trimestre. </b>A ADM lucrou US$ 821 milhões no terceiro trimestre de 2026, 7,6 vezes os US$ 108 milhões do mesmo período do ano passado. A receita subiu 9,6%, para US$ 22,3 bilhões. <a class="link" href="https://globorural.globo.com/negocios/noticia/2026/11/adm-teve-lucro-liquido-sete-vezes-maior-no-terceiro-trimestre.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Mosaic tem prejuízo de US$ 72 milhões, e vendas no Brasil caem. </b>A Mosaic teve prejuízo líquido de US$ 72 milhões no terceiro trimestre, ante lucro de US$ 411 milhões um ano antes. A receita caiu de US$ 3,5 bilhões para US$ 3,1 bilhões. No Brasil, a operação teve prejuízo operacional de US$ 21 milhões, e as vendas recuaram de 2,8 milhões para 1,9 milhão de toneladas, com menor produção doméstica e crédito limitado aos clientes. <a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/mosaic-registra-prejuizo-liquido-de-us-72-milhoes-no-terceiro-trimestre/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Ebitda da divisão agrícola da Bayer cai 41,3%. </b>A CropScience, divisão agrícola da Bayer, teve receita de 3,884 bilhões de euros no terceiro trimestre, estável em valores nominais e 2,4% menor sem efeitos cambiais e de portfólio. O Ebitda antes de itens especiais caiu 41,3%, para 101 milhões de euros, com custos maiores e clima adverso na Europa e na Ásia. A América Latina compensou parte da queda, com maior demanda por sementes de milho e soja. Segundo a empresa, o terceiro trimestre é sazonalmente o mais fraco. <a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/divisao-agricola-da-bayer-registra-queda-de-413-no-ebitda/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Brasilagro lucra R$ 81,3 milhões com venda de fazenda e prioriza dívida. </b>A Brasilagro lucrou R$ 81,3 milhões no primeiro trimestre do exercício 2026/27, revertendo prejuízo de R$ 64,3 milhões, puxada pela venda de 2.593 hectares da Fazenda Rio do Meio, na Bahia. Nas operações agrícolas, o Ebitda ajustado caiu 32%. A dívida líquida ajustada recuou 51%, para R$ 136,3 milhões. O CEO, André Guillaumon, descartou recompra de ações no curto prazo: segundo ele, reduzir dívida rende de 9% a 10%, acima dos 6% a 7% de novas terras. Notícias completas <a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/brasilagro-reverte-prejuizo-e-lucra-r-813-milhoes-no-trimestre/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">aqui</a> e <a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/brasilagro-descarta-recompra-de-acoes-e-prioriza-reducao-da-divida/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">aqui</a>.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Preço do etanol nas usinas sobe 38% em três meses. </b>O etanol hidratado pago às usinas paulistas acumula alta de 37,6% desde o início de agosto, segundo o indicador Cepea/Esalq, e está em R$ 2,8135 o litro, perto do patamar do início da safra 2026/27. A alta veio primeiro da recuperação do açúcar e, mais recentemente, do atraso na moagem de cana, com chuvas associadas ao El Niño. Nas bombas de São Paulo, o aumento foi menor: 8,6% desde meados de agosto, segundo a ANP. <a class="link" href="https://globorural.globo.com/biocombustiveis/noticia/2026/11/etanol-acumula-alta-de-38percent-em-tres-meses-com-atraso-na-safra-de-cana.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>StoneX eleva previsão da safra de soja para 184,95 milhões de toneladas. </b>A StoneX elevou em 0,9% sua estimativa para a safra brasileira de soja 2026/27, para 184,95 milhões de toneladas. <a class="link" href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/430732-stonex-eleva-previsao-de-safra-de-soja-2627-do-brasil-para-18495-mi-t.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>FPA quer nova PEC para criar exceções do agro ao fim da escala 6x1. </b>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) pretende apresentar uma nova PEC para criar exceções para setores do agro na medida que acabou com a escala 6x1. Segundo o presidente da bancada, Pedro Lupion (Republicanos-PR), atividades como pecuária, frigoríficos e o setor leiteiro não se encaixam na escala 5x2 ou de 40 horas semanais. Ele considera improvável aprovar a proposta no curto prazo, e a movimentação deve ficar para o próximo ano. <a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/fpa-quer-propor-nova-pec-para-alterar-escala-6x1-para-setores-do-agro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Inmet emite alerta vermelho para tempestades no Sul. </b>O Inmet emitiu alerta vermelho de grande perigo para tempestades em todo o estado de Santa Catarina, no sul do Paraná e na metade norte do Rio Grande do Sul, válido para quarta-feira (4). Há previsão de chuva acima de 60 mm por hora ou de 100 mm no dia, ventos de mais de 100 km/h e granizo. Um alerta laranja, de perigo, abrange toda a região Sul e o sul de São Paulo e de Mato Grosso do Sul. <a class="link" href="https://globorural.globo.com/previsao-do-tempo/noticia/2026/11/sul-tem-alerta-vermelho-para-tempestades-veja-detalhes-na-previsao.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p></li></ul></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/powered-by?publication_logo=https%3A%2F%2Fmedia.beehiiv.com%2Fcdn-cgi%2Fimage%2Ffit%3Dscale-down%2Cformat%3Dauto%2Conerror%3Dredirect%2Cquality%3D80%2Fuploads%2Fpublication%2Flogo%2F39e39fa6-23ba-43e9-9996-88b6230307e8%2FDesign_sem_nome__51_.png%3Fv%3D1794108136&publication_name=Rural+Insights&utm_campaign=270d709b-5f2f-4f7e-ae6e-54505b9bf60c&utm_medium=post_rss&utm_source=rural_insights">Powered by beehiiv</a></div></div>
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  <title>Rural Insights: primeira edição</title>
  <description>Custo dos juros da dívida rural sobe 191%, AgTechs captam menos e China compra menos dos EUA</description>
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  <pubDate>Tue, 03 Nov 2026 10:07:00 +0000</pubDate>
  <atom:published>2026-11-03T10:07:00Z</atom:published>
    <dc:creator>Enrico Romanelli</dc:creator>
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    <div class='beehiiv'><style>
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</style><div class='beehiiv__body'><h4 class="heading" style="text-align:center;" id="powered-by">Powered by</h4><div class="image"><a class="image__link" href="https://flowprm.onfly.com.br/cadastro/rural-para-startups" rel="noopener" target="_blank"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/2cec760f-d1d9-449c-89cd-a9009a3b8660/banner_Rural_15-2.png?t=1793276207"/></a></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Investimentos</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">AgTechs brasileiras captam R$ 94,7 milhões no 1º semestre e investidores ficam mais seletivos</h2><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/3ffc6666-bc9a-4a46-a75f-1ad0f50ed5bd/image.png?t=1793677047"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Foto: Pexels</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">As AgTechs brasileiras receberam R$ 94,7 milhões em investimentos no primeiro semestre de 2026, segundo levantamento do Itaú BBA. O número de transações caiu de 17 para 8 na comparação com o mesmo período do ano passado, e o volume total investido também recuou. Para o banco, o resultado mostra um mercado mais cauteloso, em que os investidores concentram recursos em startups capazes de comprovar ganhos de eficiência, produtividade e retorno financeiro.<br><br>Segundo Matheus Borella, da área de Estratégia e Inovação Agro do Itaú BBA, o movimento não indica falta de interesse pelo setor, mas uma mudança na forma de avaliar oportunidades. Com menos liquidez, o capital passou a ser direcionado de forma mais criteriosa, com preferência por modelos que combinem eficiência operacional, geração de valor e potencial de escala. O foco saiu do crescimento acelerado e foi para resultados concretos para o produtor e para o próprio negócio.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Onde o dinheiro foi parar</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">De acordo com o levantamento, 92% das operações se concentraram em startups dos segmentos &quot;Antes da Porteira&quot; e &quot;Dentro da Porteira&quot;:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Antes da Porteira:</b> as AgFintechs lideraram as movimentações, com soluções de crédito, gestão financeira e redução de riscos no campo.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Dentro da Porteira:</b> os aportes foram para tecnologias de gestão da propriedade rural, telemetria e automação, áreas que oferecem ganhos mais imediatos de eficiência e produtividade.</p></li></ul><h2 class="heading" style="text-align:left;">Por que isso importa</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">O levantamento aponta uma mudança no perfil dos investimentos em AgTechs no Brasil. Segundo Borella, o capital continua disponível, mas os investidores priorizam tecnologias que entreguem resultado mensurável e ajudem a aumentar a produtividade e a competitividade do agronegócio. Em vez de apostar apenas em empresas com forte ritmo de expansão, eles passaram a exigir mais capacidade de geração de receita, eficiência e retorno.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/itau-bba-agtechs-brasileiras-atraem-r-947-milhoes-no-1o-semestre/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a notícia completa aqui.</a></p></div><div class="image"><a class="image__link" href="https://conexao.rural.com.vc/rural-iat-rural" rel="noopener" target="_blank"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/692ea9a8-cecd-4df2-9beb-c73d6e28698d/Banner_Bom_dia_Rural__1_.png?t=1786714320"/></a></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Sinais</h1><table width="100%" class="bh__column_wrapper"><tr><td width="30%" class="bh__column"><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/c6781054-8a8a-4a31-b2ce-d54f31c3b264/Enrico2__1_.jpg?t=1793104727"/></div></td><td width="70%" class="bh__column"><h3 class="heading" style="text-align:left;">Enrico <br>Romanelli</h3><h4 class="heading" style="text-align:left;">Editor-chefe da Rural Insights</h4><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p></td></tr></table><h2 class="heading" style="text-align:left;"><b>Carta do editor: </b><br><b>o campo merece ser bem lido</b></h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Todo projeto editorial nasce de uma inquietação. A nossa é simples. Nunca se produziu tanta informação sobre o campo, e nunca foi tão difícil separar o que importa do que só faz barulho.<br><br>Quem vive o agro sabe disso na prática. Entre a cotação que muda de manhã para a tarde, o relatório de safra de dezenas de páginas, a nova regra ambiental, a tecnologia que promete revolucionar o agro e o grupo que enche o celular de notícias e mensagens, sobra pouco tempo para o essencial — separar o joio do trigo e entender o que cada notícia significa. É desse espaço que a <b>Rural Insights</b> quer cuidar.<br><br>Nossa proposta é ser mais que uma fonte de notícias. É ser um filtro e uma lente. Filtro, porque vamos escolher com critério o que merece a sua atenção. Lente, porque não basta contar o que aconteceu. Queremos mostrar o contexto e o que está em jogo. Em cada edição, você vai encontrar as notícias mais relevantes do agro, cada uma com uma explicação de por que ela importa, a seção Sinais, com colunas e análises assinadas por alguns dos principais nomes do agronegócio brasileiro, e o Recap, um giro rápido pelo que mais movimentou o setor.<br><br>Por fim, faço aqui um convite. A Rural Insights não quer ser uma conversa de mão única. Queremos ouvir suas dúvidas, críticas e sugestões de pauta. Responda a este e-mail, fale com a gente nas redes, diga o que funciona, o que pode melhorar e o que falta. Esta newsletter será tão boa quanto a relação que construirmos com vocês, nosso público.<br><br>Esta é a primeira edição. Que seja o começo de uma leitura frequente, útil e confiável.<br><br>Seja bem-vindo à Rural Insights.<br><br><b>Enrico Romanelli</b><br>Editor-chefe da Rural Insights</p></div><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/dd10def1-8a35-4ee1-a7f7-4cfec2b8d564/WhatsApp_Image_2026-10-31_at_12.06.58.jpeg?t=1793563482"/></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;"><b>Rural Talks</b></h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">Biológicos no lugar do químico: a aposta da Koppert para baixar o custo do produtor</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">O produtor só controla uma coisa na safra: o custo. Em 90% dos casos, trocar aplicações de agroquímicos por biodefensivos baixa o custo e aumenta a produtividade, desde que o biológico entre no lugar do químico, não em cima dele.<br><br>Neste episódio, Gustavo Herrmann, CEO da Koppert Brasil, mostra como a líder global em controle biológico produz insetos e microrganismos em escala em Piracicaba. </p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Comércio exterior</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">Compras agrícolas da China nos EUA caem ao menor nível em sete anos</h2><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/9b3d9d86-3f04-4fba-b637-ff5c286ef688/image.png?t=1793678705"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p>Foto: Pinterest</p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">As compras chinesas de produtos agrícolas dos Estados Unidos, sem contar a soja, devem atingir em 2026 o menor nível em sete anos, segundo análise da Reuters com base em dados alfandegários. Entre janeiro e setembro, a China comprou US$ 7,2 bilhões em outros produtos agrícolas americanos, de carne a milho. É o menor valor para o período desde 2019, no auge da primeira guerra comercial. Na soja, por outro lado, o país está a caminho de cumprir a meta.<br><br>O resultado contrasta com o acordo anunciado pela Casa Branca em maio, pelo qual Pequim compraria US$ 17 bilhões por ano em produtos agrícolas dos EUA a partir de 2026, com a meta deste ano calculada de forma proporcional. O compromisso se somou a outro, firmado em outubro do ano passado, para compras de soja. <br><br>Não está claro se a China está descumprindo o acordo, porque a Casa Branca não informou se o prazo começou a contar em maio ou se só começa quando os cortes tarifários propostos pela China forem concluídos, o que ainda não ocorreu. O USDA encaminhou as perguntas ao Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), que, assim como a Casa Branca e o Ministério do Comércio da China, não respondeu.<br><br>A lentidão frustra os agricultores americanos, que enfrentam combustível caro, e reforça a tentativa dos democratas de atrair eleitores do interior antes das eleições de meio de mandato. &quot;A soja está sendo comercializada, mas outras commodities não&quot;, disse Tim Lust, diretor-executivo da National Sorghum Producers (Associação Nacional dos Produtores de Sorgo).</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Demanda fraca e concorrência</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Segundo analistas, mesmo que as compras aumentem, a demanda chinesa fraca e a concorrência forte dificultam o cumprimento da meta:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Milho:</b> a China importou US$ 5,6 bilhões do cereal americano em 2021, quase 20 milhões de toneladas. A COFCO Futures, ligada à estatal chinesa, considera o milho dos EUA pouco competitivo, em parte pela ampla oferta interna, e prevê importações de cerca de 900 mil toneladas na safra 2026/27.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Sorgo:</b> os embarques americanos chegaram a 6,5 milhões de toneladas (US$ 2,1 bilhões) em 2021. Até agosto deste ano, somaram cerca de 3,7 milhões de toneladas, bem acima do ano anterior, mas as vendas pararam nos últimos quatro meses. O Brasil, que obteve acesso ao mercado chinês em setembro de 2025, já embarcou 1,7 milhão de toneladas neste ano e tem quase 1 milhão a mais programado, segundo a Marex.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Carnes:</b> há excesso de oferta de suínos e frango na China, e a carne bovina americana está cara pela redução dos rebanhos. Apesar da renovação, em maio, das licenças de mais de 400 frigoríficos dos EUA, cerca de metade da capacidade de abate de gado de corte do país não está habilitada a exportar para a China, segundo a Federação de Exportação de Carnes dos EUA.</p></li></ul><p class="paragraph" style="text-align:left;">Para analistas, a China provavelmente terá de recorrer a compradores estatais para chegar aos US$ 17 bilhões, como já faz com a soja, e essa decisão é, em última análise, política. &quot;É difícil chegar a US$ 17 bilhões em produtos que não sejam soja sem compras direcionadas e fora do mercado&quot;, afirmou Darin Friedrichs, cofundador da Sitonia Consulting.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/lentidao-da-china-nas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a notícia completa aqui.</a></p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Apresentado por Onfly</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;">Sua empresa viaja muito? A Onfly cuida de tudo</h2><div class="image"><a class="image__link" href="https://flowprm.onfly.com.br/cadastro/rural-para-startups" rel="noopener" target="_blank"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/4b7bed8b-d976-4632-b9bc-a1ad3828dd22/banner_Rural__10-4.png?t=1793276443"/></a></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">A Onfly é uma plataforma completa de gestão de viagens e despesas corporativas.<br>A missão é desburocratizar processos e ampliar o acesso a serviços em uma solução all-in-one, que atende desde a reserva de passagens aéreas, hotel e transporte até a prestação de contas. <br><br>Tudo funciona de forma simples, sem estresse e com atendimento 24/7 humanizado, usando tecnologia de ponta para otimizar a sua rotina.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://flowprm.onfly.com.br/cadastro/rural-para-startups" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><i>Conheça os serviços da Onfly!</i></a></p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Crédito rural</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;"><b>Custo dos juros da dívida rural sobe 191% em quatro anos e inadimplência no campo bate recorde</b></h2><div class="image"><img alt="Financial report. Data presentation, expense and cost calculations." class="image__image" style="" src="https://images.unsplash.com/photo-1707157284454-553ef0a4ed0d?crop=entropy&cs=tinysrgb&fit=max&fm=jpg&ixid=M3w0ODM4NTF8MHwxfHNlYXJjaHwyfHxkJUMzJUFEdmlkYXxlbnwwfHx8fDE3OTM2NzQyMjR8MA&ixlib=rb-4.1.0&q=80&w=1080&utm_source=beehiiv&utm_medium=referral"/><div class="image__source"><a class="image__source_link" href="https://unsplash.com/@jakubzerdzicki" rel="noopener" target="_blank"><span class="image__source_text"><p><a class="link" href="https://unsplash.com/@jakubzerdzicki" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Foto: Jakub Żerdzicki / Unsplash</a></p></span></a></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O custo anual dos juros sobre a dívida rural brasileira saltou de R$ 34 bilhões em 2021 para R$ 99 bilhões em 2025, uma alta de 191% já descontada a inflação. No mesmo período, a taxa média das novas operações de crédito rural para pessoas físicas praticamente dobrou, de 6,3% para 12,2% ao ano. Os dados são de um estudo do Cepea (Esalq/USP), que também mostra a inadimplência acima de 90 dias em 9,7% em agosto de 2026. Em dezembro de 2022, ela estava em 0,77%. É o maior nível da série do Banco Central, iniciada em 2011.<br><br>Segundo os pesquisadores Lucilio Alves e Geraldo Barros, o recorde de inadimplência não se explica só pelo tamanho da dívida em relação à renda do setor, mas pelo custo dela, pela origem dos recursos e pela concentração dos compromissos em atividades que perderam margem. O crédito a taxas de mercado, que respondia por 5% das contratações rurais em 2013, chegou a 40% em 2025. É nessa fatia que o atraso se concentra:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Inadimplência nas linhas a mercado:</b> 17,6%, contra 3,8% nas de juros controlados</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Peso no saldo em atraso:</b> as operações a mercado somam cerca de 43% do saldo das pessoas físicas, mas 77% do valor em atraso</p></li></ul><h2 class="heading" style="text-align:left;">Grãos no centro da crise</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">A perda de margem pesa mais sobre os produtores de grãos. Entre 2021 e 2025, os preços reais dos grãos caíram 28%, e a renda agrícola recuou de R$ 599 bilhões para R$ 539 bilhões. Na pecuária, o movimento foi o oposto: preços subiram 12% e a renda foi de R$ 270 bilhões para R$ 331 bilhões. Os fertilizantes agravaram o quadro. Em 2025, uma tonelada de DAP custava 29,1 sacas de soja, ante 16,7 sacas na média de 2010 a 2019. No mapa, Maranhão e Tocantins têm inadimplência acima de 15%, enquanto Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso registram 8,8%, 7,4% e 6,3%.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Carteira problemática de R$ 205 bilhões</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Somando dívidas renegociadas, prorrogadas, inadimplentes e em atraso, a carteira problemática do crédito rural chegou a R$ 205 bilhões em agosto, ou 23,8% de uma carteira ativa de R$ 862,7 bilhões. A crise também atinge o restante da cadeia: o agro teve 517 pedidos de recuperação judicial no primeiro trimestre de 2026, sendo 212 de empresas como revendas, agroindústrias, usinas e companhias de logística. Enquanto isso, a MP 1.376/2026, criada para facilitar a renegociação, havia alcançado apenas R$ 5,98 bilhões até 5 de outubro, cerca de 5% dos R$ 120 bilhões previstos pelo governo.</p><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/926290ac-61cf-4b8d-8415-0b9f490767d3/preview.webp?t=1793674148"/></div><h4 class="heading" style="text-align:left;">Por que isso importa</h4><p class="paragraph" style="text-align:left;">O estudo mostra que a crise do crédito rural tem um componente estrutural: o crédito a taxas de mercado, mais caro, ganhou espaço justamente quando as margens dos grãos encolheram. Com metade da carteira problemática já renegociada e uma MP de alcance limitado, a pressão tende a continuar sobre produtores e outros elos da cadeia. O ponto mais sensível são as dívidas de investimento, em parte contraídas entre 2020 e 2022, quando as margens eram maiores: só R$ 79 milhões, ou 1,3% do total renegociado pela MP, foram para esse tipo de dívida. Para o Cepea, a saída não passa por alongar todas as dívidas igualmente. É preciso separar quem enfrenta aperto temporário de caixa de quem já não gera renda suficiente para pagar o que deve.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/custo-dos-juros-da-divida-rural-sobe-191-em-quatro-anos-mostra-cepea/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a notícia completa aqui.</a></p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Inovação</h1><h2 class="heading" style="text-align:left;"><b>Inovação pode render US$ 400 bilhões a fornecedores do agro até 2035, aponta PwC</b></h2><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/d92b86e3-4498-4b70-9af4-bb28556319cd/51668217000_afc958390b_c.jpg?t=1793676441"/><div class="image__source"><span class="image__source_text"><p><a class="link" href="https://www.flickr.com/photos/canaldoprodutor/51668217000/in/photolist-2hXbqfc-2oJu621-2mHEBTd-2mHED6o-2mHAysK-2auyFnK-2mHKbai-2mHK7PA-2mHKa1u-2mHECom-2mHECPm-2mHECZm-2mHK8xK-2mHEEfc-2mHKaqN-2mHFT1C-2mHKam4-2hX8Qqe-2mHEBJF-2mHEEXp-2hXbq1K-Zgs3vu-2hXbq5c-2hXbqxr-2hXcpNe" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Foto: CNA / Flickr</a></p></span></div></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">As empresas que fornecem tecnologia, insumos e infraestrutura ao produtor rural podem mais que dobrar de receita na próxima década. Segundo estudo da PwC, o faturamento global dessas companhias foi de US$ 150 bilhões em 2025 e pode chegar a US$ 400 bilhões em 2035. A condição é que os produtores invistam nessas áreas para resolver gargalos dentro da porteira.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Onde está o potencial</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">O estudo divide o mercado em três frentes:</p><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Insumos de nova geração:</b> biotecnologia de sementes, bioinsumos, biodefensivos e aditivos para redução de metano. Faturaram US$ 10 bilhões em 2025 e podem chegar a US$ 90 bilhões em 2035.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Sistemas agrícolas conectados:</b> máquinas de precisão, sensores, plataformas de dados, softwares de gestão e soluções para agricultura regenerativa. Somaram US$ 30 bilhões em 2025, com estimativa de US$ 90 bilhões em 2035.</p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Infraestrutura:</b> com foco no cenário global, inclui equipamentos para agricultura em ambiente controlado, geração de energia solar nas fazendas e sistemas de refrigeração solar. Passariam de US$ 110 bilhões em 2025 para US$ 220 bilhões em 2035.</p></li></ul><div class="image"><img alt="" class="image__image" style="" src="https://media.beehiiv.com/cdn-cgi/image/fit=scale-down,format=auto,onerror=redirect,quality=80/uploads/asset/file/d1ef00c1-d373-4c4e-a87d-b5bb4593b052/receita-fornecedores-agro-2035.png?t=1793675744"/></div><p class="paragraph" style="text-align:left;">O relatório também destaca que tecnologias de precisão, como irrigação guiada por sensores e análise de lavouras com inteligência artificial, permitem usar insumos de forma mais direcionada, o que reduz custos operacionais e aumenta a resiliência à volatilidade climática. Já os fertilizantes e pesticidas sintéticos são apontados como importantes fatores de custo e passivos ambientais, com preços pressionados por conflitos como as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Crescimento depende do produtor</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Em entrevista concedida ao Valor Econômico, a sócia e líder de Agronegócio da PwC Brasil, Mayra Theis, afirmou que esse potencial só se concretiza se os produtores conseguirem investir na propriedade, resolvendo desafios como melhorar as condições de cultivo, reduzir custos com insumos e ganhar eficiência. Para ela, os agroquímicos ainda têm espaço, mas a maior tendência de investimento está nos biológicos, como os bioestimulantes. Theis disse ainda que a agricultura regenerativa ganha força por recuperar a saúde do solo e poder abrir receitas com carbono, embora a adoção ainda dependa de benefícios econômicos claros e de apoio à transição.</p><h2 class="heading" style="text-align:left;">Por que isso importa</h2><p class="paragraph" style="text-align:left;">Segundo a PwC, a expansão desse mercado depende das decisões de 608 milhões de agricultores no mundo, dos quais 84% cultivam menos de dois hectares. Para esses produtores, de acordo com Theis, custo, percepção de risco e falta de clareza sobre o retorno financeiro estão entre os principais obstáculos para adotar novas tecnologias. O relatório se baseia em análise de dados e em entrevistas com 30 executivos seniores de empresas e cooperativas do setor de alimentos ao redor do mundo.</p><p class="paragraph" style="text-align:left;"><a class="link" href="https://globorural.globo.com/tecnologia-e-inovacao/noticia/2026/11/inovacao-pode-render-us-400-bilhoes-a-industria-agricola-ate-2035.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a notícia completa aqui.</a></p></div><div class="section" style="background-color:transparent;border-color:#1B821E;border-radius:25px;border-style:solid;border-width:1px;margin:10.0px 0.0px 10.0px 0.0px;padding:0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;"><h1 class="heading" style="text-align:left;">Recap</h1><ul><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Raízen aprova aumento de capital de até R$ 39,8 bilhões e divisão em duas empresas. </b>Assembleias da Raízen aprovaram, em 30 de outubro, medidas do plano de recuperação extrajudicial: aumento de capital de até R$ 39,8 bilhões, com aporte de até R$ 3,5 bilhões da Shell, e redução de capital de até R$ 35 bilhões. A operação dará origem a duas companhias abertas: a Raízen S.A., na distribuição de combustíveis Shell, e a Raízen Energia, em etanol, açúcar e bioenergia. Lorival Luz e Geovane Consul foram indicados para comandá-las. <a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/raizen-avanca-na-reestruturacao-e-tera-duas-empresas-com-novos-comandos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Dólar, China e oferta curta levam arroba do boi para perto de R$ 400. </b>A arroba do boi gordo em São Paulo está em cerca de R$ 390, alta de mais de 20% no ano, segundo o Cepea, e se aproxima do recorde de R$ 400. Pesam a oferta restrita pelo ciclo pecuário, as exportações fortes aos EUA, a retomada das compras da China, esperada entre novembro e dezembro, e a alta de 9,15% do dólar na semana passada. A Datagro já registra negócios a R$ 400. <a class="link" href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/boi/430673-dolar-oferta-baixa-e-exportacao-a-china-colocam-boi-no-brasil-na-rota-de-r400arroba.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Fim do horário de verão nos EUA muda horários de Chicago, Nova York e B3. </b>Com o fim do horário de verão nos EUA, no domingo (1º), a sessão diurna de grãos em Chicago passa a ocorrer das 11h30 às 16h20, no horário de Brasília. Em Nova York, o café arábica é negociado das 6h15 às 15h30. Os relatórios do USDA também mudam: o WASDE sai às 14h, e o Export Sales, às 10h30. Na B3, os novos horários valem a partir desta terça (3), com café das 9h às 16h. <a class="link" href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/agronegocio/430671-fim-do-horario-de-verao-nos-eua-altera-negociacoes-em-chicago-e-ny-londres-tambem-ja-mudou-horarios.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Dólar forte faz vendas de soja e milho dispararem. </b>Produtores brasileiros negociaram cerca de 2,3 milhões de toneladas de soja na semana passada, quase duas vezes e meia as 950 mil toneladas da semana anterior, segundo a Agrinvest. No milho, foram 2,5 milhões de toneladas, quase 67% acima de 1,5 milhão. A alta de 9% do dólar compensou a queda de 2,7% em Chicago e deu ganho líquido de cerca de 6% nos preços à vista. Da soja vendida, 70% é da safra 2026/27. <a class="link" href="https://globorural.globo.com/agricultura/noticia/2026/11/vendas-de-soja-e-milho-deram-salto-na-ultima-semana-com-dolar-forte.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>SLC Agrícola conclui compra de terras do Grupo Radar por R$ 669 milhões. </b>A SLC Agrícola concluiu o pagamento de R$ 669 milhões pelo Bloco Mato Grosso, portfólio de imóveis rurais do Grupo Radar anunciado em julho. São 11,1 mil hectares, dos quais cerca de 8,9 mil agricultáveis. O Cade aprovou a operação sem restrições. O pagamento saiu em duas etapas: R$ 255,15 milhões em conta vinculada na assinatura e R$ 413,88 milhões no fechamento. Na área produtiva, o preço equivale a cerca de R$ 72,3 mil por hectare. <a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/slc-agricola-conclui-compra-de-terras-do-grupo-radar-por-r-669-milhoes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Feira em Xangai deve ser termômetro para a carne bovina brasileira. </b>Ao menos 20 empresas brasileiras de carne bovina participam da China International Import Expo (CIIE), que começa em 5 de novembro, em Xangai, no espaço Brazilian Beef, da Abiec e da Apex Brasil. Para o presidente da Abiec, Roberto Perosa, o evento vai indicar o ritmo da demanda chinesa. Em 2026, as exportações ao país ficaram limitadas à cota de 1,1 milhão de toneladas; acima disso, a tarifa é de 55%. A cota reabre em janeiro. <a class="link" href="https://globorural.globo.com/feiras/noticia/2026/11/feira-na-china-deve-ser-termometro-para-carne-bovina-do-brasil.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Exportações do agro à UE sobem 14,8% com acordo com o Mercosul. </b>Nos cinco primeiros meses do acordo provisório entre Mercosul e União Europeia, de maio a setembro, as exportações do agro brasileiro ao bloco cresceram 14,8%, para US$ 12,21 bilhões, segundo o Ministério da Agricultura. Em volume, foram 17,74 milhões de toneladas, alta de 8,1%. O complexo soja liderou, com US$ 4,19 bilhões (+34,2%). Os embarques de carnes mais que dobraram em valor (+103,5%) e chegaram a 272 mil toneladas. <a class="link" href="https://globorural.globo.com/economia/noticia/2026/11/exportacoes-do-agro-subiram-15percent-apos-inicio-do-acordo-ue-mercosul.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Alta da carne bovina vira tema eleitoral nos EUA. </b>O preço da carne moída nos EUA chegou a US$ 6,79 por lbs (libras) em setembro, alta de 22,34% desde a posse de Donald Trump, em janeiro de 2025, e virou tema das eleições de meio de mandato, usado pelos democratas contra republicanos. Após secas e alta da ração, o rebanho americano voltou ao tamanho de 75 anos atrás, segundo o USDA. Para conter os preços, Trump criou uma cota extra de 300 mil toneladas de importação com tarifa zero, o que desagradou pecuaristas. <a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/alta-no-preco-carne-bovina-virou-municao-eleitoral-nos-eua/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>ADM abre escritório comercial no Quênia. </b>A ADM anunciou a abertura de um escritório de comercialização em Nairóbi, no Quênia, para conectar clientes da África Oriental à sua rede global de suprimentos. A unidade vai atuar com inteligência de mercado, merchandising local, armazenamento e distribuição. <a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/adm-abre-novo-escritorio-em-nairobi-no-quenia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Plantio de soja chega a 53% da área, diz AgRural. </b>Os agricultores semearam 53% da área prevista para a soja 2026/27 até a última quinta-feira, segundo a AgRural, ante 40% uma semana antes e 47% há um ano. Chuvas mais generalizadas em Mato Grosso afastaram o temor de replantio, enquanto o excesso de umidade limitou o ritmo no Sul, sem atraso efetivo. Em áreas secas de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, o trabalho segue parado. A primeira safra de milho chegou a 63% no Centro-Sul. <a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/plantio-de-soja-no-7/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Produção de etanol de milho cresce 16% na safra 2026/27. </b>A produção de etanol de milho somou 5,49 milhões de m³ na safra 2026/27 até a primeira quinzena de outubro, alta de 16,1% sobre o mesmo período da safra anterior, segundo a StoneX. <a class="link" href="https://globorural.globo.com/biocombustiveis/noticia/2026/10/producao-de-etanol-de-milho-cresce-16percent-na-safra-202627.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Preços dos alimentos devem subir 18% em dois anos, projeta Banco Mundial. </b>O Banco Mundial projeta alta de cerca de 18% nos preços internacionais dos alimentos entre 2026 e 2027, sendo 10% neste ano e 7% no próximo, após queda de 21% entre 2022 e 2025. Nos grãos, a alta acumulada deve chegar a 23%, com o trigo subindo 28% só em 2026. Conflitos geopolíticos, energia mais cara e o risco de um El Niño forte sustentam as projeções. Os fertilizantes devem subir 14% neste ano. <a class="link" href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/precos-dos-alimentos-vao-subir-18-em-dois-anos-diz-banco-mundial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p></li><li><p class="paragraph" style="text-align:left;"><b>Produção de açúcar da Índia salta 745% em outubro. </b>A Índia produziu 845 mil toneladas de açúcar em outubro, alta de 745% sobre as 100 mil toneladas do mesmo mês do ano anterior, segundo a Federação Nacional de Usinas Cooperativas de Açúcar. O salto veio de Maharashtra, onde 123 usinas anteciparam a moagem e produziram 720 mil toneladas, contra nenhuma produção um ano antes. Com preços em alta e oferta escassa, o governo autorizou a importação de 1 milhão de toneladas de açúcar isentas de impostos. <a class="link" href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/sucroenergetico/430686-producao-de-acucar-da-india-em-outubro-salta-745-com-inicio-antecipado-da-moagem-em-maharashtra.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Notícia completa aqui.</a></p><p class="paragraph" style="text-align:left;"></p></li></ul></div></div><div class='beehiiv__footer'><br class='beehiiv__footer__break'><hr class='beehiiv__footer__line'><a target="_blank" class="beehiiv__footer_link" style="text-align: center;" href="https://www.beehiiv.com/powered-by?publication_logo=https%3A%2F%2Fmedia.beehiiv.com%2Fcdn-cgi%2Fimage%2Ffit%3Dscale-down%2Cformat%3Dauto%2Conerror%3Dredirect%2Cquality%3D80%2Fuploads%2Fpublication%2Flogo%2F39e39fa6-23ba-43e9-9996-88b6230307e8%2FDesign_sem_nome__51_.png%3Fv%3D1794108136&publication_name=Rural+Insights&utm_campaign=a1ad0815-d6a3-4083-a7c2-7cf7e74529d8&utm_medium=post_rss&utm_source=rural_insights">Powered by beehiiv</a></div></div>
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